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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Lutar contra o excesso de peso #4

Controlo... Controlo... Controlo... Pronto já me descontrolei!

 

Perdi totalmente o controlo sobre a minha mente, pela primeira vez nestas 6 semanas de dieta. Podia culpar isto ou simplesmente a aproximação da menstruação, mas a verdade é que eu sou uma fraca.

 

É verdade que já cometi várias facadinhas na dieta ao longo destas 6 semanas, até agora todos os fins-de-semana foram um grande problema, mas foi a primeira vez que senti verdadeira gula incontrolável, como sempre senti ao longo da vida, mas que agora andava bastante controlada. Das outras vezes eu escolhi comer porcarias, desta vez é como se não fosse uma escolha, mas quase uma obrigação. Poucos, acredito, compreenderão este sentimento, mas é algo que é quase incontrolável e quando se vai a ver... Já não há volta a dar, a menos que me torne bulímica e vá ali num instante deitar tudo cá para fora. Mas eu não sou assim. Eu sou bastante compulsiva com a comida e é uma sensação que começa com uma ansiedade e termina com um pedaço de chocolate na boca. O meu cérebro quase não chega a reagir.

 

Cheguei a casa com uma vontade louca de comer um grande prato de massa com queijo. Eu não posso comer hidratos à noite, dizem. Então, decidi fazer uma vitela estufada bem apimentada e comer um pouquinho de massa para tentar acalmar o vazio na alma. Não foi suficiente. Juntei um pouco de queijo chedder para ajudar. Não foi suficiente. Fui buscar um mini gelado de fruta que tenho em casa para as horas de maior aperto. Não foi suficiente. E quando dei por mim já o travesseiro de chocolate que estava escondido na prateleira de cima do armário - para eu não ver - estava a ser devorado. Pior é que agora estas coisas caem-me mal, e sofro não só psicologicamente como fisicamente...

 

Sinto que nestes dias todo o esforço do dia foi em vão. Comi pouco ao almoço porquê? Comi apenas uma gelatina ao lanche porquê? Andei a esforçar-me para não comer fora dos horários estabelecidos para quê?... Sinto apenas que estraguei tudo.

 

E o que faziam os travesseiros em casa, perguntam vocês e muito bem? Por mim, acreditem, era algo que não entraria, mas alguém os traz porque diz que há alguém nesta casa que pode comer, e que eu sou adulta e por isso posso decidir o que como ou não como. Entendesse ele que não é nada assim...

Foi karma ou apenas mais olhos que barriga? Provavelmente foi só castigo!

Não fui a nenhuma festa da cidade este ano. Contrariamente ao habitual, não fui ao Sr. de Matosinhos, nem ao S. João, nem tão pouco reunimos uma mesa de amigos - como acontece anualmente - na festa do S. Pedro.

 

No fim-de-semana fomos à Agit'Águeda, e eu achei que merecia um jantar de festa. Assim, ele pediu uma e-nor-me sande com leitão e eu um pequenito pão com chouriço - com mais pão que chouriço, acreditem em mim. Ainda ia a meio do pão quando catrapisquei uma barraquinha com tripas de Aveiro. Quem me conhece sabe que eu sou louca por tripas doces!

 

Nunca a expressão mais olhos que barriga fez tanto sentido. Logo eu que sempre tive muito mais barriga que olhos... 

 

Fui buscar a tripa com chocolate de leite, a minha favorita, dou duas trincas e fiquei cheia, forcei com mais duas ou três  - aiii estava tão, mas tão boa - e acabei a noite a chá!

 

É justo... Eu mereço! Para a próxima a ver se ganho juízo.

Lutar contra o excesso de peso #3

(imagem retirada daqui)

 

Há mais de um mês que não como uma francesinha. Há mais de um mês que aboli os refrigerantes - salvo raras, mesmo muito raras, exceções. Há mais de um mês que pavlovas, mousses de chocolate e bolas de Berlim - e outros que tal - foram riscados da minha lista de tentações, e o incrível é que já nem sinto vontade. Há mais de um mês que troquei o açúcar pela stévia. Há mais de um mês que consigo ir ao shopping e não comer um gelado carregado de chocolate, caramelo e outros toppings - ai que saudades do sunday de chocolate com amêndoas caramelizadas... Há mais de um mês que decidi lutar contra o meu excesso de peso e ontem foi dia de constatar que abandonei o imc de obesidade grau I e voltei apenas a estar em excesso de peso.

