Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Odisseias - Do alto do pedestal para o fundo do poço

Nunca uma publicação me custou tanto a escrever, confesso-vos. Nunca uma review negativa, uma crítica, me custou tanto a publicar. Estou tão desiludida, mas tão desiludida, que me faltam as palavras para expressar tamanha desilusão. Odeio sentir-me enganada. Acho que ainda por cima, a grande desilusão foi ter descoberto que a minha situação não é caso único, que há centenas de reclamações - ou até talvez mais - pelos mesmos motivos, e estou a ver a Odisseias a transformar-se na próxima A Vida É Bela, em troca de mais alguns tostões. É triste. Uma pena.

 

Os meus Pássaros favoritos ofereceram-me como prenda de casamento, como já foi aqui dito e redito, dois packs da Odisseias, que vieram acompanhados de dois livros de experiências com 50% de desconto. Uma experiência foi a Fugas a Dois, que me levou até Penedono, e a outra seria uma experiência Gourmet num jantar a dois que me levou à total vergonha e desilusão com esta empresa de experiências.

 

Tudo começou com a reserva na Quinta da Picoila, quando a senhora me indicou que deveria de existir algum problema com o voucher, indicando que não estava a dar para validar, recebendo a indicação de que o voucher estava inválido. Confesso que inicialmente pensei que o problema era da quinta que não queria reservar por ser voucher e que estaria a arranjar desculpas, porque se o dito estava dentro da data, tendo o código visível e estando o parceiro disponível para registar o voucher, não compreendia o que se passava, até que para prosseguir com a reserva tive de contactar a Odisseias. Atenderam de imediato, o moço do outro lado da linha balbuciou algo que me pareceu ser: "ah já estou a ver o que se passa. Pronto, já está resolvido, pode utilizar o voucher"  e a questão foi ultrapassada. Fiquei com a ideia de que teria existido qualquer problema informático. Pronto, tudo bem, são coisas que acontecem, o que importa é que ficou resolvido. Não fiquei a cismar nisso.

 

O problema, o grande problema, ocorreu quando queria utilizar o outro voucher e reservei o Jantar para Dois, num restaurante de fusão no Porto. O moço não quis o código por telefone e indicou que bastava entregar o voucher na altura, presencialmente. Até aqui tudo correto. Reservei, e na data indicada apareci, à hora marcada, tudo sempre sem problema. O problema foi quando tentamos apresentar o voucher. Novamente o mesmo problema, o código estava inválido e o restaurante não conseguiu inserir o mesmo. Pediram-me para contactar a Odisseias. Contactamos sem saber que já estava fora do horário de atendimento, a linha cobrou na mesma e mandava aguardar com o seguinte blá blá blá: "de momento todos os operadores estão ocupados, por favor aguarde, atenderemos a sua chamada assim que for possível" era a mensagem do lado de lá. Foi até que fiquei sem saldo, só depois percebi que não encerram a linha, mas que àquela hora já lá não estava ninguém para atender. Como é que podem cobrar na mesma a chamada? Pois não entendo, mas isto para  mim tem um nome: roubo. Não conseguimos resolver a questão do código com a Odisseias, restou-nos apenas pagar o que consumimos e vir embora envergonhados. 

 

No dia seguinte tentamos ligar novamente com a Odisseias, fomos tentando ao longo do dia, nunca ninguém atendeu. Estive mais de 30 minutos em espera e ninguém atendeu. Então deixei o meu contacto lá no IVR para que me contactassem posteriormente, como é obrigatório por lei desde há alguns anos. Mas isso nunca aconteceu. Enviei um e-mail para tentar resolver a situação. Nunca ninguém respondeu.

 

Eis que a magia acontece, a ficha cai e a desilusão aumenta. Vou ao Portal da Queixa e percebo a quantidade de reclamações que existem deste género. Ao que parece eles ao fim de algum tempo sem utilizar o voucher inativam os códigos para que as pessoas tenham mais trabalho para os ativar novamente, e como eles não atendem, muita gente perde o direito aos mesmos e eles metem o dinheiro ao bolso e nunca terão de o dividir com o parceiro. No Portal da Queixa há inclusive situações de pessoas a quem pediram o comprovativo de compra do voucher. Quantas pessoas terão os comprovativos dos vouchers? Não serão a maioria destes packs uma oferta de terceiros? Se é uma oferta, como é que as pessoas têm os comprovativos de compra? Pois não têm... Mas se existe um código, o comprovativo serve para quê, mesmo? Pois...

 

Sou cliente Odisseias há imenso tempo, sempre ofereci e sempre recebi e utilizei voucheres sem qualquer problema ou dificuldade, mesmo em final do prazo, mas pelos vistos as regras do jogo mudaram e esta empresa está muito diferente, quer na política quer na seriedade. Pois eu também estou diferente, não voltei a oferecer vouchers a ninguém, com muita pena minha porque são para mim presentes perfeitos. Seriam. Se não se tornassem depois verdadeiros pesadelos.

 

Esta publicação é muito mais que uma reclamação, muito mais que uma desilusão, é um alerta, porque sei que muitos de vós são utilizadores assíduos destes packs. 

