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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

A verdadeira aventura! #3

Parei no tempo e entrei em coma, é que só pode! Esqueci-me de vos contar o final da aventura que foi ir à Holanda buscar a minha carrinha, a 3000 km de casa! A minha versão de interrail mas versão carro, que ocorreu ao longo de 5 dias e que envolveu 6 países diferentes - incluindo Portugal - e muitas horas de estrada. Fico cansada só de me lembrar.

 

Sintonizando-vos:

 

Depois de vir de Lua-de-Mel achamos que ainda não tínhamos viajado o suficiente e fomos, com um casal amigo, comprar um carro a Eindhoven. O problema é que a ideia inicial era ir buscar o carro a Estugarda, na Alemanha e por isso os nossos voos de ida tinham sido comprados para Estugarda, a 500km de Eindhoven, onde começamos a nossa aventura. Alugamos por isso um carro no aeroporto e lá fomos nós. Passamos por várias cidades, como Mannheim, Colónia, Eindoven, Liège, Paris, e no quarto dia visitamos Le Mans, onde ficamos a dormir.

 

Le Mans, é uma pequena cidade francesa situada na região de Sarthe nas margens do Rio Sarthe, sendo conhecida pela corrida automobilística 24 Horas de Le Mans que decorre anualmente. 

 

No dia anterior demos uma pequena volta para ver se seria viável irmos conhecer no dia seguinte, e como o seu centro era relativamente pequeno passamos uma parte da manhã em Le Mans. Apanhamos o elétrico (apesar de ser quase igual ao metro do Porto) perto de onde ficamos a dormir e lá fomos feitos turistas tomar o pequeno-almoço. E imaginem lá quem estava na mesa ao lado a tomar o pequeno-almoço, a falar alto e a dizer palavrões? Duas portuguesas, emigrantes, pois claro. Quando nos ouviram falar ficaram assim a olhar para nós muito fixamente e começaram a falar mais baixo, alguém compreendia o que elas estavam para ali a praguejar.

 

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Como podem ver, visitamos apenas a parte mais moderna de Le Mans, não tivemos tempo para ver a parte medieval, mas ainda assim, do ponto de visto arquitetónico é uma cidade muito interessante e com elétricos sempre a passar, apesar de ser sábado. E porque ainda tínhamos uma longa viagem pela frente, foi tempo de seguir, e quando estávamos a abandonar a cidade, vimos o castelo lá ao longe.

 

IMG_3588(1).jpg

 

Next stop: Niort!

 

Em Le Mans paramos para fazer umas compras para almoço, e almoçamos tipo piquenique em Niort. Nunca tinha ouvido falar desta cidade, e tenho a dizer-vos que é muito bonita.

 

Situada na região de Poitou-Charentes no centro-oeste Francês, Niort é uma viagem à era medieval, como iremos ver de seguida. O que achei curioso é que no centro histórico, existe uma carrinha, tipo autocarro, circular que liga vários pontos da cidade de forma totalmente gratuito. Deixamos por isso o carro fora do centro histórico e fomos dar uma volta na carrinha para ver o que a cidade tinha para nos oferecer. O sol estava tão forte que poucas fotos deram para tirar, o que foi uma pena.

 

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E por isso deixo-vos com algumas fotos para que não tenham dúvidas de que Niort é realmente uma cidade pitoresca e perfeita para um fim-de-semana romântico a dois. Eu pelo menos tenciono voltar e explorar esta cidade em condições.

 

Niort.jpg

(imagens retiradas daqui)

 

E daqui seguimos para Azpeitia, 500km depois, onde dormimos num local assustador no meio do nada, cujas pessoas pareciam tiradas de um filme de terror, e os quartos tinham teias de aranha. Felizmente os lençóis estavam limpinhos e cheiravam bem e depois de um dia cansativo, é só isso que importa realmente. Dormi que nem um bebé mas de manhã saímos tão rapidamente quanto nos foi possível já que as pessoas continuavam a agir de forma estranha connosco.