 

É engraçado como são apenas umas gramas que separam estes dois níveis, mas como fazem tanta diferença a nível psicológico.

 

Não ia animada à consulta, aliás estive quase para a reagendar, porque percebi que esta quinzena tinha sido um desastre. Tenho-me sentido mal, inchada e a balança não estava a cooperar: na terceira semana perdi 1kg como suposto, na segunda os números recusaram-se a descer. Claro que os resultados não foram fantásticos como eu previa, mas também não foram tão desastrosos como eu temia. Estou quilo e meio mais leve, o que perfaz uma perda total de 3,5kg num mês. E apesar de ter recuperado e com bónus o perímetro abdominal - fruto de um inchaço qualquer que me anda a atazanar a vida - a verdade é que reduzi - finalmente! - a massa gorda e gordura visceral. A concentração de água continua baixa, mas foi-me explicado que enquanto a massa gorda não diminuir bastante, a percentagem de água corporal também não irá aumentar significativamente e como consequência o emagrecimento continuará relativamente lento.

 

Não diminui anca, não diminui barriga, mas para perder 1,5kg ele tem de ter desaparecido de algum lado. Das coxas, talvez? Ainda não tive coragem para experimentar umas calças que comprei. Comprei uma motivação extra: comprei umas calças que por um bocadinho assim - imaginem a minha mini mão com uma pequena distância entre o polegar e o indicador - não sobem e não ficam onde deveriam de ficar, apesar de apertarem. E a verdade é que as calças são lindas, por isso estou ansiosa que finalmente as consiga vestir, mas ainda não tive coragem, sinto que se tentar neste momento, me vou desiludir, para já não preciso disso na minha vida.

 

Introduzi novas rotinas. Tenho caminhado bastante, até fiz uma aula de zumba, tenho feito de propósito para andar pelo escritório e não ficar tanto tempo parada e sentada. Tenho feito o que está ao meu alcance para mexer este rabo gordo e tentar acelerar o metabolismo, mas afinal o bicho continua lento, lento, lento.

 

Quero atingir um bom peso para começar a ter direito à minha refeição da asneira - ou será o dia da asneira que a Bumba na Fofinha promove? -  sem sentir peso na consciência - sim porque refeição da asneira já eu tenho feito aos fins-de-semana... Ai os fins-de-semana! - porque não gosto efetivamente de sentir que me estou a sabotar, mas a verdade é que agora me sinto a sabotar por tudo e por nada, até quando como uma colher de arroz a mais do que é permitido, ou quando junto um pouco de chouriço ao frango para dar mais algum sabor, e pior, sinto-me com a consciência pesada quando adiciono queijo à salada, porque representa um acrescento desnecessário de proteína. Em tempos nem quando comia tiramisù que serviria para alimentar uma família inteira daquelas que não usam qualquer contracetivo, eu me sentia com a consciência pesada, e muito menos quando comia uma tablete gigante de chocolate milka e agora fico a sentir que não devia de comer um pedaço de queijo mozzarela, porque já tenho um pedaço de bife no prato. Como tudo é relativo nesta vida... Acho que me fizeram uma qualquer lavagem cerebral.

 

Mas como diz a nutricionista que me acompanha: o que importa é continuar a reduzir ainda que não reduza tanto quanto se poderia estar à espera, porque para a frente é que é o caminho.

 

Grande objetivo destes próximos 21 dias: Reduzir o inchaço abdominal! E desta vez vou andar à solta - qual Mula louca - durante três semanas, em vez das comuns duas. Objetivo: perder mais três quilos. Nova consulta dia 26 de Julho.

 

Wish me luck!

