Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Ser + Eu

Porque um boost de autoestima nunca fará mal a ninguém!

Nem sempre nos percecionamos da maneira que efetivamente somos, e pelo que vejo à minha volta, tantas vezes nos consideramos inferiores e com menos capacidades do que os outros. Porquê? Talvez por estarmos dentro do nosso quadrado - ou triângulo, ou o que seja, que não sou grande fã de rótulos - nos impedimos de ver as coisas incríveis que conseguimos fazer e dos seres fantásticos que conseguimos ser! Quer dizer, falo por mim, admito que há uns quantos energúmenos no mundo, cuja solução parece-me já não existir. Ainda assim, se virem bem, há pessoas horríveis com uma autoestima gigante e que apesar de horríveis conseguem fazer coisas incríveis. É impressionante - para o bem e para o mal - a forma como a nossa autoestima (ou falta dela) nos molda e influencia.

 

Quantas vezes nos culpabilizamos por situações em que não tivemos qualquer culpa? Quantas vezes pedimos desculpa sem termos efetivamente razões para o fazer? Quantas vezes deixamos de usar uma peça de roupa que adorávamos porque alguém teceu um comentário menos positivo sobre ela? Quantas vezes dissemos sim, quando na realidade queríamos dizer não? Quantas vezes disfarçamos o desânimo, perante uma crítica, que mesmo em tom de brincadeira se torna mordaz? 

 

Eu não sei quanto a vocês, mas este tipo de situações já me aconteceram inúmeras vezes - mais do que tenho orgulho em admitir -, e tantas que já me fizeram duvidar do meu valor e das minhas capacidades. Ainda que a vossa Mula seja facilmente movida pelo desafio e um "não vais conseguir" é motivo para tentar até alcançar, isso só prova que tais palavras fizeram mossa cá dentro. Provar aos outros a minha capacidade - e agora nas minhas novas funções é algo que começa a tornar-se diário - só prova que não sou imune a fatores externos, acho que na realidade ninguém é, mas faço diariamente um esforço para ser cada vez menos influenciada pelos outros, esforço-me para ser cada vez mais segura e menos permeável a opiniões externas - e internas, que a nossa voz interior também é chata pra xuxu. É que efetivamente a vossa Mula tem mau feitio e normalmente está-se pouco borrifando para opiniões de pessoas alheias ao círculo bastante fechado da Mula, mas tantas vezes essas pequenas minas e armadilhas - conscientes ou inconscientes - são plantadas por gente que amamos, que confiamos, e basta pensar na quantidade de vezes que os nossos amigos nos fazem reparos sobre o nosso peso, a nossa postura ou cabelo e até sobre aquela malvada espinha que já sabemos que existe na ponta do nosso nariz. Quantas vezes ficamos inseguros quando os outros nos tecem algum comentário aparentemente inofensivo? Se isto também vos acontece, significa que devem encontrar estratégias para trabalharem diariamente a vossa autoestima e amor próprio. 

 

A nossa autoestima pode ser amplificada, se trabalhada. Podemos sempre evoluir positivamente e assim melhorarmos o nosso bom humor - para aqueles que ainda tiverem solução -, a nossa resistência ao stress, e com isso melhorar, obviamente, a nossa saúde mental - que se torna nos dias de hoje cada vez mais importante -, e as nossas relações amorosas e sociais e até mesmo a melhora da produtividade no trabalho.

 

A vossa Mula é mula, mas gosta de ser uma Mula especial e não uma mula qualquer débil. Quer ser uma Mula cada vez mais plena. Ainda tenho um bom caminho pela frente, mas acredito que o pior também já possa ter passado. É incrível o quanto mudamos em tão pouco tempo, o quanto nos adaptamos em situações de rutura e de drama...

 

Neste caminho que percorro diariamente conto com muitas meditações diárias - que de tantas insónias me salvam - e com o programa desenhado pela minha terapeuta favorita: Sara Portela* que já me acompanha nesta jornada de desenvolvimento pessoal e de bem estar, há alguns anos.