 

Azpeitia, é uma cidade situada a 40 km de San Sebastian, no País Basco em Espanha, que possui um museu ferroviário que já vos apresentei aqui e foi o nosso grande objetivo da passagem pelo País Basco.

 

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Depois de Azpeitia, ainda paramos em Burgos para almoçar mas com muita pena minha não sobrou tempo para visitar. Viemos direitinhos até ao Porto e a viagem foi concluída com sucesso!

 

Depois a aventura foi legalizar a carrinha: Uma aventura pela burocracia portuguesa! Mas correu lindamente, estou muito satisfeita e acima de tudo se fosse necessário, fazia tudo novamente! 

 

3000 km em 5 dias, 6 países diferentes - Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Espanha e Portugal - 4 pessoas a viajar dentro de um carro a suar que nem uns bisontes em pleno verão! O ideal teria sido ir o dobro do tempo, para podermos ver muito melhor tudo. Sendo que o que deixou mais pena foi não ver devidamente a cidade de Colónia, Niort e explorar melhor o País Basco e... Por amor da santa nem me falem de Paris, que ainda estou traumatizada e não quero falar sobre isso!

 

Mas fomos felizes! Vivam as aventuras!

 

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Outros episódios da saga:

A verdadeira aventura! #1

A verdadeira aventura! #2

O hábito faz o monge

E porque hoje estamos a falar de carros...

 

Não gosto de conduzir. Nunca gostei. Tirei a carta porque dá jeito e apesar de nunca me arrepender de a ter tirado, a verdade é que fujo a sete pés do posto de condução, sempre que possível. Sempre fui assim. Sou das que prefere ir ao lado com os olhos postos na paisagem.

 

Quando tenho de conduzir não o faço com grande naturalidade, fico muito tensa, fico muito alerta, e isso sente-se nos meus músculos da cara, e nos ombros, essencialmente nos ombros. Tensos que doem. Se tenho de ir a um local que conheço bem não há grande problema, se tenho de ir a um local diferente causa-me alguma ansiedade, e fico logo a pensar "onde raio vou colocar o carro?" , "e se me perder?..." e outras questões altamente stressantes para a minha alma.

 

Apesar de tudo não me considero má condutora. Apesar de não conduzir a grande velocidade também não sou das que vai a 50km/hora na autoestrada, gosto de cumprir os limites, e só por distração - ou por impaciência - os excedo - a sério, gente do norte, vocês compreendem, é impossível circular a 50km/h na circunvalação, é simplesmente im-po-ssí-vel, não é compatível com o perfil da estrada, vocês compreendem, não compreendem?

 

Quem olhar para mim, até acho que passo a mensagem de que sou experiente e confiante ao volante. Não sou. Tenho carta há quase 9 anos, levo o carro para qualquer lado se tiver de ser, não faço grandes figurinhas, salvo raras exceções, mas acho que o facto de ser altamente impaciente - sou infelizmente um animal encartado - me prejudica, apesar de em situações extremas até conseguir manter o sangue frio. Já perdi o controlo do carro por duas ou três vezes devido a óleo na estrada e consegui manter o sangue frio para voltar a assumir o controlo do bicho, depois... Depois quando tomo consciência do que aconteceu é que é o problema, e parece que deixo de saber conduzir com tanto tique e tremelique.

 

Agora com o Mulo neste estado, não há outra forma, sou eu que ando com o carro para aqui e para ali, porque é mais prático, porque é mais rápido, ou apenas mais confortável. Verdade é que agora lhe começo a tomar o gosto, parece que conduzo mais confortável, com outra confiança.