 

Tenham atenção, e não lhes deem sossego até que vos resolvam qualquer questão ou situação.

 

Eu continuo a aguardar uma resposta, e a mesma já seguiu para o Portal da Queixa.

 

E vocês? Já tiveram algum problema com este tipo de vouchers?

Oito razões para nunca mais fazer manicura na Jean Louis David

Fui fazer a manicura à Jean Louis David, pela primeira e última vez. Não gostei nem um pouco.

 

Já tinha ido às boutiques da baixa e não gostei, agora fui ao cabeleireiro pseudo-chique e ainda pior. Efetivamente não dou para dondoca, não me dou em locais pseudo-chiques. Mas vamos por partes, que já vos explico porquê.

 

Recordam-se que adiei a minha manicura? Pois é, para além de ter esmurrado as unhas logo de seguida, também falhei a nova marcação por ter começado a trabalhar. Estava com as minhas unhas num verdadeiro horror. Imaginem, eu que costumo fazer de 3 em 3 semanas, na pior das hipóteses de 4 em 4, já estava há 6 semanas sem arranjar as ditas. Estava por isso com elas enormes - que não me dava jeito para fazer nada -, e todas esmurradas. Sorte a minha que estava com francesa e não se notava muito e acredito que à vista desarmada até parecessem estar bem. Só que não estavam nada bem.

 

Tentei marcar novamente com a minha manicura, mas ela não tinha vaga para quando eu podia. Eis que tive de meter os pés ao caminho e ir a outro local fazer. Como estou a trabalhar perto do Norteshopping, decidi ir à Nails4'Us arranjar, que já ouvi falar bem do serviço. No entanto, as meninas estavam ocupadas, eu estava com um pouco de pressa, e vi que a Jean Louis David também tinha serviço de unhas e lá fui eu.

 

Primeiro, o ar de enjoado das funcionárias tirou-me do sério, mas com isso eu já contava. Passei à frente, ultrapassei a coisa. Perguntei se era possível ser atendida naquele preciso momento e arranjaram-me uma manicura para me arranjar as unhas. E aqui começou o verdadeiro horror.

 

O lugar onde fazem as unhas é super desconfortável, o método é completamente arcaico. Cobram como se prestassem um serviço de excelência, quando na realidade prestam um serviço terrível e terrivelmente demorado. Se tivesse sido a minha primeira experiência com o gelinho, podem crer que nunca teria repetido o processo.

 

Para terem uma noção das diferenças, a "minha" Ana - a menina que mas enfeita - trabalha de frente para mim. Eu estou confortavelmente sentada com as mãos apoiadas numa mesa com uma almofadinha e ela está a trabalhar ali confortavelmente - quer para ela, quer para mim. Tem dois aparelhos de luz UV - um de cada lado, um para cada mão -, remove o gelinho com lixa elétrica, e o serviço demora entre 40 a 60 minutos, é algo relativamente rápido.

 

Ali na Jean Louis David não tinham nada disto, uma hora foi só para removerem o verniz das minhas unhas. Então, já já de seguida:

 

 

Oito razões para nunca mais fazer manicura na Jean Louis David:

 

Primeira: Implicou com o verniz gel que trazia colocado, e levaram-me mais pela remoção sem me avisarem dessa questão. "Ai que este verniz é tão espesso, não sei se vai sair, não sei se conseguimos tirar isto!" Então, mas se cobram 20€ por uma manicura não deveriam de ter material que se adaptasse a diferentes realidades? Não acho normal... A "minha" Ana cobra-me menos 10€ e tem um serviço de excelência.

 

Segunda: Não trabalham de frente para os clientes, não têm uma mesa de trabalho, trabalham naqueles banquinhos com rodas como antigamente havia nos cabeleireiros, e trabalhou ao meu lado, sem um local onde eu pudesse apoiar os braços. Já vos disse que a "minha" Ana tem uma mesa de trabalho? Pois já...

 

Terceira: Não têm lixa elétrica, removeram-me com algodão embebido numa espécie de acetona, colocaram-me pratas nas unhas, colocaram-me o aparelho de luz UV no colo (¿¿ WHAT ??), enfiei as duas mãos ali dentro - felizmente tenho mãos pequenas se não duvido que ali coubessem - e ali fiquei imenso tempo à espera. Depois lixaram-me as unhas manualmente, com uma lima de unhas e o processo é imensamente demorado. Já vos disse que a "minha" Ana, que é baratinha tem uma lixa elétrica e que me remove o verniz em 10/15 minutos? Pois, pois já...

 

Quarta: Como não têm uma mesa de trabalho, e como só têm um aparelho de luz UV, obrigava-me a cruzar os braços, a manter um no ar, e outro ali cruzado enfiado dentro do aparelho todo torto, enquanto ela pintava as unhas. Já vos disse que a "minha" Ana tem uma maquineta de cada lado para não me obrigar a fazer ginástica? Pois, pois já...

 

Quinta: Pena que só tenha visto em casa, que caso contrário teria reclamado, as unhas não estão propriamente direitas estão completamente mal limadas, irregulares e tortas... A "minha" Ana deixa-me sempre as unhas impecavelmente perfeitas.