 

ser+eu.png

 

O Programa Ser + EU ajuda pessoas que tal como a Mula pretendem ser mais confiantes e capazes nos desafios do dia a dia. O programa, que decorre em 8 semanas - mas que podem guardar para a vida - é super dinâmico e para além das sessões online, onde a Sara nos provoca - em bom - com as nossas fragilidades e nos ajuda a ter uma perceção diferente - mais consciente - sobre o que nós somos e o que representamos para nós mesmos - venham a mim senhores e senhoras que abominam pleonasmos -, o programa dá acesso ainda a desafios e a afirmações diárias, bem como meditações que nos permitem reconectar connosco próprios - oh! não me chateiem - para sermos, como o próprio nome indica, mais nós - com e sem pleonasmos! 

 

Confesso que tantas vezes durante o curso me senti estúpida. Estúpida porque sempre acreditei que tinha uma autoestima incrível, que os outros praticamente não me afetavam e não me influenciavam, para de repente perceber que há artimanhas tão matreiras que se alojam no nosso subconsciente - mesmo criadas por nós... somos tantas vezes nossos inimigos! -  e que sem darmos conta se tornam tão banais que nem percebemos o quanto somos influenciados. É incrível como tantas vezes achamos que fazemos algo por nós e quando damos conta, quando tomamos a verdadeira consciência, estamos a fazer tantas vezes o que os outros querem que nós façamos, ainda que não nos tenham dito diretamente "faz".

 

Obviamente que por si só o programa Ser + Eu não faz milagres. Não nos reprograma um qualquer chip interno onde ao fim das 8 semanas dizemos com orgulho e de braço ao peito - qual patriota: Sou uma nova pessoa. Obviamente que parte essencialmente de nós, do nosso esforço diário e no cumprimento verdadeiro das tarefas que a terapeuta propõe. Não adianta assistir às sessões e parecermos muito motivados, mas depois não procedermos à prática, no dia a dia. Não é em 8 semanas que mudamos a nossa autoestima, e muito menos que encontramos a solução profunda para todos os nossos problemas, mas é em 8 semanas que podemos recolher informação preciosa para iniciarmos este longo caminho de nos tornarmos plenos e sermos mais felizes!

 

Eu já comecei o meu caminho... Se quiseres começar também, a Mula dá-te um empurrãozinho com um desconto de 20% no programa Ser + EU com o código MULA20. A próxima jornada começa já dia 8 de Setembro. Pede mais informações aqui.

 

MULA20

 

 

*Quem me acompanha sabe que eu já fiz várias terapias com a Sara e nunca desiludem! Podem ver a minha experiência com as Barras de Access aqui e os resultados com os Florais de Bach aqui.

O dia em que o meu Hachi me trouxe um presente

Ou um gift, mas achei que já estaria a esticar a corda

Fui jantar e não cheguei a casa muito cedo. Quando cheguei, e ainda por cima pela hora, estranhei o meu cão não vir logo ter comigo. Chamei-o e ele estava tão concentrado que me ignorou descaradamente. Aproximo-me, e ele estava entre o carro da mãe e o muro da casa, muito concentrado a olhar para o chão. Estava de noite, a imagem não era muito clara, mas aproximo-me com a lanterna do telemóvel e percebo que era um rato! UM RATO! UM RATO ENORME!

 

Como não iria conseguir ir àquele lado do carro porque estava demasiado próximo do muro e eu não passava, tentei chamar o Hachi, para o prender lá em cima para, primeiro, ele não comer o bicho - eu sei lá, ele é capaz de coisas incríveis - e segundo para de manhã ser procedida à respetiva remoção do cadáver do meu pátio, que só de pensar me revolta as tripas.

 

Chamei... Chamei... Chamei... E nada do Hachi, lá andava ele de volta do bicho e eis que vem a correr na minha direção com aquela coisa morta na boca e cauda ao penduro!