Coisas que aprendi com o novo regime alimentar

A lista é vasta. Aprendam com a Mula que a Mula não dura sempre:

 

  • A ideia não é comer, é enganar o estômago. Parece que comemos imenso, e imensas vezes ao dia, mas é tudo para enganar o estômago.

  • Quanto mais comemos o que é saudável, menos fome temos, porque menos nos apetece comer.

  • Anda meio mundo a tentar enganar outro meio mundo porque: couve-flor está longe de saber a arroz, courgette está longe de saber a massa e uma saladinha de alface e tomate com um peito de frango grelhado está longe de se parecer com um bife com batatas fritas. Ah! E gelatina, por muito boa que seja, é totalmente diferente de tiramisú!

  • Tudo o que é seco pode, com à exceção dos pacotes com bonecos. Quanto mais seco mais saudável - ainda estou em crer que é um truque barato para nos fazer beber mais água... Para empurrar - e quanto mais aborrecida a embalagem também. 

  • Fazer dieta é no fundo fazer um desmame do vício de comer, obrigando-nos a comer mais vezes ao dia até chorarmos encolhidos dizendo "eu não quero voltar a comer isto", e como não há outras opções, desistirmos entretanto de comer... 

 

Em suma... Podíamos já avançar com os ensinamentos, ligam-me um cateter, só para entrar alguma - pouca - glicose, e está feito.

 

P.S.: Mas uma coisa é certa, até os olhos da Mula brilham a ver um 7 em vez de um 8 na balança!

 

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Lutar contra o excesso de peso #2

Balanço do rescaldo da visita à nutricionista.

 

Quinze dias se passaram desde o choque, depois do verdadeiro choque, no entanto, e apesar de ter cometido algumas facadinhas na dieta perdi o peso suposto para estes quinze dias: Perdi 2kg e três centímetros na cintura. Estranhamente, passei pouca fome, ainda que andasse sempre desconsolada. O estranho é que apesar de ter passado a beber quase 2L de água, a percentagem de água no corpo tem diminuído e continua bastante abaixo do desejado. Alguém me sabe explicar como é que se aumenta a percentagem de água no corpo para além de beber água? É que pelos vistos não está a funcionar...

 

A maior dificuldade prende-se com os fins-de-semana: Não consigo beber água porque andando fora de casa não é possível ir de 30 em 30 minutos à casa de banho; não consigo perceber o que posso comer estando fora de casa, parece que não há nada saudável que se possa comer estando fora de casa, parece que só se vê publicidade do McDonalds e do Burger King e até os nossos olhinhos brilham e o nosso cérebro se amarfanha todo!

 

Outra coisa estranha aconteceu: Aumentei a massa gorda, e diminui a massa muscular, o que me remete para a ideia de que ando a perder o que não é suposto, mas enfim, acho que está na hora de dar uso aos pesos aqui de casa.

 

Estou, no entanto, a dois quilos de deixar o grau de obesidade e regressar à categoria de excesso de peso.

 

Principais mudanças:

  • Deixei de beber sumos e cervejas, agora só água, e quando estou fora de casa, eventualmente uma bebida qualquer zero.

  • Já não como até rebolar, ou vá, como, só que fico a rebolar com uma cabeça de brócolos e uma tira pequena de peixe. É a grande mudança e aquela que achava mais complicada.

  • Como tudo aquilo que não gosto - o que não me faz vontade de repetir -, essencialmente no que toca a snacks: tostas, tostinhas, bolachas secas e outras que tal. Ai como odeio coisas secas!

  • Passei a comer muito mais fruta e mais legumes, que felizmente adoro.

  • Diminui a quantidade de hidratos de carbono ingeridos, e achava que me ia sentir sem energia como já aconteceu anteriormente  e o mesmo não está a acontecer, felizmente. 