 

Sexta: As lâmpadas UV queimavam-me e por várias vezes tive de tirar as unhas de lá do aparelho. Questionada a rapariga diz ser normal. Quando lhe explico que faço gelinho há 9 meses e tal nunca tinha acontecido, diz que as lâmpadas são diferentes mas para eu não me preocupar. Nunca a "minha" Ana me queimou ou magoou.

 

Sétima: A menina não posso dizer que fosse propriamente antipática, mas tinha uma falta de ética profissional que nem vos digo nem vos conto: "ai aposto que a sua manicura não usa este anti-bacteriano!" "ai aposto que a sua manicura não lhe limpa o gel" "ai aposto que a sua manicura isto e aquilo".

 

OitavaPara além da falta de ética, tinha ainda falta de bom senso. Eu levava manicura francesa e ela atreveu-se a fazer o comentário de que não gostava nada de ver manicura francesa, que não achava nada bonito. Hmm... Atentar contra o bom gosto dos clientes não deveria de ser considerado crime? A "minha" Ana acreditem, nunca comentou as minhas opções, limita-se a pintar e não a opinar. Achei de tão mau tom...

 

Verdade, a "minha" Ana não me coloca um verniz pós fungos - felizmente não tenho esses problemas - e também é verdade que ela não passa um paninho após limpar o gel, mas a verdade é que a "minha" Ana sabe limar as unhas em condições, usa luvas e máscara - coisa que esta senhora desconhece -  deixa-me confortável e deixa-me com as minhas unhas lindas perfeitas e maravilhosas. Esta rapariga só me deixou com as unhas arranjadas e felizmente dentro de 15 dias volto à "minha" Ana que me fez tanta falta!

 

E já agora, aqui têm o contacto para quem for desta zona e quiser experimentar. Porque se a Jean Louis David merece um puxão de orelhas pelo péssimo serviço, a "minha" Ana merece uma ovação em pé!

A Mula também experimenta coisas e fala sobre isso #10 Pink Paris Cosmetics

Lembram-se do lema: A Mula experimentou, não gostou, fala na mesma? Cá vai a Mula!

 

A Mula adora pechinchas, e agora que estava desempregada e com novos vícios, graças aos vlogs do demo, pior. E encontrei uma grande pechincha no meu site de compras online favorito, que vocês já sabem: Showroomprive, de uma empresa que desconhecia da qual nunca tinha ouvido falar mas que, me inspirou alguma confiança: A Pink Paris Cosmetics e fiz uma encomenda, só com coisas baratinhas para experimentar, e eis que descubro que há pechinchas que não valem os cêntimos que lhes damos.

 

Bem sei, que coisas baratas não se equiparam a coisas caras, ainda que hajam coisas baratas com elevada qualidade, pensei que poderia estar perante essa situação, mas não. Vocês, meninas que andam pela Showroomprive, um conselho que vos dou é, não desperdicem os vossos cêntimos, não vale a pena.

 

Eis a minha encomenda, para respetiva crítica.

 

Pink Paris Cosmetics.png

 

Nem sei por onde começar... Comecemos pelo início então.

 

Rimmel Azul

Gostei do rimmel, gostei da cor discreta que quase não se nota que é azul mas que dá um quê diferente e que tenciono usar e abusar durante o verão, no entanto o material quer da embalagem exterior quer do pincel é muito má, muito má, e até a qualidade da tinta é má e que não é muito fácil de espalhar de modo a que se veja alguma coisa, mas pronto, tendo em conta que custou 2,30€ acho que não posso reclamar muito. É super difícil de sair também - e olhem que eu uso sempre rimmel à prova de água e não costumo ter dificuldades em retirar... - e fica cheio de bolinhas de sujidade na cara. Mas olhem gosto da cor e tenciono voltar a usar, pelo que dentro destes produtos todos não é o pior.

 

Eye-liner

Uma vez mais a qualidade do material é assustador, tentei aplicar, e apesar de eu não conseguir fazer um risco direitinho que nada tem a ver com o material em si, a verdade é que até consegui fazer um risco porreiro tento em conta que o pincel é bastante rígido e fino o que ajuda, mas... é demasiado líquido, borrata tudo e escorre, quando fui a ver estava toda negra. A grande vantagem é que é fácil de retirar, um pouquinho de água micelar e um algodão e está resolvido. Não aconselho nem um pouco, nem por 1,80€, é dinheiro deitado completamente ao lixo.

 

Paleta 12 sombras Nº 135

Eis que há algo aceitável no meio desta encomenda. Fazem quase lembrar as maquilhagens das crianças e se não tivermos cuidado com a aplicação todas nós somos brilhos e brilhantes, mas gostei das cores, a durabilidade não posso testar porque tenho pele oleosa e não há nada que dure efetivamente o dia todo. Quando comprei a paleta não tive em atenção e é só cores brilhantes e o que eu queria era cores mate, mas isso é erro meu, mas apesar de tudo gosto da variedade de cores, gosto das cores em si e com cuidado aplica-se relativamente bem o produto e é também fácil de remover. Custou 1,80€ e tendo em conta o preço, foi uma boa compra.