 

Assim que percebeu o meu ar de pânico, mudou de direção e foi para o jardim enterrar o dito. E foi assim que à meia noite, do dia 17 de Agosto de 2022, eu andei no jardim com a mãe, de lanterna em punho e sachola no pulso - a mãe, que eu tinha uma dualidade de sentimentos entre encontrar o bicho e não o encontrar - no jardim, à procura do cadáver. E não é que o meu cão conseguiu alisar tão bem a terra que não tinha aspeto de buraco acabado de fazer - e de tapar - que demorou até encontrarmos o bicho?! Por momentos comecei a pensar que ele não o tinha enterrado, mas o focinho dele carregado de terra, claramente denunciou-o.

No dia em que eu peguei fogo a um caixote do lixo no primeiro date

A causar boa impressão desde 1988

Esta semana fui sair com um moçoilo. Enclausurada em casa há algum tempo decidi dar (e dar-me) uma nova oportunidade e sair do convento da vida em que me tranquei.

 

Como sabem, ou pelo menos quem me segue há mais tempo sabe, eu sou fumadora. No stress do primeiro encontro - que isto nunca é fácil - acendo um cigarrinho e como sou moça limpa, quando terminei, apaguei - achava eu - o cigarro e coloco num caixote do lixo. Que não gosto de atirar para o chão.

 

Ficamos à conversa, sentados no banco de jardim mesmo junto ao caixote - que felizmente era de ferro - quando de repente me começa a cheirar a queimado. Começo a olhar à volta e não foi imediata a perceção do ocorrido. Eis que olho para trás de mim e estava a sair fumo do caixote... Pânico. Vergonha. Ainda hoje não sei se senti mais pânico que vergonha. Se tivesse um buraco e se eu fosse uma avestruz, claramente a minha cabeça não teria ficado à tona.

 

Sem água, sem pedras que pudesse atirar lá para dentro para apagar a fumaça que dali saía, lá fiquei de vigilância até aquilo apagar. E naturalmente, sendo o caixote de ferro e não tendo praticamente lixo apagou que foi um instante - apesar de na minha cabeça ter durado horas - e percebi que o motivo foi o facto de ter muito papel e plásticos, ou seja, nem tinha labareda - porque eu efetivamente apaguei o dito! - mas como estava quente deve ter derretido o plástico e começou a fumegar. Sou fumadora há alguns anos e tal nunca me tinha acontecido, mas foi um abre-olhos para ter mais cuidado.

 

Boa impressão claramente não devo ter causado... Mas o moçoilo ainda me responde às mensagens suponho que foi muito pior para mim do que para ele, ou então que ele ache piada a gente trambolha...

 

 

P.S.: Sei que não se deve promover o tabagismo mas... já que a lei é clara e é proibido deitar beatas para o chão, suponho que deveriam de distribuir mais caixotes do lixo próprios para cigarros para gente pouco hábil como eu. 

Tasca Estação

De babar e implorar por mais

Tinha de partilhar isto convosco. Ainda que isso possa provocar que no futuro lá vá e não consiga ter mesa, mas eu tinha mesmo de partilhar isto convosco.

 

estação.png

 

Nas férias conheci um novo restaurate que se tornou para mim numa nova referência. Apresento-vos o restaurante Tasca Estação, na Maia, que tem o menu mais difícil de escolher de sempre, porque nos apetece comer tudo.

 

Tasca 1.png

Tasca 2.png

 

Comecei, achava eu, devagar. A primeira vez que lá fui comecei por um pão de alho - que é uma base de pizza enorme, e deliciosa, de alho e queijo - e umas bolinhas de alheira com creme de maçã. Numa outra altura, também já comi com um coulis - de framboesa, creio - e foi igualmente delicioso, mas confesso que prefiro o de maçã. Alheira e maçã é uma combinação perfeita.

 

Tasca 3.png

Tasca 4.png

 

Destaco também a entrada de burrata. Divina! Divina! Divina!

