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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Quando os termos de pesquisa dão um post #2

É incrível como as pessoas vêm parar a este curral, a maioria por engano, e por isso fico sempre com alguma curiosidade em verificar os vários termos de pesquisa que por cá são listados. Há alguns que me chocam, outros que me fazem rir, e na maioria das vezes não entendo como o Google traz cá as pessoas quando as pessoas fazem determinadas pesquisas...

 

Esta é uma delas e não poderia simplesmente deixar passar em branco. 

 

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Não sei, meus queridos leitores da Mula... Querem ajudar esta pequena alma perdida?

 

Não sou a pessoa mais indicada para dar ajuda em termos de relações, se eu tantas vezes nem sei o que fazer com as minhas mas... Vamos cá tentar... 

 

Estamos perante um extremo de menino da mamã, supunho que aqui também é relevante saber quão boa é a relação com a sogra mas... A vida de um casal só a um casal pertence por isso a meu ver, e no entendimento da Mula, não é uma relação saudável e por isso não terá grandes pernas para andar... 

 

Mas ajudem-me, caros leitores da Mula, ajudem-me a orientar esta alma.

 

Que faziam vocês se os vossos namorados, namoradas, maridos e esposas contassem tudo da vossa relação às respectivas mães? 

Quem conta um conto #18 Cartas Soltas VII

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Pedi-te para te ires embora. Tu foste. Tão obediente, tu foste! Revolto-me por te teres ido. Mesmo a meu pedido. Talvez não fosse bem o que eu queria e te pedi, talvez apenas por uma má escolha de palavras assim ficamos. Longe.

 

Quis-me aproximar. Tu afastaste-me. Depois tu: Quiseste-te aproximar, afastei-te. Desencontrados. Desencontrados por uma má escolha de palavras e talvez de ações. Sim, também de ações. Sabemos nós lá o que fizemos e dissemos, dissemos e fizemos até o que não queríamos, como garantir a validade de ações?

 

Já fizeste amor com desespero por temeres ser a última vez? Eu já, meu amor, eu já. E por isso tanto te evitei, porque não queria que fosse a última vez, não queria o vazio de poder ser a última vez. Não a última vez contigo! E um dia foi a última e eu não sabia. Distraí-me por um segundo e não guardei na minha memória a última vez. O teu último beijo, a última vez que me tocaste com amor, com paixão, com tesão. Sim, ainda me tocas amor, ainda te sinto, mas já não és tu. A última vez ficou lá atrás, no passado, o presente já não és tu. E não me consigo recordar da última vez.

 

Não me recordo quando foi o teu último beijo apaixonado, meu amor. Tanto te pedi que te fosses e te afastasses que te foste e te afastaste mesmo sem que eu percebesse, e contigo os teus beijos apaixonados e o teu toque quente, e a vontade de me fazeres feliz. Eu sei que tu me querias fazer feliz, meu amor. E mesmo assim te afastei. E tu obediente te afastaste. E contigo a minha oportunidade de ser feliz.

 

Não consegui ser feliz, meu amor, davas-me tudo e eu tinha tudo, mas não consegui ser feliz. Talvez agora se o presente não fizesse mais parte do passado que do futuro... Eu pudesse ser feliz. Lá atrás não consegui, não estava preparada. Acredita meu amor, também é preciso ter coragem para sermos felizes, e eu não sou a pessoa mais corajosa do mundo. Talvez agora fosse, talvez agora enchesse o peito de ar e me atirasse sem olhar. Mas tu foste embora. E contigo levaste a minha esperança.

 

Tu eras a minha esperança, meu amor, contigo aprendi a ser melhor, a desejar mais, a querer ser mais. E agora que te foste, meu amor, sinto-me pior, sinto que sou menos e tenho menos. Menos amor, essencialmente daquele que é próprio, menos vontade de correr e rebolar na areia porque não te tenho para rebolares comigo, porque tu foste obediente e te foste embora. Quem vou tentar dominar com os meus pequenos pés e tentar atirar ao chão apesar de sempre perder? Foste-te embora, meu amor, e contigo a vontade de tentar.

 

De tentar ser feliz, de tentar encontrar o meu caminho, de tentar simplesmente abrir muitas portas, com as poucas chaves que tenho. Lembro-me agora que já não tenho uma única chave... Levaste-as todas contigo, meu amor...

 

E agora...?

 

E agora que já não estás comigo já não sei se alguma vez exististe. Talvez eu te tenha inventado na minha cabeça e no meu coração... Talvez por isso tenhas sido tão perfeito, e talvez por isso nunca tenha acreditado em ti, porque a perfeição só existe na imaginação...

 

Acho que nunca exististe meu amor, e por isso escrevo-te esta carta que nunca lerás e que até talvez ela nunca tenha existido a não ser no meu coração.

