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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Desafio | Passa-Palavra - porque uma palavra não vem só.

A Mula e a Mel juntaram-se para desafiar toda a blogosfera a participar naquele que será o melhor desafio de todos os tempos. 
 
 
Estão preparados? Então aqui vai.
 
 
Numa altura em que estamos todos entupidos e fartos deste vírus, que teima em não nos largar, tivemos a ideia de vos fazer pensar e escrever sobre tudo aquilo que vos vai na alma. Claro que isto também é uma maneira de obrigar a Mel e a Mula a escrever para vocês.
 
 
Ora, então a ideia é a seguinte:
 
 
Durante 8 semanas, todos os domingos às 10h, vamos lançar uma palavra completamente aleatória e queremos que vocês escrevam sobre ela. A ideia é escrever uma publicação ao longo dessa semana com essa palavra num dia e numa hora completamente à vossa escolha. E regras? Perguntam vocês. Vai ser uma coisa simples: máximo de 400 palavras, podem escrever tanto em prosa como poesia [podem escolher, depois digam que não somos vossas amigas, tá?] e só têm de identificar aqui a Mula e a Mel na vossa publicação do desafio. Simples, não é verdade? A primeira palavra sairá no domingo dia 20 de setembro.
 
 
Para participarem connosco neste desafio mega brutal, devem utilizar a tag  #passapalavra para que possamos ir dar uma vista de olhos ao que escreveram e claro, dar aquela palavrinha.
 
 
E como somos super espetaculares, vamos ter uma imagem para este desafio. Se quiserem embelezar o vosso cantinho, podem usá-la completamente à vontade nas vossas publicações!
 
 
 

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Temos ainda uma novidade para vocês. Durante as 8 semanas, queremos desafiar-vos a pensar numa palavra, para que numa segunda temporada (de muitas), as vossas palavras sejam usadas. 
 
 
Acima de tudo queremos que façam parte deste nosso desafio que pensamos com todo o carinho (também não é assim tanto carinho, mas pronto).
 
 
Como é? Alinham connosco?
 
 
P.S. Hey, não estamos aqui para vos obrigar a nada, até porque não somos polícias. Podem escrever sobre uma palavra ou então, escrevam sobre as palavras que vos apetecer. O  importante acima de tudo é que escrevam, e aqui a Mula, como sabem, anda meia que desinspirada e meia que afastada aqui do curral e precisa de um empurrão.
 
 
Uma coisa temos a certeza, depois de começarmos não vamos querer parar!

Balanço de uma Mula crente...

Ontem disse-vos que era crente... Hoje demonstro-vos como sou inocente.

 

Em Março quando vim para casa em teletrabalho pensei cá para com os meus botões - e acho até que o disse em voz alta a várias pessoas - "ah e tal isto finais de Abril, inícios de Maio já passou!" Chegamos a Maio e com ele a inevitabilidade da deceção. Depois pensei cá para com os meus botões - e acho que aí já não me arrisquei a dizer em voz alta - "vá, mais um mês... Em julho! Em julho o vírus foi à vidinha dele!" E chegou julho e passou o agosto, e chega setembro. E eu que tinha adiado uma viagem para Janeiro porque "obviamente em Janeiro já nem memória do vírus!" agora percebo que se calhar antes de 2022 não largamos as máscaras das fuças. Os números continuam a aumentar e o inverno está à porta e nem quero imaginar novamente o caos, porque um espirro pode ser covid, porque uma amigdalite pode ser covid, porque uma espinha entalada na garganta que dá tosse pode ser covid. No inverno tudo poderá ser covid e eu não estou preparada psicologicamente para esta montanha russa que novamente se aproxima.

 

Sei que o cansaço é geral... É só mais um desabafo entre mil mas... Estou farta!

 

Mas falemos de coisas animadas...

 

E a Festa do Avante, hein?

 

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Ainda acredito em finais felizes

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Não sou a maior fã de romances literários. Prefiro ler um bom thriller ou uma boa comédia - sou de extremos - mas no que toca a cinema, sou das que consegue passar uma tarde a ver filmes lamechas e românticos, preferencialmente com finais felizes, sem grandes margens para dúvidas ou interpretações. Sou fã de clichés nos romances cinematográficos. Na vida não sou muito diferente.