 

Tasca 8.png

 

Confesso-vos que só as entradas nos alimentam bem, caí na armadilha, na primeira vez mas já não caí na segunda, porque da primeira vez poderia perfeitamente ter comido entradas, sobremesas, et voilá, que o prato principal ficou mais de metade por comer por incapacidades físicas de ingerir mais o que quer que fosse.

 

Um dos meus "pratos" favoritos é o hambúrguer de pulled pork -  de porco desfeito. Em pão brioche com carne suculenta e uns aros de cebola a acompanhar, bem como a bela da batata. Mas também já lá comi pizza e adorei. De todas as vezes reguei os pratos com uma sangria docinha e bem alcoolica que me faz sair de lá a rezar para não me cruzar com nenhuma operação stop em sítios ocultos e sem indicação no waze.

 

Tasca 6.png

Tasca 9.png

 

A nível de sobremesas, destaco o cheescake de maracujá que é completamente diferente de todos os cheescake's que já comi e a tarte de chocolate com gelado que não é nada enjoativa - que aqui a Mula é sensível ao excesso de chocolate.

 

Tasca 7.png

Tasca 10.png

 

E pronto meus amores, vêm do que vos falo? É tudo ótimo e o melhor, é que no dito encontram ainda pastas, francesinhas, tábuas de enchidos, ... Tudo com um aspecto delicioso!

 

 

 

P.S.: Querido Tasca Estação, informo que se me quiserem oferecer uma refeição grátis - porque já se sabe, quem não chora não mama - a Mula não se faz de rogada e faz o sacríficio de lá voltar as vezes que forem necessárias.

Não aprendemos nada com o covid?

imagem retirada daqui

 

Não que tivesse o ser humano em grande consideração. Não que tivesse depositado grandes esperanças e expectativas na pandemia, no que toca à alteração de certos comportamentos altamente irritantes. Debato-me com este problema, há anos. Pensei que algo poderia mudar. Nada mudou.

 

As pessoas continuam a não respeitar o espaço do outro. Continuam a amontoar-se em filas, coladas aos outros. No ginásio continuo a ter de me desviar das pessoas que se colam a mim, nas aulas. Este ano na praia voltou a repetir-se o fenómeno das pessoas colarem as toalhas às nossas quando há mais espaço e todo um areal por explorar...

 

Irrita-me que não se aprenda com os erros... e que nada mude!

Solteirices #5

solteira5.jpg

Imagem retirada daqui

 

Com o passar do tempo, e após colecionar uns tantos anormais, desisti das aplicações. Desisti umas quantas vezes, quando a solidão batia, lá instalei mais algumas vezes e fui alternando entre opiniões e situações. Definitivamente as aplicações não são para mim, por diversos motivos, inclusive e essencialmente, devido à minha falta de paciência e à quantidade de anormais que nelas constam como, de resto, já tínhamos concluído.

 

Neste seguimento, uma amiga minha vendeu-me as vantagens do orgânico*.

 

Não vivemos num mundo onde o orgânico verdadeiramente funcione. Concluí que já ninguém conversa, sem ser pelo telemóvel. Concluí que se um grupo de rapazes sair e no mesmo espaço estiverem um grupo de raparigas, que já não há a situação de meterem conversa, de tentarem conhecer. No máximo, tenta-se encontrar a conta do Facebook e do Instagram para se tentar obter mais informações e por lá meterem conversa. Se entendo? Entendo, atrás de um ecrã estamos mais seguros, perante a possibilidade de rejeição. Se concordo? Não concordo.

 

Em tempos estive na praia sozinha, fiz de propósito para ficar perto de um moço bem jeitoso - que eu tenho um olho extremamente rápido e clínico para avaliar os spots - e ali ficamos os dois durante horas. O moço não tirava os olhos aqui da Mula, a Mula não tirava os olhitos do moço... E depois? E depois nada, foi isto! Se o meu espírito de mulher independente e empoderada poderia ter dado corda aos meus sapatinhos - que não tinha, porque estava na praia -  e ter ido lá meter-me co moço?  Poderia sim senhora. Se eu fui? Não fui não senhora. Nem ele! E porquê? Concluí que o tradicional há muito que deixou de ser confortável...  Se é triste? É! 