 

Quanto tínhamos dois carros e eu conduzia com mais regularidade, fazia-o de modo mais descontraída, essencialmente se ia sozinha - não sei porquê adoro conduzir sem companhia - e levava o meu bolinhas para qualquer lado sem medo, até porque me dava a sensação de que o poderia quase colocar no bolso se precisasse. Agora com a carrinha a situação é diferente, ela é gigante, fico sempre com a sensação de que não vai caber nos lugares de estacionamento e que não vai virar em condições se for preciso fazer alguma inversão de marcha. Mas a verdade é que 6 dias seguidos a conduzi-la por obrigação me deu uma outra perspetiva e estranhamente estou a gostar de a conduzir, e não o faço por obrigação. No Domingo até fui para o trabalho de carro quando podia ir, como sempre, de comboio!...

 

Parece que sim, que sou só avessa a coisas novas e que depois de me habituar já não há problema. Mas atenção, continuo a não gostar de ir por locais que desconheço, ainda que o GPS embutido e sempre disponível, me dá uma sensação de tranquilidade do caraças! E odeio que me buzinem aos ouvidos enquanto conduzo... Ó se odeio!

A verdadeira aventura! #2

Ora vamos lá dar continuidade à aventura que originou 3000 km em apenas 5 dias. Onde é que nós tínhamos ficado?

 

Pois muito bem, voltamos a Colónia para devolver o carro alugado e seguimos viagem para Liège. Já conhecia Liège - ou achava eu que conhecia - mas vi agora partes muito bonitas que ainda não conhecia. Chegamos a Liège já fora da hora de jantar, e apesar de estarmos a dormir perto de três restaurantes a verdade é que estavam todos fechados. Fomos dar uma volta à cidade para tentar encontrar qualquer coisa para comer. Nada. Demos voltas e voltas e não encontramos nada aberto. A cidade parecia completamente adormecida. Só quando desistimos, cheios de fome e já a regressar ao hotel é que encontramos um pequeno estabelecimento de Kebab's, aparentemente aberto - descobrimos entretanto que deveria de ter acabado de abrir - e entramos a medo. Entro, vejo quatro homens sentados ao fundo da sala e pergunto a medo se ainda serviam. O senhor meio atónito e provavelmente a perguntar-se como é que nós, turistas, tínhamos dado com aquele cantinho, serve-nos de imediato, muito simpático, muito solícito. Foi, ainda por cima, a refeição mais barata das férias. Primeiro ainda achávamos que iríamos passar o dia seguinte enfiados na casa de banho, tendo em conta o sítio manhoso que era, mas não é que os kebab's eram bons e frescos? Foi uma agradável surpresa e felizmente não fomos dormir de barriguita vazia.

 

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(Vários pontos da cidade de Liège)

 

No dia seguinte fomos dar um pequeno passeio pela cidade, onde tomamos um saboroso pequeno almoço no EXKI, um conceito bastante semelhante ao Prêt-a-Manger que vos falei aqui e até deu, de certa forma, para matar as saudades dos croissants do Prêt, mas confesso... Estes eram bons, mas os Londrinos são muito melhores.

 

Exki.jpg

(EXKI de Liège, Bélgica)

 

Para quem não sabe, Liège é a terra das melhores waffles belgas. As Gaufres de Liège são simplesmente deliciosas, que eu já tive oportunidade de provar da primeira vez que lá passei.

 

A partir daqui começamos uma maratona de quilómetros. Próximo destino: Paris (a 360km de Liège)

 

Ir a Paris foi simplesmente o maior disparate de todos desta viagem. Dizem que entramos pelo lado errado da cidade. A verdade é que não vi a beleza da mesma, não lhe encontrei romantismo algum, tendo apenas encontrado uma cidade feia, poluída, com gente pouco simpática e que não fazem a mínima ideia do que significa conduzir.