 

Não sou a pessoa mais lamechas que poderão conhecer. Não sou de grandes mimimis ou de olhar pormenorizadamente aos detalhes, mas gosto de surpresas. O cliché é como um vestido preto, digam o que disser, cai sempre bem. Por isso considero-me uma romântica camuflada: com uma casca dura por fora, mas por dentro manteiga derretida em pleno dia de verão. Gosto de ser mimada - ainda que não em excesso -, gosto de ser surpreendida - em bom, claro! -, gosto que me digam que gostam de mim - se for verdade! - e gosto acima de tudo de perceber que sou notada, que faço falta, cuja ausência se sente. Gosto que me digam que tiveram saudades minhas. Gosto de palavras, ou nao tivesse eu um blog. Mimimis à maneira da Mula, por assim dizer, porque nem todos os mimimis têm de vir num coração de pelúcia ou numa caneca a dizer "Amo-te!". Podia agora dizer-vos que é muito mais romântico um anel de diamantes ou um colar de pérolas, mas a verdade é que também não sou materialista - mas se alguém me quiser oferecer também não me faço de rogada, tá?

 

Apesar de todo o meu percurso e história, não me tornei numa divorciada com mau feitio - tirando aquele mau feitio que já me acompanha desde o berço. Não sou descrente. Tenho fé no futuro e ainda acredito no amor e em finais felizes, mesmo que até possa não ter o meu, ainda me comovo com pedidos de casamento românticos, em histórias de amor eterno e delicio-me quando ouço histórias reais de pessoas reais que me provam que é possível amar-se para sempre. Seja o sempre, enquanto durar e enquanto os dois forem felizes. Ainda olho para casais felizes com a mesma alegria e comoção de quem vê uma ninhada de gatos bebes fofinhos. Não digo "isso passa!" mas penso "é isto que quero para mim!" de sorriso estampado no rosto.

 

Compreendo que muita gente não seja como eu, compreendo aquelas pessoas que se tornam contra os casamentos após o seu ter falhado e que deixam de acreditar no amor, no amor sincero de alguém, quando a vida só deu porrada e indicou à viva força que nada disso é verdadeiro e sentido, mas para mim uma vida sem amor será uma vida vazia e uma vida sem acreditar que o amor existe então nem é viver. Porque o amor pode não ser tudo, mas é muita coisa. E não me refiro só ao amor romântico, mas o amor no geral. O amor pela família, pelos amigos, pelos animais. Posso estar completamente errada mas para mim desacreditar um tipo de amor pode levar à descrença dos restantes, acima de tudo o nosso próprio amor, ao amor próprio. Creio que aquelas pessoas que criaram uma memória negra do amor e que se invocam contra ele que criaram uma capa tão dura entre o cérebro e o coração que achando que se estão a proteger só se estarão a magoar ainda mais... Mas isto é apenas o que eu acho... E que sei eu da vida?

 

Não sei o que o futuro me reserva, não sei se voltarei a casar ou concretizar o meu sonho de ser mãe e ter uma família feliz. Mas não quero saber, da mesma forma que não leio o fim do livro antes de lá chegar, e até posso não ter a mesma tampa a vida toda e não viver o meu amor romântico e eterno como nos filmes mas peço apenas um desejo:

 

Que a vida me permita continuar a acreditar em finais felizes.

 

Confiança

Acho que é uma verdade incontestável: em todas as relações é preciso confiança. Sejam nas amorosas, nas familiares e nas familiares não sanguíneas - sim, para mim os meus amigos verdadeiros e confiáveis, são família. E é incrível como algo tão necessário e importante consegue ser tão frágil. E é incrível como algo que pode levar anos a construir, pode ruir em apenas alguns momentos, segundos até. Podemos até ter um muro sólido, forte, bem cimentado, mas... basta retirar uma pedrinha, uma pedrinha até bem pequenina, que o dito fica ali bambo, frágil quebradiço e pode passar-se toda uma vida, que aquela brecha ali ficará, por muito que se cimente a toda a volta. Podemos até construir novos muros, novas pontes e fortalecer as ligações mas aquela fissura fica. Pelo menos em mim fica. Talvez seja eu, que seja demasiado rancorosa? Demasiado desconfiada?

 