 

Percebi, que se falar com moços pessoalmente, que venham do modo orgânico e que possam de alguma forma me interessar - que também já aconteceu - que viro totó. Gaguejo... Coração acelera e só digo coisas sem sentido e com a língua meia que enrolada - no mau sentido - e por isso a modos que descobri que não tenho desenvoltura suficiente para ser uma solteira bem sucedida no mundo do engate. Isto do orgânico não é para mim... E nas aplicações não há ninguém para mim... (ou se há... está muito bem escondido!)

 

A modos que concluo que não procuro nenhum príncipe encantado... Procuro o lobo mau, que tenha espírito de iniciativa, foco e dedicação e que dê os primeiros passos por esta atada da Mula, porque de outro modo estou a antever que vou morrer solteira!

 

 

*Pela via tradicional.

Máscara salva-vidas

**Post meramente humorístico (antes que me batam)**

Ao fim de quase 2 anos e meio de pandemia, finalmente uma máscara salvou-me a vida! Mais propriamente uma FP2! Eles sempre disseram que as FP2 eram as melhores, que nos protegiam melhor! Foi preciso chegar Julho de 2022 para perceber o verdadeiro sentido destas palavras! 

 

Ontem fui ao ginásio e esqueci-me do elástico para o cabelo em casa... Eis que retiro um elástico de uma máscara - porque com uma máscara ando sempre... Já os totós deixo sempre em casa -, dou um nó, e assim grito a plenos pulmões que uma máscara FP2 me salvou de morrer asfixiada com o meu próprio cabelo durante a frenética aula de zumba. Apesar de me asfixiar sempre que a tentava usar. 

 

Como é curiosa a vida... Descubro assim que as FP2 asfixiavam-me porque lhes estava a dar a utilidade errada... 

Cenas e situações de mentes gordas...

Num dos últimos dias das minhas férias, fui jantar com umas amigas. Uma refeição completa... Com direito a entradas, prato principal - una pasta bonissima! - e sobremesa - óbvio, né?

 

Tudo certo até aqui!

 

Terminada a bela da refeição, concordamos ir até um barzinho, junto à praia, beber um copo, até para desmoer, porque saímos do restaurante a desabotoar as calças.

 

Entramos no primeiro bar. À pinha! Entramos no segundo bar. Carregadinho de gente! E por fim, até porque à terceira é de vez, encontramos um bar, com pouco aspeto de bar, com uma decoração incrível e lá entramos!

 

Entregam-nos as listas, eu como bêbada que sou, fui logo à parte das bebidas alcoólicas ver o que ali se fazia e eis que alguém da mesa refere:

 

- "Alinham numa tábua de sobremesas?"

 

E foi assim que quase à 1h da manhã, numa espécie de bar em Leça da Palmeira - na realidade é um brunch bar - que comemos uma tábua gigante com panquecas e toppings vários, logo após refeição completa!

 

Mentes gordas realmente não têm descanso!

 

Mas se forem tão doidos e gulosos quanto nós... Deixo-vos a sugestão, até porque quanto a nós... será para repetir!

 

Caqui Brunch Bar

 

IMG_20220724_132041.jpg

 

Panquecas fantásticas! Toppings de arregalar os olhos e de querer chorar por não se ter barriga para comer tudo! Atedimento... incrívelmente divertido! 

 

Sem dúvida não poderia ter terminado as férias da melhor maneira!