 

Pó Compacto

É o único produto da encomenda que não consigo avaliar convenientemente porque nunca tinha usado pó compacto por isso não sei como é que é suposto que ele seja. O que eu noto, e não sei se é suposto, é que ao sol se nota demasiado que o temos, e parece que exageramos na base que colocamos, ainda que no interior não se note. Não me impede nada, nadinha os brilhos da pele, apesar de manter a pele relativamente seca por uma boa meia hora/uma hora. Faz muito lixo a aplicar, o pó para compacto parece-me muito pouco compacto e solta-se demasiado mal se encosta o pincel. Não gostei, mas é como digo, não tenho termo de comparação.

 

Conjunto de 6 pincéis

Aqui é que a porca torce o rabo. É o pior de todos os produtos deste conjunto. Nunca vi nada tão mau. Há inclusivé pincéis que vêm descolados. O pincel grande, eventualmente para base ou blush solta as cerdas de uma forma assustadora, depois de aplicar o blush olhei para a minha cara e estava carregadinha de pêlos do pincel e o lavatório todo carregado deles também. Não os queria nem que fossem de borla porque não servem para absolutamente nada. Se os outros produtos não prestam mas dão para utilizar, estes pincéis nem isso, foi a pior compra de sempre.

 

Já demonstrei o meu desagrado com a marca junto da showroomprive, porque acho que são este tipo de compras que faz uma pessoa ficar desanimada com esta loja online, ainda que eles sejam apenas intermediários entre as marcas e o cliente, mas efetivamente acho que mancha a reputação. Pink Paris Cosmetics, nunca mais.

A Mula também experimenta coisas e fala sobre isso #9 Protector de Calor Nutrifier da Loreal

Nunca fui grande fã de protetores térmicos. Reconheço-lhes importância mas nunca fui fã porque sempre tive dificuldades em encontrar produtos que não tornassem o meu cabelo ainda mais oleoso do que já é, e já tinha experimentado alguns protetores em spray e em creme e não gostava do resultado, porque ficava com o cabelo pesado e um tanto gorduroso e não gostava do cheiro. Outro problema que lhes encontrava era o facto de, se usasse com o cabelo apenas húmido e não molhado, tornava a secagem muito mais demorada, e vocês sabem, eu gosto de cuidar do cabelo mas não tenho paciência nenhuma, por isso tenho de usar produtos que me facilitem o dia-a-dia e não me empatem.

 

Este é diferente do que eu já tinha experimentado. Mas já lá vamos.

 

Antes de mais explicar-vos para que serve um protetor de calor.

 

Não é segredo para ninguém que o excesso de calor agride o cabelo, seja dos secadores, das placas de alisamento ou o sol. A poluição e o frio no exterior também não ajudam a que o cabelo se mantenha saudável e por isso o cabelo fica mais sensível, quebra, fica com pontas espigadas e sem brilho. Por isso devemos proteger o nosso cabelo para minimizar as agressões que lhe provocamos, seja ao modelar o cabelo usando um protetor térmico, seja no verão, quando expostos ao sol, ao usar um protetor solar para cabelo.

 

Comprei este protetor térmico da Loreal da gama Nutrifier em promoção na Showroomprive, que já sabem que sou fã e é lá que compro todos os meus produtos para o cabelo, uma vez que consigo melhores preços do que nas lojas físicas.

 

Este protetor de calor protege os cabelos até à temperatura de 230ºC - eu nunca passo dos 180ºC - e é essencialmente para cabelos secos. Para cabelos secos, Mula? Mas o teu cabelo não é oleoso? O meu cabelo é oleoso na raiz, bastante até, mas as pontas e o crescimento são tendencialmente secos devido à coloração constante, e então gosto de usar produtos que ajudem a hidratar esta parte do cabelo, mas daí o meu grande receio com este produto. Os protetores de calor não se usam na raiz, mas sim no comprimento, por isso se têm uma espécie de cabelo misto como o meu, podem usar sem medo.

 

Este protetor de calor é também recomendado para quem tem cabelos subnutridos, que é o meu caso, e posso dizer-vos que gostei muito do resultado. Ao contrário do que eu temia, e apesar de ter óleo de coco e glicerol o cabelo fica muito sedoso mas sem pesar. Não fica pastoso, não torna a secagem mais demorada e o que mais sobressai neste produto é o cheiro, que permanece mesmo após a secagem do cabelo. Muito bom. Quanto ao brilho não sei dizer, porque finalizo sempre o brushing com o elixir da Orofluido que deixa o cabelo muito brilhante por si só.

 

O que noto quando uso este produto é que o alisamento - ou até mesmo quando uso o babyliss - dura mais tempo, e o cabelo parece que ganha mais corpo e que fica mais forte - aqui não sei se é suposto, mas eu noto isso, o meu cabelo é muito fino e qualquer produto que lhe dê corpo sinto logo.