Acordos improváveis com gente desconhecida

Calma gente, não estou a falar de nenhuma cena manhosa com pessoas manhosas num lugar manhoso. Ou pelo menos não agora. Mas dei por mim a adorar acordos improváveis com gente desconhecida, e passo-vos já a explicar onde quero chegar.

 

Sabem quando um grupo de pessoas que não se conhecem  de lado algum, chegam a um acordo improvável, sobre uma situação contrária à suposta, criando assim novas regras? Não? Não fazem ideia onde quero eu chegar? Eu vou tentar explicar, utilizando o exemplo que me apaixonou.

 

Imaginem uma entrada numa estrada nacional, com a finalidade de chegar a uma autoestrada - é um IC, mas agora também não interessa nada - com entrada para os dois sentidos. Ora, se é uma entrada quem lá está não tem prioridade, diz o código da estrada - e a própria da sinalização lá do local - que quem entra espera que se fo** lixa e quem já lá vai todo pimpão, segue todo pimpão. Agora imaginem terem estas regras mas não ser assim.

 

Há um local aqui no Porto que apesar da sinalização tirar a prioridade a quem chega a esse IC pela direita, a verdade é que está definido que quem chega vai pela berma, e quem já lá está, se quiser seguir nesse sentido tem de aguardar que alguém o deixe ocupar lugar. A primeira vez que me deparei com este cenário fiquei um pouco confusa e acabei por ir pra única faixa disponível, e acabei em sentido contrário porque, de manhã, com este acordo improvável, aquela faixa fica disponível apenas num sentido, o outro sentido - aquele que eu queria - a malta usa a berma. É assim, todos os dias, em hora de ponta, pelo menos de manhã.

 

Isto é um pouco confuso de vos explicar, e provavelmente vocês nem entenderam nada... Mas quero com isto dizer que acho incrível que pessoas que não se conhecem de lado nenhum consigam estabelecer uma nova norma que é aceite pelos restantes que também não se conhecem! E está tudo bem, e a vida continua, com as regras de trânsito trocadas, mas a vida continua!

Quem conta um conto #18 Cartas Soltas VI

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Se fosse tão fácil olhar nos teus olhos e dizer-te o que sinto, como me é fácil escrever um conto. Se fosse possível as palavras descreverem a imensidão dos meus sentimentos, das minhas dores, dos meus medos, como me é fácil sentir, como se fosse fácil sentir, só por si só. Se fosse, tu saberias o que sinto sem que eu precisasse de escrever, ou dizer. Sentirias só, pelo cheiro da minha pele, pelo tom os meus olhos, pela forma como molho os lábios quando te vejo, antecipando o beijo que poderás dar, mas que nem sempre dás. Na minha mente e expectativa sempre dás. Sempre me agarras e beijas, essencialmente quando menos espero. Na minha mente e expectativa. Mas nem sempre dás.

 

Se fosse fácil sentir e demonstrar, não precisaria de te dizer que quando te vais da cama cedo que me deito na tua almofada para sentir um pouco mais o teu cheiro, para te sentir um pouco mais e mais perto, durante mais tempo. Porque na tua almofada não é apenas o teu cheiro, e o teu cheiro não é apenas o teu cheiro, é também um pouco de ti. Gostava de ter um pouco de ti, por mais tempo.

 

Se fosse fácil sentir tu sentirias e nem eu teria medo, nem tu terias medo e sentiríamos só, o momento. Se fosse fácil sentir, seria fácil viver. E se fosse fácil viver não me espetarias, meu amor, tantas facas no peito que me matam lentamente dia após dia, hora após hora. Se fosse fácil viver e se fosse fácil sentir não precisaria de te deixar cartas pela casa com uma brecha do que me vai no coração, na alma. Nem eu sei. Nem eu sei o que me vai no coração e na alma, porque não é fácil sentir. Não é fácil amar-te e odiar-te do mesmo lado do coração. Não é fácil querer-te perto e querer-te longe, do mesmo lado do coração. Não é fácil sentir porque os sentimentos são difusos, e baralham-se na confusão dos dias. E como é difícil sentir, também é difícil escrever. Não é difícil escrever sobre os dias, sobre os sonhos e desejos, mas é difícil escrever sobre o que sinto porque nem eu sei o que sinto.

 

Sinto tudo e não sinto nada. Superficialmente nada sinto. Não me toca na pele, parece que não me toca no coração e parece impossível tocar na alma, mas se olhares de mais perto, meu amor, verás que tocou na pele, rasgou o coração e desfez a alma em pedaços mil impossíveis de juntar.

 

Sentir amor por ti é desfragmentar-me. É despedaçar-me em pedacinhos ainda mais pequeninos. E mesmo assim não te toco como te queria tocar, não te beijo como queria beijar, não te demonstro que te amo como gostaria de demonstrar. Mas... se conseguir, meu amor, tu ficas? Ficas comigo? Não te vais?

