Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Eu Dory, prazer!

A memória não é o meu forte. Pelo menos aquelas memórias assim do dia-a-dia, tipo caras, nomes, e afins. Então com nomes...

 

Isto é o meu dia-a-dia, e por mais que tente não estou a conseguir dar a volta:

 

Pessoa X: Bom dia, precisava de falar com o Sr. Z.

Mula: Com certeza, acompanhe-me por favor. Diga-me entretanto só o seu nome para eu o anunciar... - nem sei para que é que pergunto, sou-vos sincera...

Pessoa X: Sou a Pessoa X.

 

Uns segundos mais tarde.

 

Mula: Senhor Z, tem aqui um senhor para si.

Senhor Z: Quem é?

 

Silêncio... 

 

Às vezes até se ouvem grilos...

 

Mula: Pois... eu perguntei... A sério que perguntei... Mas sinceramente...

Senhor Z: Já não se lembra, certo? - Diz a rir-se! - não tem problema, mande entrar.

 

Coro envergonhada, mando entrar a pessoa cujo nome já soube mas cujo nome desconheço... E é assim o meu dia-a-dia. Às vezes vou dizendo o nome baixinho para mim e corre bem, mas às vezes nem com essa tática, porque se entretanto falarem comigo, já se perdeu para todo o sempre no meu inconsciente.

 

A verdade é que já não é defeito é feitio. Sou muito competente para umas coisas - e eu sei que estão muito satisfeitos com o meu trabalho - mas há estes pormenores que me fazem sentir uma total tola a trabalhar, mas felizmente as pessoas por aqui já me começam a conhecer. Podem até não acreditar, mas não é distração... Não é!

 

No fundo é só porque sou um pouco Dory, prazer!

 

 

P.s.: O mais parvo, é que se me disserem referências de negócios, eu sei perfeitamente quais são, de quem são, se já estão pagos ou faturados e até sei quando foi pedido e a quem... Se entrar em discussões, sei palavra por palavra do que foi dito, com que entoação, quando e a que horas... Mas suponho que não se pode ter tudo e por isso continuo a dizer 50 vezes bom dia às mesmas pessoas - por não me lembrar se já as vi hoje ou não -, a esquecer-me de nomes e a confundir pessoas... E é isto!

Aos poucos...

Aos poucos cada dia é mais fácil.

 

Cada dia que passa é menos uma lágrima derramada, menos desespero e agonia e aos poucos a normalidade instala-se. Não que queira cometer os mesmos erros mas tenho saído, tenho evitado estar em casa, aos fins de semana, para evitar cair na depressão da solidão. Aos fins de semana eu nunca estava em casa, estava sempre com ele e por isso os fins-de-semana são os dias mais dolorosos. Não estou a enfiar a cabeça na areia, não desta vez, não estou porque não há nada mais que eu possa fazer, e o que não tem solução, solucionado está. Por isso resta-me espairecer, distrair-me, curar-me. Sol e mar nunca fizeram mal a ninguém. A paz ajuda-me a colocar a cabeça no lugar, as conversas longas com os amigos ajudam-me a ter um dia menos cinzento, menos doloroso. Aos poucos junto os meus cacos.

 

Ainda há dias muito difíceis, dias em que me apetece largar tudo e recomeçar num outro qualquer lugar longe... Aliás recebi uma proposta para sair do país e não a coloquei totalmente de parte. Sei que não resolveria nada mas... Quem muda Deus ajuda, certo? Acho que preciso que Deus me ajude...

 

Saio essencialmente desta relação com a consciência que fiz tudo o que podia, tarde é certo, mas fiz tudo o que podia e até o que não devia - quando colocamos de lado o nosso amor próprio nunca é bom - para salvar um amor defunto. Chorei, implorei, desesperei. Não imploro mais. Nunca mais. Eu primeiro, tem de ser assim agora e sempre. Eu primeiro.