 

O que não gosto no produto é a embalagem. Não dá para dosear muito bem a quantidade. Como tenho o cabelo fino só preciso de usar uma pequena noz e é complicado porque ainda por cima a embalagem fica de cabeça para baixo e mal se abre sai logo uma "grande" quantidade de produto. Coloco grande entre aspas, uma vez que não sai uma enormidade de produto, mas sai mais do que eu desejaria, ao passo que se a embalagem tivesse uma espécie de doseador seria mais fácil, estou a gastar mais do que desejo e desnecessariamente.

 

A Mula aprova o Protetor Nutrifier da Loreal sem qualquer contrapartida ou apoio da marca. Experimentou, gostou, falou, lema aqui da Mula. Ou então: Experimentou, não gostou, fala na mesma, que também serve para ajudar os outros a não cometerem erros de casting.

A Mula foi ao DeGema...

... E não ficou surpreendida nem assoberbada.

 

Abriu um DeGema no Maiashopping, aproveitamos que fomos lá ao cinema e decidimos experimentar os tão bem falados hambúrgueres da moda. As expectativas estavam altas. Eu para não variar pedi um hambúrguer vegetariano - os meus favoritos - o Um calhau com dois olhos, com cogumelos portobello, espinafres e maçã caramelizada, ele pediu um Ganda Sostra literalmente com tudo e mais alguma coisa.

 

IMG_20170219_203813.jpg

(Um calhau com dois olhos com espinafres e cogumelos portobello)

 

Quanto às batatas, umas vieram às rodelas, outras aos palitos, escolhemos as duas para provar. Ambas vieram frias e pouco crocantes Acho que esta foi a grande desilusão. No caso das batatas às rodelas, vinham por cima do molho de uma tal maneira, que só quase no fim das batatas às rodelas é que descobri que também tinham direito a molho e o molho achei-o demasiado picante, mas aqui admito que é uma preferência pessoal, gosto deles com mais sabor a alho!

 

Os hambúrgueres são saborosos, mas não são nada de especial e são acima de tudo muito difíceis de comer. Vêm com demasiado molho o que faz com que o pão fique muito mole e os guardanapos todos encharcados. Metade do hambúrguer cai no prato de tão difícil que é de comer. Não os achei adequados para comer à mão, mas não nos foram facilitados talheres para o efeito. Quanto ao meu, tive pena de quase não sentir o sabor da maçã caramelizada, onde os espinafres eram em excesso e abafavam o sabor de tudo o resto. O dele, o Ganda Sostra, achei-o mais saboroso, os sabores mais intensos, mas quase impossível de comer à mão, escangalhava-se todo...

 

IMG_20170219_203821.jpg

(Ganda Sostra - Acho que aqui dá para ver o que eu quero dizer com... excesso de molho)

 

Em suma, são aqueles hambúrgueres que são uma verdadeira javardice para comer num centro comercial. Mas admito a culpa, eu é que se calhar escolhi um mau sítio para os provar. Para não ajudar, achei-os muito pesados, muito indigestos e umas horas mais tarde, tanto eu como o Mulo parecíamos que tínhamos uns pedregulhos no estômago, e nós comemos francesinhas!

 

Gosto do conceito. Sou fã do Baixa Burguer, para mim os melhores hambúrgueres artesanais da zona. Mas não fiquei fã dos hambúrgueres do DeGema, posso ter tido muito azar, mas são estes azares que me fazem não querer repetir um restaurante.

 

Fiquei com pena...

A melhor panna cotta do mundo é no TidBit

Não digo que seja efetivamente a melhor do mundo, mas é sem dúvida a melhor que eu já comi. 

 

Sábado à noite foi noite de conhecer uma blogger aqui do pedaço que já estava há alguns meses para conhecer. Após descobrirmos que tínhamos uma amiga em comum, lá marcamos uma jantarada e assim conheci o TidBit e a m-M, duas grandes e boas surpresas.

 

O espaço é muito agradável, os funcionários muito simpáticos e prestáveis e de bom-humor, o que é bastante importante em jantares de amigos. Achei o serviço um pouco lento, mas com uma conversa agradável isso não se sentiu.

 

Começando pelas entradas, apesar de ter sido as saídas que mais me impressionaram.

 

Começamos por uns rissóis de carne super recheados, e bem saborosos. Foi uma boa maneira de começar a noite. Seguiu-se uma espécie de pão de alho com queijo que nada mais é que um pão de alho em forma de pizza e com massa de pizza. Muito saboroso e diferente do habitual. Fiquei curiosa com os pratos seguintes.

 

Eu pedi um linguine al samon o Mulo como não podia deixar de ser uma pizza. A pizza de massa fina era bastante crocante e muito saborosa, enorme, acho que num almoço ou para um jantar leve uma pizza daquelas para duas pessoas é mais do que suficiente. O meu linguine estava, para mim, que estou habituada a cozinhar com pouco sal, confesso que o senti um pouco salgado, o salmão estava bastante apurado, e estranhei um pouco, mas estava muito saboroso. Uma vez mais, um prato que dava para partilhar. Mesmo o Risotto da m-M, era enorme, acho que as doses são realmente gigantes.