 

O que me custa mais? Foram 15 dias sem bolos, sem sundays nem macarons ou éclairs. Não sei o que me custa mais. Ontem tinha em mente ir comer um sunday de chocolate para matar saudades, depois da consulta. A consciência não deixou. Apesar disso fui a salivar todo o caminho. Bolas! Como me apetecia um sunday de chocolate, e pepitas várias! Mas sei que abrir uma exceção deste género é abrir uma caixa de pandora com uma força bruta! Cheguei ao trabalho e para compensar comi duas marinheiras, e até isso me fez ficar com a consciência pesada porque já tinha comido a dose de marinheiras recomendadas no lanche da manhã... Ó vida! 

 

E pronto é isto. Aceitam-se receitas de coisas boas e pouco calóricas para deixar de comer bife com salada, peixe com salada, só salada, salada com omeletes. É que não tarda estou-me a transformar numa folha de rúcula gigante.

Excesso de peso #1

Atingi o meu peso máximo, de sempre.

 

Na quarta-feira fui à consulta com a nutricionista e apesar de não ter entrado com 50kg e ter saído de lá com 80, a verdade é que pela primeira vez me caiu a ficha de um modo doloroso. Não tenho, como achava que tinha, excesso de peso, já ultrapassei essa fase. Estou neste momento declarada como obesa. Obesa grau I, perfeitamente recuperável em tempo útil, é verdade, mas obesa, e nunca esperei ouvir esta palavra a mim associada em conjunto com aquelas séries de avisos e perigos devido à minha "condição" - chamemos-lhe assim. Eu, Mula, que sempre me classifiquei de gorda - mas numa de estar acima do peso - caiu-me o mundo, quando ouvi a palavra obesidade, porque acho que só agora tomei consciência do quão gorda efetivamente estou. Congelei a olhar para o gráfico. Tenho um corpo de uma pessoa de 44 anos, disse-me a nutricionista e aquilo que mais reclamavam no ginásio - a minha massa muscular - é agora o melhor resultado de todos - incrível - e até a água está baixa, baixa, baixinha. E se eu vos disser que passei a beber o dobro ou triplo de água do que bebia desde que estou no novo trabalho? Nem sei que vos diga...

 

Sempre olhei para as pessoas com obesidade mórbida com olhar de crítica. Eu Mula me confesso. Faço parte daquele leque de pessoas que, quando vê uma pessoa que mal se consegue mexer, arrastar-se até ao balcão do McDonalds, que fica chocada e a pensar como é que é possível alguém deixar-se chegar a este ponto. Acho que no fundo, tenho estes julgamentos, pela mesma razão que gays que se escondem no armário a sete chaves, desenvolvem tantas vezes atitudes homofóbicas: Por medo. Sempre disse para com os meus botões que era impossível que isso algum dia me acontecesse. Espero sinceramente que seja impossível e que tenha olhos na cara e bom senso no cérebro para que realmente isso nunca me aconteça, mas a verdade é que percebi - finalmente? - que é apenas uma linha que me separa dessas pessoas, porque é muito fácil perder o controlo - muita gente não compreende, mas a verdade é que alma de gorda uma vez, alma de gorda para sempre. Sem um espelho, sem uma balança e pessoas ao meu lado que me ajudem, é muito fácil chegar àquele ponto, a verdade é esta. É muito fácil uma pessoa como eu, ficar gorda quase irrecuperável, porque eu tenho efetivamente uma alma de obesa, e um estômago ainda pior, que eu consigo comer quantidades astronómicas de comida e ainda achar que comia mais um 'cadito se sobrasse.

 

Há dois anos consegui perder bastante peso, 10kg, e ainda me aguentei algum tempo. Mas recuperei-os no último ano sem dar conta e ainda mais alguns de bónus, que era para não me sentir sozinha. Por isso se é fácil engordar 10kg num ano, é muito fácil engordar 20, 30 ou 40 em dois ou três anos. É fácil não darmos conta porque o aumento é gradual, é fácil perdermos o controlo, é fácil desmoralizarmos das dietas quando elas não têm os resultados que nós queremos, é fácil desistirmos de perder peso quando cada vez mais aumentamos de tamanho.