 

O moço quis decidir por mim. Diz que não é por ausência de sentimentos, mas que eu mereço que ele sentisse e fizesse mais. Que mereço alguém diferente, uma relação diferente. Tretas. Muitas tretas, e eu odeio que decidam por mim.

 

E aos poucos ganho a consciência de, porra, eu até sou uma mulher bonita, interessante e comunicativa. Alguém me irá aparecer e cativar. Não nas aplicações, que já as desinstalei... Não são definitivamente para mim e toda a gente acabou bloqueada. Mas alguém aparecerá para me arrebatar, não para me preencher, que não tenciono cometer o mesmo erro de me esvaziar por alguém, mas para me arrebatar e caminhar ao meu lado. Alguém que não queira decidir por mim.

 

Aos poucos...

 

Aos poucos reestruturo-me!

Regressei ao ginásio...

...E saí da primeira aula - de Cycling - sem saber o meu nome, a minha idade, de onde vim e para onde ia... sem contar as dores no rabo do dia seguinte.

 

 

Estava a contar regressar ao ginásio apenas quando fosse vacinada, mas concluí que mais depressa apanho covid onde trabalho do que no ginásio. Abriu um novo perto de minha casa e não pensei duas vezes, fui lá conhecer as instalações, pareceu-me ter segurança e condições de higiene e acabei a inscrever-me no próprio dia. No dia seguinte já estava a treinar, e ainda por cima ofereceram-me 15 dias de treino, o que foi motivador. Lá fui eu.

 

Queria começar devagarinho... A ideia era ir fazer uma aula de pilates, mas não consegui vaga, acabei assim na aula de cycling na ideia de fazer uma aula de GAP logo de seguida...

 

[Pausa para rir nervosamente]

 

GAP após a primeira aula de cycling dizia eu... Esqueçam! Saí de lá com as pernas tão bambas que fui direta para o banho e foquei na direção de casa sem olhar para trás. Nem parecia que treinava há meses em casa, parecia é que não treinava há anos.

Amnésia seletiva

Às vezes acho que sofro de amnésia seletiva. Tenho tendência para apagar da memória tudo o que é mau e guardar num local quentinho do coração o que é muito bom. Os intermédios vão-se perdendo.

 

Eu que nunca me dei bem com o meu pai, tenho tendência desde a sua morte, a esquecer tudo aquilo que nos afastava e a reter o pouco que existia de bom entre nós. Às vezes dou por mim a pensar que fui demasiado cruel - quando não fui - por me esquecer do mau, de tudo o que me fez passar e sentir.

 

Não que seja mau relevar o que não interessa, mas às vezes também me tolda a visão e faz-me viver no passado, agarrada às memórias, que às vezes conseguem ser bem dolorosas.

 

Ao reler a publicação sobre o fim da minha relação - obrigada Sapinho, desde já, pelo destaque - fiquei com a sensação de que transmiti que correu mais mal que bem e isso não é verdade. Houve uma altura em que estivemos muito bem, pela minha optica pelo menos, não sei se perguntando ao moço ele concorda, mas acho que sim, e dou por mim a relembrar os tempos em que ele aparecia por 5 minutos num dia em que não havia tempo para mais... Ou quando vinha com o carro dele seguindo o meu até eu chegar a casa segura. Lembro-me bem de cada bilhetinho que me deixava de manhã a desejar-me um bom dia e de quando me levava sempre atrás, mesmo quando saía com os amigos. Claramente ele gostava da minha presença e fazia questão de passar o seu tempo livre a meu lado. Com o tempo isso perdeu-se. Essencialmente porque eu tanto reclamava que precisava do meu espaço e do meu tempo. Tanto reclamei que ele mo deu, mesmo quando eu já não o queria. Fomos nos afastando... Aos poucos. Quando dei por isso... Já não havia muito mais a fazer. Tentei lutar, tentei-lhe demonstrar que estava seguro do meu lado. Que estava bem, que me fazia feliz... Mas acho que nunca acreditou realmente e relembrava-me constantemente tudo o que de mau lhe tinha feito, e dito, apesar de querer que essas palavras e atitudes ficassem lá atrás... No passado. Mas ele foi sempre trazendo para o presente. Isso nunca é bom sinal.