 

1487555696064.jpg

 

A sobremesa foi sem dúvida a grande revelação. 

 

Pedi uma panna cotta de citrinos com coulis de framboesa e frutos vermelhos. Até me babo só de me lembrar. Confesso que quando imaginei a panna cotta de citrinos a imaginei pouco branca, e fiquei a pensar quando a trouxeram que afinal seria uma panna cotta normalíssima, mas não foi o que encontrei. Tinha um sabor cítrico, entre o limão e o alaranjado, bastante docinha, contrabalançada com a acidez dos frutos vermelhos. Sem dúvida deliciosa!

 

1487555805071.jpg

 

Sou fã de italiano. Desde sempre que a minha especialidade cá em casa são massas, quando vim de Milão passei a procurar por aqui perto restaurantes italianos que me pudessem colmatar as saudades de Milão e este entra sem dúvida para a lista dos restaurantes italianos a repetir.

 

Quem já conhece o TidBit?

A Mula também experimenta coisas e fala sobre isso #8 Escova Satin Hair 7 IONTEC da Braun

A propósito do meu problema da eletricidade estática em excesso, hoje decidi falar-vos de uma escova que combate esse excesso de eletricidade estática no cabelo*.

 

Sofro deste problema desde pequena, essencialmente no cabelo, essencialmente no inverno por causa das malhas. Lembro-me de usar uma espécie de leave-in que me reduzia este excesso de eletricidade mas como o meu cabelo é muito oleoso, deixava-me o cabelo demasiado pastoso e eu não gostava. Lá na loja onde trabalhava, era um verdadeiro problema por causa dos ponchos quentes que precisava de usar para não morrer congelada nos dias mais frios, e isso significava andar com os cabelos todos no ar e ouvir constantemente aqueles estalinhos horríveis do cabelo a elevar-se.

 

Felizmente um dia ofereceram-me algo cuja existência desconhecia: a  Escova Satin Hair 7 IONTEC da Braun:

 

 

Confesso que ao início estava cética: a sério que há uma escova que remove a eletricidade estática do cabelo?... Mas sou bem educada e ensinaram-me que a cavalo dado não se olha o dente e apressei-me em experimentá-la.

 

E não é que funciona realmente?

 

Tenho-a há cerca de 2 anos e a dita é uma maravilha. Quando começamos a sentir o cabelo a levantar e com os ditos estalinhos, pegamos na escova, ligamos para ativar o jacto de iões e é ver a magia acontecer. Há alturas mais críticas que ando inclusive com a escova atrás de mim na carteira para situações de emergência. Com uma escova normal, num período mais crítico, quanto mais penteio mais o cabelo se eleva, com esta acontece totalmente o contrário e em apenas alguns segundos.

 

Só tem um senão. Cuidado com a parte de trás da escova, que creio que é por lá que passam os iões, que aquilo dá choque se nos toca nas orelhas. A primeira vez assustei-me e fiquei com medo da escova, mas agora já me habituei e não há problema. No fundo, ao tocarmos lá com o jacto ligado, estão os iões a circular e é uma forma deles dizerem "não nos incomodes, deixa-nos passar, que estamos a trabalhar", tudo bem, não gosto de empatar ninguém nesta vida.

 

A escova é também conhecida por deixar o cabelo mais liso e brilhante, mais brilhante sim, porque fica mais sedoso e bem penteado sem repuxar, mas não noto que me alise o cabelo, quanto a isso não noto diferença para uma escova dita normal, no entanto, não a uso para me pentear apenas para finalizar o penteado e retirar a eletricidade estática que possa estar acumulada e me possa vir a incomodar.

 

E vocês já conheciam esta escova? Usam?

 

 

Agora só preciso de encontrar algo que me tire a eletricidade estática exagerada das mãos e da cara!

Hambúrgueres Artesanais em Ermesinde é no Paletes Burger Caffé

Quem me conhece sabe que adoro hambúrgueres, talvez por isso o meu primeiro trabalho tenha sido numa hamburgueria muito famosa da nossa praça.

 

Por ser apreciadora, estou sempre em busca de novos locais onde possa saborear bons hambúrgueres, que saibam verdadeiramente a carne, de preferência com preços acessíveis, perto de casa. Assim encontrei por acaso o Paletes Burger Caffé em Ermesinde, na Rua Gil Vicente, perto do parque urbano de Ermesinde, numa altura em que irmos ao Baixa Burguer - um dos meus favoritos - estava fora de questão. Ai se eu tivesse sabido disto quando andei no ginásio lá perto!

 

64470_1201857776508933_3758387454970708670_n.jpg

 

O conceito não é novo, a decoração americana do restaurante também não - paletes, carro na parede, disco de vinil a fazer de individuais -, mas a simpatia de quem nos atende faz-nos querer regressar, aí é muito diferente de outras hamburguerias mais conhecidas, que parece que fazem tudo para despachar sem se importarem verdadeiramente por cativar o cliente, aí, se os ditos não valerem por si, então nada salva a casa.