Inspirei-me neste post da Mel para esta publicação.  Em resposta ao dito, concordei que existem mentiras boas, daquelas que podem fazer mais bem que mal, e acredito mesmo no que escrevi, no entanto, de um modo geral acho a mentira condenável, essencialmente aquelas mentiras que possam de alguma maneira tirar pedrinhas ao muro da confiança. Gosto de saber a verdade, gosto de saber com o que contar, e por isso, para mim, mais grave do que uma atitude menos correta - ou mais grave - é a ocultação, a mentira, a forma barbara como as pessoas acham que se safam por não contarem, por negarem, por atirarem para o buraco negro algo que sabem que pode magoar e enganar, porque convenhamos, ou eu fui um cão perdigueiro numa vida passada - porque a verdade é que descubro tudo, até o que não quero - ou a mentira é mesmo, de um modo geral, muito fácil de se descobrir. Sempre me ensinaram: Tudo se sabe, mais tarde ou mais cedo, porque a mentira é coxa, e digamos que lido melhor com a verdade à primeira, do que com a verdade uns dias mais tarde, depois de me terem tentado mentir. E sabem ainda o que me revolta mais? Mentiras cujas verdades não causariam mossa. Sou, de um modo geral, compreensiva. Se a pessoa me apresenta uma justificação válida para uma determinada situação que até possa não ir de acordo com o que eu esperaria, de modo a que eu a entenda, eu aceito. Não sou assim tão extremista. Agora, quando não há razões para mentir e a pessoa me mente? Não há entendimento possível, e assim, em vez de cair apenas uma breve poeira da minha pedrinha do meu muro, cai um pedregulho inteiro. Porque pergunto-me: Se me mentiu em algo que poderia ser inofensivo, no que me terá mentido mais? Ou não será assim tão inofensivo e haverá algo mais oculto? E até pode não existir mais nada e ter sido "filha única" mas... Quem me garante? Com que base de confiança fico? Para mim a dúvida mata-me muito mais do que a certeza, e consigo até ser macabra no que toca a querer escarafunchar a verdade - que só vai magoar mais, tantas vezes - e saber pormenores.

 

Ó Mula, mas estás-te a contradizer!

 

Não estou. Pegando no exemplo que dei à Mel na sua publicação. Lembro-me, tinha eu 16/17 anos, de ter pedido à minha mãe para ir de férias com o namorado e ela não deixou. Até que eu tive a brilhante ideia de dizer que tinha ganho um fim-de-semana em Lisboa com tudo pago e que até era uma pena perder essa oportunidade. A mãe lá acedeu. Acho, sinceramente, que nunca acreditou muito nisso mas percebeu as minhas motivações. Basicamente ela sempre soube onde eu estava, com quem, só mudaram as circunstâncias da aceitação da premissa inicial. A isto eu chamo uma "mentira boa", porque no fundo tratou-se mais de um argumento do que de uma mentira - mas sim, menti, mas não foi nada que fizesse abalar a confiança, pelo menos no meu entendimento. Digamos que os fins justificam os meios, quando nem os meios nem os fins são cabeludos, mas claro que nem sempre as linhas são assim tão claras e definidas, na maioria das vezes são bem ténues e desfocadas e depende quase sempre dos limites e dos entendimentos de cada um.

 

Confesso que não sou uma pessoa que confie facilmente, mas quando confio sou como um novelo: desenrolo, desenrolo, desenrolo... Às vezes acho que deveria de confiar mais e mais facilmente, mas logo vem a vida que me diz que não, e dá nós no novelo desenrolado e só faz com que enrole cada vez mais, com o tempo o dito novelo.

 

E vocês? Confiam facilmente? Como lidam com a mentira?

Quando os termos de pesquisa dão um post #2

É incrível como as pessoas vêm parar a este curral, a maioria por engano, e por isso fico sempre com alguma curiosidade em verificar os vários termos de pesquisa que por cá são listados. Há alguns que me chocam, outros que me fazem rir, e na maioria das vezes não entendo como o Google traz cá as pessoas quando as pessoas fazem determinadas pesquisas...

 

Esta é uma delas e não poderia simplesmente deixar passar em branco. 

 

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Não sei, meus queridos leitores da Mula... Querem ajudar esta pequena alma perdida?

 

Não sou a pessoa mais indicada para dar ajuda em termos de relações, se eu tantas vezes nem sei o que fazer com as minhas mas... Vamos cá tentar... 

 

Estamos perante um extremo de menino da mamã, supunho que aqui também é relevante saber quão boa é a relação com a sogra mas... A vida de um casal só a um casal pertence por isso a meu ver, e no entendimento da Mula, não é uma relação saudável e por isso não terá grandes pernas para andar... 

 

Mas ajudem-me, caros leitores da Mula, ajudem-me a orientar esta alma.

 

Que faziam vocês se os vossos namorados, namoradas, maridos e esposas contassem tudo da vossa relação às respectivas mães? 

Quem conta um conto #18 Cartas Soltas VII

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Pedi-te para te ires embora. Tu foste. Tão obediente, tu foste! Revolto-me por te teres ido. Mesmo a meu pedido. Talvez não fosse bem o que eu queria e te pedi, talvez apenas por uma má escolha de palavras assim ficamos. Longe.

 

Quis-me aproximar. Tu afastaste-me. Depois tu: Quiseste-te aproximar, afastei-te. Desencontrados. Desencontrados por uma má escolha de palavras e talvez de ações. Sim, também de ações. Sabemos nós lá o que fizemos e dissemos, dissemos e fizemos até o que não queríamos, como garantir a validade de ações?