 

Colocando tudo em perspectiva sei que abdiquei de muito para podermos seguir juntos e acho que isso ele nunca valorizou realmente... Talvez como eu, lá atrás, no passado, não tenha valorizado inteiramente tudo o que de bem ele me fazia.

 

Dizem que quando uma relação não resulta é sempre culpa das duas partes e disso não tenho dúvidas: remamos os dois para que este barco não andasse, primeiro eu, depois eu, e quando se rema sozinho o barco não sai do lugar e só anda às voltas sem terra à vista.

 

Quando penso na vida - agora tenho bastante tempo para isso - consigo apontar as falhas de cada remada, mas nas memórias do dia-a-dia, naquelas inconscientes e incontroláveis, só me lembro do bem, do amor que tanto tentámos construir apesar de falharmos. 

Ainda sobre a consulta com a médica de família

Isto de passar os 30 não está fácil, na consulta senti-me uma hipocondríaca. É certo que não ia a uma consulta de rotina há mais de 2 anos, mas ainda assim, queixei-me de tudo e mais alguma coisa. Senti-me uma velhinha de 80 anos e imaginei a minha médica a receitar-me 500 placebos para as minhas queixas. Mas a verdade é que os 30 não me estão a ser muito favoráveis. Quistos vários que implicam vigilância, dores que aparecem misteriosamente e que desaparecem ainda mais misteriosamente em sítios que não é suposto ter dores, e que ninguém nas urgências entende porquê... Isto realmente não está fácil.

 

A somar a isto... Preciso de regressar ao oftalmologista... Mas ando a adiar porque tenho outras prioridades...

 

... Como o dermatologista onde fui também esta semana, ao privado também, pois claro. A par disto tudo, sou seguida pelo otorrino e pela imunoalergologia e precisava de ir para um proctologista - mas a médica não aconselhou para já.

 

... Não tarda, preciso é de um psicólogo, que lidar com isto tudo, a saúde mental também não sai favorável.

 

Entendem? Pareço uma hipocondríaca... Mas não, as queixas são reais, apesar de ter desenrolado o pergaminho no consultório. Ok, bem sei que os hipocondríacos dizem o mesmo!

 

 

Mas a verdade é que tenho uma médica preocupada e que me receitou imensas análises e exames vários para me tranquilizar. Agora vamos ver o que vai sair dali e vamos ver se ando com stress com razão ou não.

 

Acho que estou a envelhecer demasiado rápido...

 

Malta dos 30's, como vai isso? 

Sofrer por antecipação

Fui à médica de família a uma consulta de planeamento familiar, achava eu, para fazer a citologia cervical. Adoro a minha médica, aliás foi escolhida por mim por já a conhecer. 

 

Vou primeiro à enfermeira para medir tensões e pesar e diz-me ela "agora pode esperar pela consulta, pode ser a Dra. Ana ou o Dr. Pedro."

 

E pronto, depois disso deu-se uma explosão de stress na minha cabeça. Como assim, eu escolhi uma mulher para minha médica de família, muito meiguinha e compreensiva por sinal e iria acabar a abrir estas minhas pernocas lindas a um médico homem, assim sem jantar primeiro? Nem um café? Dir-me-ia primeiro uma palavra amiga? É que todo o procedimento já é horrível com uma mulher, com um homem, ainda por cima jovem... então... Comecei logo a imaginar dizer "ah não sabia que era para fazer a citologia... estou menstruada, não pode ser!" - foi o que de melhor me veio à ideia. A outra ideia foi dizer que tinha tido um imprevisto e desaparecer dali e voltar noutra altura, talvez preparada psicologicamente para a situação.

 

Chamam o meu nome, congelei. Fui pé ante pé para o consultório e respiro de alívio quando vejo a minha médica a receber-me à porta, como de habitual.