 

paletes bar 1.jpg

 

 

Chegamos cedo. A bem dizer, cedo não é a palavra certa. Tivemos cá fora à espera que abrisse, por isso fomos logo os primeiros a entrar, ainda não era bem hora de jantar, por isso seria de prever que demoraríamos algum tempo a sermos servidos, para que tivessem tempo de aquecer os grelhadores e afins. Não aconteceu, fomos servidos bastante rápido, e ainda bem, que confesso, estávamos cá com uma fome...

 

O meu, para não variar, mais agridoce, com maçã, cebola caramelizada e queijo da serra, o dele, mais forte, com bacon, cebola frita e cheddar. Os restantes hambúrgueres da carta são bastante variados, há ingredientes para todos os gostos, e existe a facilidade de substituir ingredientes que não gostamos por outros.

 

paletes bar 2.jpg

 

Os hambúrgueres são sem dúvida, deliciosos, as batatas às rodelas caseiras, foram servidas bem quentes e bem secas. Um ponto negativo, e deixo desde já aqui a sugestão, o molho para as batatas é insuficiente tendo em conta a boa dose de batatas que servem. Fui obrigada a ir roubar molho ao Mulo, que costuma comer as batatas só no final, e ainda por cima o molho, de alho, é bem saboroso, o que ficou a saber a pouco. Provavelmente, e tendo em conta a simpatia da funcionária, se tivesse pedido mais molho teriam servido, mas acho que a dose é realmente muito reduzida. Algo que me desagradou também no restaurante é a altura das cadeiras face às mesas, é mesa tipo bar, em que a mesa e bancos são praticamente da mesma altura e torna a refeição um pouco mais desconfortável, no entanto, felizmente estes hambúrgueres são super simples de comer, apesar de não serem pequenos, o que nos permitiu facilmente pegar neles sem medo de nos sujarmos, o que acontece com outras hamburguerias mais fancy, onde por vezes são muito bons, mas acabamos a espalhar o hambúrguer pelo prato, pelo chão e pior... pela roupa. Aqui não aconteceu, comemos sem problemas.

 

Para terminar a refeição em grande, e se os hambúrgueres já eram irrepreensíveis, chegou a sobremesa, por sugestão da menina: bolo de chocolate com coco. Cinco palavras: DE-LI-CI-O-SO!

 

bolo.jpg

 

 

E quem é que daqui já foi ao Paletes Burger Caffé?

A Mula também experimenta coisas e fala sobre isso #7 Coloração INOA vs Farmavita

Usei durante muito tempo as tintas da Farmavita, primeiro as normais, depois as sem amoníaco, e estava bastante satisfeita, essencialmente com as sem amoníaco, que o cheiro das tintas com amoníaco roça o insuportável para pintar em casa, numa casa de banho pequena como a minha. Depois do alisamento progressivo achei que deveria de investir num outro tipo de produto para não danificar o cabelo e prolongar a durabilidade do alisamento, assim decidi mudar para a considerada coloração das colorações: coloração INOA. 

 

Mas será que a coloração INOA é realmente melhor que a coloração da Farmavita?

 

A Pluricosmética tem uma grande parte da gama INOA a metade do preço, a 7,99€, e só algumas cores, como é o caso da Carmillane que pintei da última vez é que fica a 12€. Assim a diferença de preços para as da farmavita ainda são consideráveis, visto que a embalagem de 100ml custa 9,5€ (mais 1€ e pouco do oxidante, creio) e dá para duas utilizações se o cabelo não for muito comprido, já as da INOA são de 50ml e dão apenas para uma utilização. Também na INOA o oxidante é comprado à parte, e uma embalagem de 1lt que me custou cerca de 13€ dá para imensas utilizações, uma vez que a proporção é 1:1.

 

Quando comecei a pintar INOA comecei pelos vermelhos escuros, e fui aclarando, até que passei para os ruivos e voltei a regressar agora com a Carmillane aos vermelhos. Na farmavita só pintei em tons de castanho e vermelhos, nunca fui aos ruivos.

 

(cor escolhida da última vez e a manter durante as próximas colorações)

 

 

E que tenho eu a dizer sobre a coloração INOA? Tem uma grande vantagem face às da farmavita, que é a ausência quase total de odor. Tenho a dizer que é de facto uma coloração muito boa com uma variedade enorme de tonalidades mas que tem um problema: Não seca o cabelo! Oh Mula, mas desde quando é que isso é um problema? Desde que tenho o cabelo oleoso e pintava o cabelo para que ficasse mais seco... E isso agora não acontece, por isso, sim é uma tinta bastante hidratante e não seca, de todo o cabelo. No entanto, não acho que dure mais tempo que a coloração farmavita, neste aspeto não noto qualquer diferença. Confesso que não uso o champô da INOA para lavar após a coloração, uso o meu champô normal para cabelos pintados - neste momento uso o Lumino Color - da Loreal, e admito que possa ser esse o problema.

 

Acho, ainda assim, a farmavita mais fácil de espalhar e de se entranhar nos fios, com a INOA, que é mais espessa, já por duas vezes reparei que em algumas zonas junto à raiz não coloriu, essencialmente nas zonas junto às orelhas. Tem por isso de se espalhar muito bem, cuidadosamente para não manchar, com a farmavita nunca precisei de ter estes cuidados e correu sempre tudo bem.