 

Perguntei-te mas já não me ouviste. Bateste a porta e já não te vi, e com a porta fechou-se também este envelope com esta carta que agora queimo à lareira enquanto guardo em mim esta dor cuja dimensão eu desconheço - porque é difícil sentir! - causada pela tua partida.

 

Quem sabe seja até um dia... 

 

Ter gripe em altura de covid-19

 

A altura não é fácil, seja socialmente, seja ao nível da saúde, seja, até ao nível da saúde mental. Os dias não estão nada fáceis. O que era banal tornou-se um horror, um verdadeiro filme de terror e só aguenta quem se adapta. E não temos outro remédio, se não nos adaptarmos...

 

Eis que aconteceu o inevitável e aqui em casa a mãe ficou com gripe. O pânico. Sintomas? Iguais aos do covid-19. Gripe no verão? Quem tem gripe no verão? Só pode ser covid-19... Depois se pensar bem, eu já tive gripe no verão há uns anos, uma das piores que tive até agora, ninguém merece arder em febre com 30ºC lá fora...

 

Mas pronto, primeiro há que manter a calma. Ligar para a saúde 24, aguardar novos passos, ir ao hospital, fazer o teste e ir para casa em isolamento aguardar os resultados. Parece fácil, não é verdade? Ora vejamos então...

 

Primeiro. A saúde 24 continua a funcionar mal. Não enviaram nada para o hospital para onde a encaminharam. Felizmente o hospital atendeu-a na mesma mas ainda assim é inadmissível, ainda por cima numa altura em que a situação já estará supostamente tranquila. Imagino então há uns meses atrás...

 

Segundo. Acho incrível que os médicos assumam logo a partida que é covid-19 e se restrinjam a isso. Não a auscultaram, não lhe viram a garganta, nada de nada, partiram do pressuposto que a minha mãe estava infetada e agiram como tal. Receitaram-lhe apenas algo para a tosse e ben-u-ron no buch, e está a andar... próximo. As pessoas continuam a ter outras doenças, é incrível isso, mas é verdade.

 

Terceiro. Compreendo que a altura é complicada para toda as pessoas mas é necessário gerir expectativas de quem vai ficar fechada num quarto por tempo indeterminado. "Em 48h, talvez menos, tem os resultados" e passaram-se quase 96h, ligamos para vários serviços e ninguém nos sabia dar qualquer informação. Foi preciso continuarmos a ligar, a insistir, quase a implorar para alguém se mexer e finalmente divulgarem os resultados. É mau. É muito mau. Com o que já passou, já tinham criado uma plataforma onde as pessoas pudessem consultar as informações, não?

 

Quarto. O teste, deu finalmente e felizmente, negativo, após o sufoco de andar de máscara em casa a desinfetar tudo o que é áreas a cada novo toque, felizmente acalmou, mas a minha mãe continua doente, mas não a consultaram como deve de ser, pode ser gripe, pode ser outra virose qualquer, mas parece que agora o grave é apenas ter covid-19, tudo o resto não interessa...

 

... Mas continua a interessar, porque saúde é saúde! 

 

E isto vai acontecer mais vezes, porque somos humanos, e os humanos ficam doentes, só que agora já não se quer saber das doenças das pessoas, apenas se contamos para as estatísticas para o panorama nacional ou não!

A Mula também experimenta coisas e fala sobre isso #25 Rowenta Soft Sensation

Também conhecida por Rowenta - A máquina do demo!

Há anos que me propus a comprar uma depiladora.

 

Após anos a fazer depilação a cera, decidi fazer definitiva - por estar farta de sofrer - e até resultou bastante bem durante algum tempo. Entretanto, como não fiz as sessões de manutenção os pelos voltaram - olá pelos, queridos, seus filhos da *$#*! - e como tal tive de me arranjar. Já sem coragem para regressar à cera, comecei a fazer depilação com a gilete e eles que até eram muito fininhos - legado deixado pelo laser - começaram a engrossar novamente com a gilete. Eis que tive a brilhante ideia num dia de sol, de bastante calor, e só provavelmente por isso - uma pessoa com o calor não pensa, e tem as ideias mais brilhantes! - decidi comprar a depiladora que há tanto tempo queria comprar - não sou nada fã de gilete, confesso.

 

Comprei esta menina, que promete uma depilação sem dor:

 

 

Eu sei... Eu sei... Formaram-me para ser uma menina inteligente, a vida até me deu os pontapés no cu suficientes para eu não ser inocente, mas que vos posso dizer? Já disse que as ideias mais brilhantes surgem com o calor... E estava realmente um dia muito quente quando a comprei.

 

Que vos dizer sobre esta máquina do demo?