 

Uffaaa!!!

 

No final, nem citologia fiz porque agora são realizadas de 5 em 5 anos.

 

 

Entendem agora por que é que me cai o cabelo todo? Eu estou sempre em sofrimento, a sofrer por tudo e por nada e na maioria é certo que é por nada! Não há cabelo que aguente!

Sobre o karma

É inegável que ele existe... Mesmo que o neguemos.

 

Como já perceberam eu e o moço terminamos.

 

2 anos, 2 meses e 13 dias. 

 

2 anos, 2 meses e 13 dias deitados ao lixo. Pensei que finalmente tinha encontrado o meu companheiro para a vida. Ainda não. Perdi tempo? Não digo que perdi porque vivemos momentos fantásticos que me fizeram perceber o que quero de uma relação, mas a verdade é que também vivemos momentos muito maus, mesmo muito maus que também me fizeram ver o que NÃO quero de uma relação. Muitos deles por minha própria culpa - sim, polícias da ortografia, eu sei que estou a usar um pleonasmo! - e uma vez mais o karma não perdoou.

 

O primeiro ano, que deveria de ser o melhor, não foi bom. Tenho noção de que foi demasiado precipitado e que eu não estava preparada para ter uma relação. Gostava dele, mas não tanto quanto ele gostava de mim e os meus traumas, os meus demónios não me deixaram ser plena, não me deixaram entregar, e quem tanto anda de pé atrás acaba a tropeçar. Tropecei e caí. Terminei tudo em Fevereiro de 2020 quando ele queria ir viver comigo. Sim, eu fui essa cabra. Entretanto com uma pandemia a correr lá fora, isolada do mundo, de tudo e de todos entrei obrigatoriamente em introspeção, coisa que deveria de ter feito voluntariamente a seguir ao divórcio mas que acabei por fugir. Enfiar a cabeça na areia nunca é solução, mas foi a solução que na altura me pareceu mais confortável e conveniente. Fui camuflando a dor e as mazelas com um novo amor e acabei por arrastar o moço para as minhas merdas e a verdade é que quando assim é, tem tudo para correr mal. Correu bastante mal. Acabei por magoar quem mais gostava e quem tanto me poderia - e queria - fazer feliz. Da meditação forçada pelo covid, acabei a perceber - tarde... - o que queria realmente para a minha vida e que gostava mais do moço do que realmente achava. Corri atrás. Em Junho de 2020 voltamos a namorar, mas nada mais foi igual.

 

Ele que me dava a lua se eu pedisse, não dava nem um carinho inesperado. Compreendi. Aceitei. Rezei para que se voltasse a entregar, para que voltasse a ser o moço que eu conhecia e pelo qual me tinha apaixonado. Os meses foram passando, e se houve alturas em que achei que as coisas estavam a melhorar, a verdade é que noutras, tinha clara noção de que estavam a piorar para um caminho sem volta. Terminamos e recomeçamos vezes sem conta, mas em Junho deste ano tornou-se definitivo.

 

Se uma parte de mim estava sempre à espera - em agonia - que esse dia chegasse, uma outra parte de mim foi apanhada totalmente desprevenida. Queria tanto que desse certo, sentia-me a correr contra o relógio, mas pelos vistos há um ano atrás já tinha sido tarde demais, e o relógio já estava avariado há muito tempo... Eu é que me recusava a achar que não.

 

Desencontramo-nos. Acabei por engolir a dor que lhe causei e mais alguma que fomos acrescentando. O karma, ai o karma... Deveria de ter sido mais compreensivo o karma...

 

E é assim a vida...

 

O que tem de ser... é. O que não tem de ser, não é. 

 

Pelos vistos não tinha de ser...