 

Eu neste momento decidi dizer basta, e foi por isso que decidi pedir ajuda. Já tinha andado em nutricionistas, mas sempre foram consultas no âmbito de ginásios. Foi a primeira vez que fui a uma nutricionista por minha livre e espontânea vontade e apesar de nos próximos dias ir passar muita fominha - não adianta darem-me palmadinhas nas costas que eu sei que vou passar muita fome - para já estou motivada - na realidade não estou motivada estou só tão abalada que só de pensar em açúcar me dá nojo - pelo que espero conseguir alcançar os objetivos da xô dôtora que é 1kg por semana, só com dieta, sem exercício.

 

E assim resumindo o meu plano para os mais curiosos:

  • Consultas de 15 em 15 dias - que eu não sou de fiar.

  • Litro e meio de água com drenante pras coxas -. a sorte é que aquilo é bom e faz-me beber mais água - mas só até às 16h para não me abalar o sono nas idas noturnas constantes à casa de banho.

  • Muitas coisas secas pra veia, perdão para o estômago, como tostas, tostas extra finas, bolachas marinheiras e tantas outras coisas cuja existência até então desconhecia. Quem me conhece sabe que eu não sou fã de bolachas ou tostas, mas entre isso e fome, venham até a mim as tostas deste mundo que até me sabem a cheescake.

  • Muitos legumes, alguma fruta (máximo de 3 peças), e nada de hidratos de carbono - massa, arroz, batata - à noite.
  • E olhando agora para o plano: Cadê o leite? Não há leite! E agora? Não há leite, mas há dois iogurtes que podem ser comidos duas vezes ao dia - ao pequeno-almoço e ao lanche - e até posso comer um pãozinho escuro - aiii que provei um de alfarroba delicioso - com queijo de barrar light ao pequeno-almoço.

  • Molhos: Só polpa de tomate. Queijos: Só frescos e a reduzir à proteína - carne/peixe - no prato principal.

  • Quanto às porções... Não falemos de coisas tristes se não eu choro.

 

E pronto é isto. Entretanto vou só ali chorar um bocadinho enquanto como uma folha de alface para deprimir! Ai não, esperem! Estou proibida de fazer refeições fora dos horários permitidos, pequenos lanches não são permitidos! Pronto, vou só deprimir sem folhas de alface então.

 

Tudo por um corpo de verão 2020!!!

Plano milagroso de emagrecimento

Pois é meus amigos, descobri como acabar com a gula que há em mim, sem esforço, sem dietas malucas, sem fome. Descobri não um, mas dois inibidores naturais de apetite. A continuar assim, vou conseguir emagrecer quase que por milagre. Querem conhecer o meu segredo? Querem? Querem muito? 

 

Então aqui vai.

 

 

 

Ontem à noite, agarrada agarradinha ao meu Labirinto dos Espíritos, já passava da hora normal a que costumo adormecer, assim deu-me uma laricazinha fora d'horas, e fui, porque já sabem que sou pior que a canalha a comer, aquecer uma caneca de leite com estrelitas (#sempatrocínios) e levei a minha taça de cereais para a cama, começo a comer toda feliz e contente quando olho para o leite e vejo escondido entre uma estrelita e outra uma coisa esquisita. Não consegui perceber se era um mosquito ou uma aranha pequena, a verdade é que nem explorei muito, fui logo deitar a minha ceia fora e posto isto perdi totalmente o apetite. Dieta 1- Mula 0.

 

Hoje acordei com fome, pois claro, e então fiz o meu prato favorito de combate à solidão: massa cozida com ovos mexidos e umas salsichas. Hmmm.... que delícia. Seria uma delícia se eu não tivesse adicionado ketchup (#sempatrocíniosnãohánomes) sem ter verificado se ainda estava comestível. Não estava. Sorte a minha que ainda tinha sopa no frigorífico e que a preguiça me impediu de ir cozinhar mais o que quer que seja. Dieta 2- Mula 0.

 

A continuar assim, chego à primavera elegantíssima!

 

Já sabem: insetos na comida e molhos estragados para uma dieta forçada e funcional! Encomendem já os seus antes que esgotem.

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.