 

Ela arranca os pelos! Definitivamente arranca... E arranca pelos mesmo muito curtinhos. Nem sempre à primeira passagem, ou à segunda... Ou à terceira, mas arranca! A bicha é danada, vê um pelo e fica ali a marrar até o arrancar. Agora, se me perguntam se tem um método todo xpto e patenteado que permite uma depilação indolor? Não! Não! Não! Não tem! Dói! Dói muito! Posso até dizer-vos que faz o que eu achava que era impossível, e partes de mim - não interessa quais, tá? - já ficaram atracadas na máquina demoníaca. Assou-me as axilas na primeira utilização, que estive quase uma semana de braços a arejar e a botar creminho calmante e deixou-me a pele bem sensível ao toque. Só o barulho deste pequeno diabo mete respeito. E se acham que eu sou piegas... O moço quis experimentar e berrou! Bem, se calhar não foi o melhor exemplo já que os homens nisto são piores que as mulheres.

 

A máquina vem com vários acessórios, alguns até que eu ainda não percebi muito bem para o que servem, mas posso já destacar que gostei muito da lixa esfoliante. Fiquei com os meus pés mesmo muito suaves apesar de parecer que não lixa nada, por ser tão suave e pouco abrasiva. Tem também uma capinha para peles mais sensíveis mas não aconselho muito, a não ser na zona da virilha, porque a máquina fica com mais dificuldades em agarrar os pelos e acaba por moer mais. Gosto muito do facto de ter luz, permite realmente ver bem o pelo para não os deixarmos esquecidos. O que eu acho é que é pouco eficiente o que faz com que demoremos imenso tempo e prolonguemos o sofrimento.

 

Não posso dizer que não cumpre, em certa medida, o prometido, que é depilar, que cumpre, mas gastei o dobro ou o triplo do que desejaria para ter uma máquina supostamente indolor. Se era para doer como as outras poderia ter comprado uma mais baratita.

 

Posto isto, porque não fui feita para sofrer... Lá me resignei e decidi voltar a fazer a depilação definitiva, e lá vai a máquina do demo ser encostada por muitos e longos anos... Assim espero!

 

E vocês? Usam depiladora? Haverá alguma dica pra Mula que me tenha escapado para tornar isto menos horrível?

Quando se regressa e nada é como antes...

imagem retirada daqui

 

Estive de férias 15 dias. Não me lembro de alguma vez ter estado 15 dias, seguidos, de férias. Normalmente opto por períodos mais pequenos de modo a tirar várias pausas ao longo do ano - que isto de trabalhar é muito bonito, ma cansa -, mas com a pandemia cancelaram-me as férias de Março e Abril e então juntei os dias que sobraram aos que já estavam marcados em Julho e Agosto. 

 

E como é estar 15 dias de férias?

Ai é ótimo! Acabar a primeira semana e saber que ainda tenho o dobro por gozar? É ótimo! Deu realmente para descansar e foram verdadeiramente revigorantes. Vivi duas semanas com a roupa que escolhi para três dias - que ia só passar o fim-de-semana em casa do moço mas acabei lá as duas semanas - e com isso descobri que dá para viver com tão pouco e ser-se feliz... E até descobri que é possível ser-se feliz a lavar cuecas à mão! Vejam lá vocês bem!

 

E como é regressar ao trabalho após 15 dias de férias?

No meu caso foi assustador. Se quando estava de férias, 15 dias pareceram efetivamente 15 dias... Quando regressei ao trabalho pareceu que estive afastada... Sei lá... Um ano? Mudei de chefe. A minha equipa tem quase o triplo dos elementos, alguns começaram e foram embora 1 ou 2 dias depois, o trabalho é distribuído de forma totalmente distinta, alguns elementos já estão a trabalhar na sede, quando supostamente iríamos todos estar em teletrabalho no mínimo até Setembro... Pois, parece talvez, que estive afastada dois anos. Três, no mínimo! E por isso regressar está a ser um turbilhão! 

 

Agora nem sei se volto a arriscar estar "tantos" dias de férias seguidos... Na volta da próxima, até de planeta a minha empresa muda e temos de falar todos em russo ou algo que o valha!... Não sei se estou preparada...

 

Já vos aconteceu algo de semelhante?

Coisas que só a mim... #6

Quem me segue no instagram, ou quem olha ali pra barrinha do lado com as fotos do instagram, certamente já viu uma fotografia minha com um dos meus bikinis favoritos.

 

Este:

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O dito é lindo!

 

Tão lindo que agora até o tenho tatuado nas minhas costas... Sim, isso mesmo. Cada buraco da rendinha é uma mancha de escaldão que apanhei no meu primeiro dia de férias... Mas só por baixo da renda... De acordo com o moço tenho uma tatuagem da renda da avó!

 

Ó Mula, e pores protector solar de baixo do bikini não?! 

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.