Solteirices #2

O preconceito e o estereótipo

É inegável que há algum preconceito ligado às aplicações para conhecer novas pessoas. Preconceito esse com alguma bastante razão de ser. Há quem vá para as aplicações mascarado de boas intenções quando no fundo a intenção é só e apenas uma: a procura de sexo fácil. Ainda que não me parece que a sorte dessas pessoas esteja sempre do seu lado. Acima de tudo acho que deve existir transparência. Não é certo, nem errado, deve é ser-se transparente e encontrar matches com as mesmas intenções e está tudo certo. Quando assim não é, acho errado.

 

Apesar de saber que existem boas pessoas com boas intenções, ou sem qualquer intenção específica - a prova é que eu também lá fui parar... - a verdade é que eu também instalei a dita com algumas reticências e com os dois pés atrás, que só um pé atrás parecia-me pouco.

 

Num dos meus primeiros matches, um moço vem falar comigo e a primeira pergunta a seguir ao típico "olá, tudo bem?" foi "o que é que procuras por aqui?". Confesso que foi inesperado, e até precipitado, mas compreendo que as pessoas pretendam clarificação, a tal transparência de que vos falava. Claro que não imaginei o desfecho, levei logo a situação para o estereótipo que esperava da aplicação e respondi logo na defensiva. Expliquei que não procurava nada em específico, ao estilo do "estou só a ver" quando somos abordados pelos colaboradores das lojas de roupa ou sapatarias... Mas afinal o moço procurava um relacionamento sério e a minha contra informação não foi satisfatória e o moço não quis continuar a conversa. Achei justo. Estranho. Mas justo.

 

E é assim meninos e meninas, tenham cuidado que há quem vos queira pôr um anel no dedo no primeiro minuto de conversa...

 

 

Solteirices #1

Solteira e boa rapariga, decidi instalar uma aplicação para conhecer pessoas. Nada para essas badalhoquices que estão a pensar - ainda que nada contra e não nego que possa eventualmente acontecer - mas essencialmente para falar com pessoas, livremente, sem stresses, descontraidamente. Deixar fluir, aliviar a cabeça, a mente e o resto logo se vê. Conheci o Mulo na internet, ainda que há 20 anos atrás, quando as internetes ainda eram muito diferentes, quem sabe se não volto a encontrar alguém especial? Verdade que a minha disponibilidade atual também é mais reduzida, a paciência nula, e a vontade de falar zero, mas pronto, dizem que temos de contrariar, estou a tentar contrariar.

 

Não é difícil de perceber que as aplicações não são para mim. Para além das razões já enunciadas, descobri também que sou suficientemente exigente para recusar 90% dos possíveis candidatos à primeira triagem ao ponto da aplicação dizer que não tem mais ninguém para me mostrar, há já vários dias... Esgotei o stock de perfis... de portugueses. Agora, quando a aplicação me mostra alguém novo não é português... É espanhol, já a dizer "já que és esquisitinha com os nossos, vê se os de fora são melhores!". Choquem-se, não são. Paletes deles com tudo escrito em espanhol, com ar de espanhol, nome espanhol e localização espanhola. A sabedoria popular diz que: De Espanha nem bom vento, nem bom casamento. Não que eu ache que vá encontrar um príncipe encantado numa aplicação e contrair matrimónio mas... há que ter algum foco.

 

Outra razão terrível das aplicações é quando nos mostram gente conhecida!

 

Sim, aconteceu, obviamente carreguei logo no X com muita veemência e acendi velinhas para que recusando eu, não apareça como sugestão do outro lado. Já lá encontrei o Mulo, o ex-moço e um colega. É uma alegria.

 

Já eliminei a conta vezes sem conta, instalei e registei-me outras tantas vezes, é que ainda por cima passando a maior parte do tempo sem ter ninguém para ver, a coisa nem divertida é...

 

Pelo pouco tempo que lá passei e pelas poucas pessoas com quem já falei já consigo traçar alguns perfis...

 

De futuro falar-vos-ei do tipo de pessoas com que me cruzei para que se riam comigo. Sim, é para rir!

 

Mas antes pergunto-vos: Quem já andou a explorar este mundo novo, têm histórias engraçadas para contar?

Pág. 1/2

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.