 

A farmavita para o meu cabelo acaba por ser melhor, na medida em que me seca mais a raiz como eu preciso para reduzir a oleosidade, e por isso assim que terminar o oxidante da INOA devo regressar à farmavita, que sendo mais barata, sendo mais fácil de aplicar e tendo a mesma durabilidade, parece ter por isso uma boa relação qualidade-preço.

 

Procuram sushi bom, a bom preço? O restaurante Arco-Iris em Matosinhos e e Home Sweet Sushi no Porto, têm!

O primeiro contacto que tive com sushi a sério, foi quando estive de férias no Luxemburgo. Aí conheci o sushi da cadeia Sushi Shop. Escusado será dizer que foi o melhor sushi que já comi em toda a minha vida! Não é barato, mas é delicioso. Carreguem ali em Sushi Shop e deliciem-se com as iguarias que eles produzem! Já tinha provado uma vez em Londres, mas foi só mesmo isso, uma prova, ainda que tenha sido paixão à primeira degustação.

 

Desde essas férias que me empenhei em descobrir onde poderia comprar sushi aqui no Porto e de preferência sem deixar o meu ordenado, o meu subsídio de férias e o meu subsídio de Natal no restaurante. Sim, que isto de sushi bonito aqui no Porto só não nos custa os olhos da cara porque isso seria crime.

 

Após algumas tentativas falhadas, encontrei um que me satisfaz perfeitamente a gula e tem preços bem baratinhos: O Restaurante Arco-Íris, que se situa na Rua de Brito Capelo em Matosinhos. Nunca comi no restaurante, pelo que sei os preços são diferentes e os menus também, tenho apenas experiência do serviço de take-away. Em take-away no Arco-Íris compramos uma caixa de 5€ e trazemos uma caixa cheia, ou seja, cada caixa trás entre 15 a 20 peças, depende do tamanho das peças. O peixe é muito fresco, vemos a ser confecionado e a dose de arroz e peixe é bem equilibrada. O único senão é a falta de compreensão do que trás cada caixa na hora de pedir. Têm sobre o balcão as fotografias das caixas e basicamente escolhemos as caixas que os nossos olhos pedirem - que isto já se sabe, que os olhos também comem. Eu cá já tenho as minhas caixas favoritas apontes para nunca errar, porque já pedi outras caixas que não apreciei tanto, não sou nada fã dos mix de fruta nem de niguiris, por exemplo. As minhas caixas têm de ter fritos de todas as maneiras e feitios, hot filadéphia, e hosomakis de salmão. São estes os meus rolinhos de peixe favoritos. E eles têm isso tudo por isso para mim é-me mais do que suficiente. Acima de tudo o que importa reter é que nunca um sushi do Arco-Íris me fez mal.

 

Arco-Iris.jpg

 

Quando às vezes estou no trabalho e me apetece sushi costumo dar um pulinho à Noori do Centro Comercial do Via Catarina, mas os menus são demasiado caros para as peças que trazem: 5€ 8 peças, e não é nada de especial para além de terem pouca variedade. Assim só recorro ao Noori quando estou mesmo com muitos desejos, qual ressacada a precisar da dose.

 

Semana passada estava com apetites, mas estava a trabalhar sozinha e não podia sair, e não tinha trazido almoço. Lembrei-me que em tempos me tinha cruzado com publicidade a um restaurante que fazia entregas gratuitas na cidade do Porto e assim experimentei o serviço de entregas do Home Sweet Sushi que se localiza na Rua Francois Guichard, perto do estádio do Bessa. Liguei para lá para pedir, o atendimento foi 5* muito simpáticos informaram-me quais os horários disponíveis para entrega, pedi e no horário solicitado cá estava o meu almoço, ainda quentinho - não é uma piada, está bem? Eu pedi fritos! - e preparado com todo o cuidado. Verdadeiramente um sushi fotográfico. Os preços são um bocadinho superiores aos que o take-away do Arco-Íris me habituou no entanto, e ainda assim, considero que tem uma boa relação qualidade-preço. Pedi uma caixa com um mix de 14 peças + 5 peças quentes e paguei 12€. Tanto quanto percebi essas peças podem variar consoante o dia e por isso diariamente os mix's são diferentes. Foi o que eu percebi já que eles se referem aos menus como "menus do dia". O peixe vinha fresco, a dose arroz e peixe estava bastante equilibrado e as peças eram muito saborosas. O único senão é que não devem estar preparados para entregar em lojas, como era o meu caso, e não veio nenhum copinho para eu poder verter o molho de soja, pelo que tive que regar o molho de soja pelas peças de sushi e não mergulhar o sushi na soja. Mas pormenores à parte, gostei muito e será para repetir.

 

HSS.jpg

 

Por isso já sabem, é possível comerem bom sushi - disse bom, não disse divinal, perfeito e majestoso, por isso nivelem as expectativas - a muito bom preço.

 

Alguém já experimentou algum destes restaurantes? Qual é a vossa opinião?

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.