 

Logo à entrada da cidade demos de caras com centenas e centenas e centenas de sírios a pedir no meio das ruas. Logo a seguir demos de caras com 6 filas de carros numa estrada com demarcações apenas para 4 filas de carros e como tal os carros não respeitavam as demarcações, nem as direções - carros virados em vários sentidos nos mesmos locais, não conseguíamos tão pouco compreender qual era o sentido da estrada. Nunca tinha visto nada semelhante! Vimos motas a tentar passar por todo o lado - mesmo quando não cabiam - vimos lojas com roupa muito estranha. Vi todo um mundo assustador numa só cidade. Demoramos duas horas para dar a volta a dois ou três quarteirões. Dissemos que não queríamos sair, que tínhamos medo de sair do carro, que as gentes que passeavam pela cidade não nos inspiravam confiança - preconceitos à parte, eu não estava preparada para aquilo - e quando percebemos que aquela frase de os franceses só estão felizes quando a estacionar batem no carro da frente e no carro de trás não era falsa e falaciosa entramos em pânico total. O nosso pensamento foi: O nosso megáne vai sair daqui um smart! Tememos, creio, até mais pela vida do carro do que pela nossa. De repente o carro ficou silencioso, só guinchinhos de terror e suspiros se faziam ouvir... Eu passava a vida numa espécie de soluços provocados pela taquicardia. 

 

Tentamos estacionar num local mais ou menos seguro, pedimos ajuda e um polícia para encontrar um parque subterrâneo: "I don't know! I can't help you!" foi a resposta que obtivemos. Eu já só queria sair daquela cidade. Vi a Torre Eiffel ao longe, passamos uma avenida, vi a base da Torre Eiffel de perto, encontramos outra avenida e já a sair da cidade paramos para almoçar e saímos de Paris tão rápido quanto nos foi possível. Ao falarmos com a menina do restaurante onde fomos, que era portuguesa, soubemos que ela odiava morar ali e que estava ansiosa por regressar a Portugal... Pois, compreendo!

 

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(A única bela visão que tive de Paris, França)

 

 

Chegamos finalmente ao local onde íamos dormir, 200 km depois, a Le Mans, sãos e salvos e ainda hoje me pergunto como foi isso possível.

 

O quarto dia foi provavelmente o dia que mais passeamos, conhecemos Le Mans e uma linda cidade que me era totalmente desconhecida e pela qual fiquei apaixonada: Niort. Não percam o próximo episódio que eu conto-vos tudo.

A verdadeira aventura!

Como devem ter percebido, estive novamente ausente. Chegou a hora de vos contar o que andei a fazer.

 

O meu carro morreu, entretanto ressuscitou por mais uns dias e voltou a morrer. Assim sendo, e porque precisamos de carro - essencialmente o Mulo, para ir trabalhar - decidimos comprar carro. Pedimos um empréstimo e começamos a busca pelo carro semi-perfeito - é que quanto mais perfeito mais caro...

 

Como somos dos países com os carros mais caros da Europa, decidimos ir buscar um carro lá fora. Contacto aqui, contacto ali, ficamos de ir buscar um carro à Alemanha, a Nuremberga, e aproveitamos os 15 dias da lua-de-mel para o fazer. Era a oportunidade perfeita. Assim sendo, encontramos umas viagens em promoção para Estugarda e alugámos um carro para nos deslocarmos até Nuremberga. Acontece que a uma semana da viagem o stand da Alemanha deixou de nos responder aos e-mails - apesar de andarmos em negociações há pelo menos um mês. Plano B. Voamos para Estugarda e fomos ao segundo stand da lista... Só que já não era na Alemanha, mas sim na Holanda a 600 km de Estugarda... E assim fizemos 3000km em 5 dias.

 

Muitos dirão que andei a passear, muitos dirão que é uma viagem de loucos, eu digo apenas que fico cansada só de me lembrar e de olhar para o mapa.

 

Eis o resumo da nossa viagem...

 

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Para tornar a viagem menos aborrecida convidamos dois amigos para irem connosco. E lá fomos nós. O primeiro e segundo dia de viagem foram os mais divertidos, ainda estávamos pouco cansados e deu para visitarmos um pouco algumas terras que fomos encontrando pelo caminho. Os restantes dias, e porque esta semana já recomeçávamos a trabalhar, foram mais quilómetros de carro na autoestrada que passeio, e foram por isso bastante mais cansativos.