A importância de construir o nosso forte

Onde as únicas máscaras que existem, são decorativas!

tres-gatinhos.jpg

 

Quem me segue há algum tempo, sabe que a minha vida nos últimos anos sofreu grandes reviravoltas e uma das grandes mudanças, foi ter regressado à minha casa de infância, onde nem sempre fui muito feliz. Tendo eu saído de casa tão nova, aos 20 anos, e regressado uma década mais tarde, não foi um processo fácil e exigiu algumas mudanças estruturais na própria casa, pois havia muita coisa que eu não queria recordar neste regresso a casa. Já bastava eu estar um caco, não queria o meu lar também ele um caco, pelo menos aos meus olhos.

 

A minha mãe esteve sempre do meu lado em todo o processo, e juntas adaptamos a casa para que eu me sentisse bem e confortável. Compramos um novo sofá, um plasma para os serões em família e a parte mais importante: o meu quarto. Ainda hoje, passados 4 anos o meu quarto é o meu palácio, o meu forte. Mudei a cor das paredes, comprei novas decorações e toda uma moderna mobília de quarto. É, o meu quarto é o meu forte e está ao meu gosto, sendo que cada peça decorativa foi pensada a pormenor.

 

Felizmente não estamos sozinhos, e há empresas que pensam em pessoas como nós - comuns mortais que sofrem, que sonham, que vivem em constante mudança - e que têm o claro objetivo de ajudar cada um de nós a construir o seu forte seguro, o seu lar acolhedor. Destaco-vos a GoodVinil, empresa sediada em Braga com o propósito de dar vida, cor e conforto às vossas paredes, aos vossos olhos e corações.

 

Têm um variadíssimo leque de vinil de parede, para todos os gostos e divisões, inclusive para espaços comerciais. Com a GoodVinil podem facilmente criar diferentes espaços de forma simples e económica - sim porque ao preço que andam os materiais de construção, meus bebes fofos da Mula, se querem pintar paredes benzam-se duas vezes (talvez três...) antes de irem analisar os preços das latas de tinta.

 

A GoodVinil não promete o impossível, promete - e cumpre! - deixar cada divisão incrível: Desde a cozinha...

ustensiles-de-cuisine.jpg

 

... Ao quarto dos miúdos!

 

ours-dormant-sur-la-lune.jpg

 

... E se ainda assim não encontrarem o que pretendem, têm sempre a possibilidade de personalizar.

 

Em breve o meu forte irá mudar, e terei de recomeçar todo o processo de reconstrução do meu lar seguro mas não me assusta, porque já renasci tantas vezes que sei que mais uma será apenas isso, mais uma, e com a quantidade de adesivos de vinil a que já pisquei o olho, sei que vai ser fácil erguer novamente o meu forte seguro.

 

E vocês, como decoram a vossa casa, já aderiram ao vinil?

Rascunhos...

Dariam um outro blog

Quando olho para os rascunhos deste curral assusto-me...

 

Há anos que acumulo rascunhos que nunca vêm - e muitos nunca verão - a luz do dia: Reviews de viagens, de livros, de filmes... Tenho todo um diário de quando estava a tentar engravidar - há-cinquenta-mil-vidas-atrás - todo um carpir de sentimentos e memórias dos meus dias mais negros e outros de dias felizes.

 

Olhando para todos estes rascunhos, concluo que dariam todo um novo blog. Não melhor, nem pior (ou talvez sim) mas um novo blog. Às vezes encho-me de coragem e abro esses rascunhos. Nalguns constam apenas ideias. Algumas ideias-chave, palavras dispersas de coisas que já me fizeram sentido e que agora olhando, nem memória do que queria dizer... Noutros, textos completos, uns densos outros tolos, uns que ainda me fazem sentido outros que nem tanto. E porque não vêm a luz do dia? O que me retrai? O que me impede?

 

Talvez o sentir que não expressam exatamente o que eu queria expressar, seja opinião ou da alma. Quando leio e não me leio, não me sinto. Porque às vezes também me acontece escrever sem me reconhecer...

 

Já sentiram isso? Já sentiram que escreveram algo, porque viram, porque estavam lá, porque pulsaram cada tecla que escolhe cada letra mas... Que no final não reconhecem como vosso? 

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.