 

Já fizeste amor com desespero por temeres ser a última vez? Eu já, meu amor, eu já. E por isso tanto te evitei, porque não queria que fosse a última vez, não queria o vazio de poder ser a última vez. Não a última vez contigo! E um dia foi a última e eu não sabia. Distraí-me por um segundo e não guardei na minha memória a última vez. O teu último beijo, a última vez que me tocaste com amor, com paixão, com tesão. Sim, ainda me tocas amor, ainda te sinto, mas já não és tu. A última vez ficou lá atrás, no passado, o presente já não és tu. E não me consigo recordar da última vez.

 

Não me recordo quando foi o teu último beijo apaixonado, meu amor. Tanto te pedi que te fosses e te afastasses que te foste e te afastaste mesmo sem que eu percebesse, e contigo os teus beijos apaixonados e o teu toque quente, e a vontade de me fazeres feliz. Eu sei que tu me querias fazer feliz, meu amor. E mesmo assim te afastei. E tu obediente te afastaste. E contigo a minha oportunidade de ser feliz.

 

Não consegui ser feliz, meu amor, davas-me tudo e eu tinha tudo, mas não consegui ser feliz. Talvez agora se o presente não fizesse mais parte do passado que do futuro... Eu pudesse ser feliz. Lá atrás não consegui, não estava preparada. Acredita meu amor, também é preciso ter coragem para sermos felizes, e eu não sou a pessoa mais corajosa do mundo. Talvez agora fosse, talvez agora enchesse o peito de ar e me atirasse sem olhar. Mas tu foste embora. E contigo levaste a minha esperança.

 

Tu eras a minha esperança, meu amor, contigo aprendi a ser melhor, a desejar mais, a querer ser mais. E agora que te foste, meu amor, sinto-me pior, sinto que sou menos e tenho menos. Menos amor, essencialmente daquele que é próprio, menos vontade de correr e rebolar na areia porque não te tenho para rebolares comigo, porque tu foste obediente e te foste embora. Quem vou tentar dominar com os meus pequenos pés e tentar atirar ao chão apesar de sempre perder? Foste-te embora, meu amor, e contigo a vontade de tentar.

 

De tentar ser feliz, de tentar encontrar o meu caminho, de tentar simplesmente abrir muitas portas, com as poucas chaves que tenho. Lembro-me agora que já não tenho uma única chave... Levaste-as todas contigo, meu amor...

 

E agora...?

 

E agora que já não estás comigo já não sei se alguma vez exististe. Talvez eu te tenha inventado na minha cabeça e no meu coração... Talvez por isso tenhas sido tão perfeito, e talvez por isso nunca tenha acreditado em ti, porque a perfeição só existe na imaginação...

 

Acho que nunca exististe meu amor, e por isso escrevo-te esta carta que nunca lerás e que até talvez ela nunca tenha existido a não ser no meu coração.

Acordos improváveis com gente desconhecida

Calma gente, não estou a falar de nenhuma cena manhosa com pessoas manhosas num lugar manhoso. Ou pelo menos não agora. Mas dei por mim a adorar acordos improváveis com gente desconhecida, e passo-vos já a explicar onde quero chegar.

 

Sabem quando um grupo de pessoas que não se conhecem  de lado algum, chegam a um acordo improvável, sobre uma situação contrária à suposta, criando assim novas regras? Não? Não fazem ideia onde quero eu chegar? Eu vou tentar explicar, utilizando o exemplo que me apaixonou.

 

Imaginem uma entrada numa estrada nacional, com a finalidade de chegar a uma autoestrada - é um IC, mas agora também não interessa nada - com entrada para os dois sentidos. Ora, se é uma entrada quem lá está não tem prioridade, diz o código da estrada - e a própria da sinalização lá do local - que quem entra espera que se fo** lixa e quem já lá vai todo pimpão, segue todo pimpão. Agora imaginem terem estas regras mas não ser assim.

 

Há um local aqui no Porto que apesar da sinalização tirar a prioridade a quem chega a esse IC pela direita, a verdade é que está definido que quem chega vai pela berma, e quem já lá está, se quiser seguir nesse sentido tem de aguardar que alguém o deixe ocupar lugar. A primeira vez que me deparei com este cenário fiquei um pouco confusa e acabei por ir pra única faixa disponível, e acabei em sentido contrário porque, de manhã, com este acordo improvável, aquela faixa fica disponível apenas num sentido, o outro sentido - aquele que eu queria - a malta usa a berma. É assim, todos os dias, em hora de ponta, pelo menos de manhã.

 

Isto é um pouco confuso de vos explicar, e provavelmente vocês nem entenderam nada... Mas quero com isto dizer que acho incrível que pessoas que não se conhecem de lado nenhum consigam estabelecer uma nova norma que é aceite pelos restantes que também não se conhecem! E está tudo bem, e a vida continua, com as regras de trânsito trocadas, mas a vida continua!

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.