 

Porque não é só estarem sentadinhos descansados a ler, vou-vos resumir a coisa para que se cansem também só de pensar.

 

Chegamos a Estugarda, fomos buscar o nosso carro alugado, almoçamos em Mannheim (140km depois), uma terra muito simpática com alguns edifícios históricos bastante interessantes. Os alemães já se sabe... Não são um povo muito simpático e no McDonalds ainda apanhei uma croma que nem inglês falava e que olhou para o meu cartão multibanco como se fosse um ET em expedição...

 

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(Mannheim, Alemanha)

 

Seguimos viagem e fomos dormir a Colónia (a 250km de Mannheim), que fica quase na fronteira com a Holanda. Visitamos Colónia à noite, para jantar, e digo-vos que é lindíssima! A Catedral é monumental, de estilo gótico tal como eu gosto e que tive oportunidade de a visitar. É realmente incrível! Tive pena de não ter tempo para explorar melhor a cidade, que me pareceu fantástica para umas férias, mas a verdade é que quer queiramos quer não, não pudemos perder o foco que tínhamos ainda um longo caminho pela frente, e ainda não tínhamos carro!

 

(Colónia, Alemanha - Imagem retirada daqui)

 

Em Colónia tivemos uma pequena aventura, estacionamos o carro alugado num parque de estacionamento coberto e depois não sabíamos onde é que ele ficava e andamos perdidos à procura do dito cujo. A parte gira? É que de quatro caramelos ditos adultos e inteligentes, nenhum memorizou o nome do parque, ou o nome de algum edifício ou hotel nas proximidades. O pior? Andávamos com muito dinheiro no bolso! Quem nos deu um cérebro... Realmente...

 

No dia seguinte lá fomos buscar o carro à Holanda e ainda tivemos tempo para um pequeno passeio em Eindoven (a 150km de Colónia) já com o carro novo. A compra foi pacífica, vimos os carros que tínhamos falado, fizemos o test drive e trouxemos o belo carro que tanto andávamos a namorar há alguns meses.

 

Ora bem... Eindoven... Holanda... País das bicicletas! Já tinha estado em Maastricht e tinha adorado e Eindoven não foi excepção. Tirando a parte de estarmos sempre em risco de sermos atropelados por uma bicicleta, é uma cidade belíssima, com gente muito simpática e atenciosa! Adoro a Holanda! Não sei se é da ganza se do ar, a verdade é que os Holandeses são um povo muito simpático e descontraído e contrariamente a Maastricht, falamos facilmente inglês com qualquer pessoa.

 

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(Eindoven, Holanda)

 

Aqui encontramos um restaurante Italiano com uma comida deliciosa e com um conceito deveras engraçado. É um restaurante de fast food mas de pastas e pizzas, onde não há atendimento às mesas e onde se vai pedindo nos diversos balcões específicos o que queremos. Os preços não eram maus e ficaram dentro do orçamento e eu aqui até me portei bem que após alguns hambúrgueres necessitei de uma salada grega para repor o equilíbrio.

 

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(Vapiano em Eindoven, Holanda)

 

Porque nem só de coisas bonitas e deliciosas se faz uma viagem para ir buscar um carro... Tivemos de andar tudo para trás, novamente para Colónia, para devolver o carro alugado. Aqui é que foi uma grande sorte, porque na realidade teríamos de regressar a Estugarda, mas conseguimos deixar o carro a meio caminho, felizmente. Eu a dizer mal dos Alemães e afinal...

 

Next Stop: Liège, Bélgica! Será que o carro chegou a Liège sem percalços? Mas essa agora fica para amanhã que parece que já vos dei muita informação por hoje!

 

Ficaram com vontade de viajar? É que eu fiquei com vontade de ir dormir uma sesta!

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.