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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Coisas que me encanitam os nervos...

Já abriram o agendamento para a vacina a maiores de 18 anos...

 

 ... E eu com 33, ainda não fui contactada para marcar a dita. Já me registei umas duas ou três vezes no site para o agendamento. Dizem que se no prazo de 5 dias não me agendarem a bicha que me cancelam o registo e posso escolher outro centro... Nunca aconteceu. Ao fim dos 5 dias, e já esperei mais de uma semana para o fazer, volto ao site para fazer o pedido, não me deixam escolher porra nenhuma e dizem novamente que se não me contactarem em 5 dias que fico cancelada e andamos nesta brincadeira há quase 3 semanas!

 

Se calhar - mas só se calhar, que não percebo nada disto - dever-se-iam preocupar em vacinar as pessoas da idade já autorizada em vez de continuarem a abrir às restantes idades e não terem vagas para ninguém!

 

Apelo e campanhas pro-vacinação? Discursos de merda por estas internets fora a consciencializar as pessoas para a vacinação? Pra quê? Se as pessoas que se querem voluntariar para levar com uma pica de origem praticamente desconhecida, são tratadas deste jeito? Já liguei para a saúde 24 e disseram que nada podiam fazer... A casa aberta é só a partir dos 35...

 

Sabem que mais? Aposto que é o meu anjo da guarda a proteger aqui a Mula e não vou insistir mais...

 

Sinceramente... #fuckvacine

 

Tentei!

Será que estamos a desvalorizar o virus?

Ou serei só eu?

Imagem retirada daqui

 

Enquanto trabalhei em casa sempre tive imensos cuidados no que toda a proteger-me do vírus. Quando vinha à rua, para ir ao supermercado ou algo semelhante, sempre desinfetei as mãos cuidadosamente depois de tocar em algo que não era meu, quando entrava no carro, ou seja, quando estava fora da minha bolha protegida. Já foi tempo, inclusive, de me despir à entrada da casa, e de ter roupa específica pronta para ir para a guerra, literalmente.

 

Em Novembro fiquei desempregada, e entre isolamentos profiláticos e recolheres obrigatórios quase não saí de casa entre Novembro e Fevereiro. Estive sempre protegida sem grandes preocupações. Em meados de fevereiro recomecei a trabalhar, e ao início confesso que foi bastante complicado. Em primeiro lugar tive de me habituar a algo que mais de meio globo já estava habituado, mas que eu não: Usar máscara durante 8h. Em segundo, o pânico de tocar em coisas, em tantas portas, em computadores que não eram meus, em canetas que as pessoas ainda não se habituaram a não partilhar, entre outras situações que para mim eram complicadas. Andava sempre com o meu gel na mão, desinfetava as mãos centenas de vezes ao dia, assim como a minha caneta sempre que ma pediam emprestada. A minha pele gritava. 

 

Com o tempo as coisas tornaram-se mais fáceis (?) e direi até que com o tempo, em vez de me habituar às rotinas de toca-desinfeta, comecei a desleixar-me. De tanto andar para cá e para lá, de tantas portar abrir e fechar, de com tantas pessoas ter de lidar o pânico deu lugar a uma calmaria estranha. Já não desinfeto as mãos com tanta frequência - também é verdade que não as levo à cara, que isto de trabalhar de óculos e de máscara não deixa grande espaço para acidentes -, mas a verdade é que se por um lado já não vivo com o pânico do incerto, ainda que continue assustada com as notícias que não nos levam a um porto seguro, por outro lado acho que estou desleixada. Claro que continuo a desinfectar as mãos várias vezes ao dia - mas não tantas quanto deveria - e o gel ainda é meu aliado e está sempre próximo, mas...

 

Isto deixa-me a pensar: No fundo é isto que faz com que os números aumentem, certo? Serei a única a começar a desleixar-me? Será generalizado? É por preguiça ou simplesmente por cansaço?

Quando uma negativa nos traz felicidade

Ainda que tudo o resto me dê vontade de arrancar cabelos

imagem retirada daqui

 

 

Sempre fui boa aluna e os testes negativos - quando aconteciam, e aconteciam! - causavam-me sempre uma enorme tristeza e frustração. A minha mãe sempre me motivou a ser melhor, e a dar sempre mais. Mesmo as boas notas nunca pareciam ser boas o suficiente e quando eram... Eu não fazia mais que a minha obrigação. Pois claro que não, um dia que seja mãe, filho meu levará com a mesma resposta. Isto desenvolveu o meu espírito competitivo - que é mais desenvolvido do que desejaria, confesso - e o meu mau feitio perante uma derrota. Não tenho, propriamente, de ser a melhor, mas gosto de ser muito boa em tudo aquilo que faço. Odeio respostas negativas, não gosto de ser desapontada ou contrariada.

 

A nova situação mundial veio demonstrar que há situações em que é bom ter negativas e hoje recebi um teste negativo ao qual levantei as mãos aos céus e agradeci.

 

A minha mãe está em isolamento faz hoje uma semana. Testou positivo ao teste da covid-19 e desde então tem sido um verdadeiro sufoco aqui em casa. Os cuidados são mais do que muitos e sempre me parecem poucos. A pele das minhas mãos estala de tantas vezes que são desinfetadas e as máscaras vão desaparecendo rapidamente da embalagem.

 

"Desinfetei a maçaneta da porta da cozinha?"

"Desinfetei as mãos? É que toquei no tabuleiro!"

"Toquei na máquina de lavar a loiça, antes ou depois de desinfetar as mãos? Vá, mais um pouco de lixívia não faz mal!"

 

Os dias não têm sido fáceis.

 

Os dias não têm sido nada fáceis...

 

Eu que sempre fui independente estou a depender de terceiros para poder comer, estar medicada e até para estudar - comecei uma formação no dia de ontem e precisei de uns documentos que não tinha como imprimir. É nestas alturas que vemos quem temos do nosso lado. E quem eu achava que tinha... Não me desiludiu! O meu grupo restrito de pessoas do coração - como gosto de lhes chamar - é incansável na preocupação e nunca me faltou nada desde o primeiro dia que fiquei em isolamento. 

 

"Deu negativo hoje. O teste foi realizado há dois dias... E hoje, será que continuo negativa?" as perguntas na cabeça andam à roda e são mais que muitas. Qualquer sensação de dor de cabeça ficamos em alerta. Já senti a garganta a ameaçar de dor várias vezes, nunca se concretiza. Já senti a temperatura a subir, ao ponto de ter subido realmente. É psicossomático. Tenho de ter noção de que é psicossomático e controlar-me. Há vários dias que não me sinto a 100%, mas também não seria suposto estar, correto? O stress é mais que muito, o desespero de estar só - e ao mesmo tempo não estar - nesta casa tão grande é horrível. A minha mãe ali encerrada no quarto há 8 dias parte-me o coração, ver que ela não está bem e não poder reconfortá-la de uma forma humana parte-me a alma em mil pedaços. Sou péssima dona de casa e agora tenho de ser dona de casa e mãe. Mãe da minha mãe, de dois gatos carentes e de um cão que passa mais tempo no veterinário do que a correr no jardim.

 

Sinto-me presa com tanto para fazer lá fora. Consultas no veterinário adiadas, a minha vacina adiada, a minha marcação com o centro de emprego adiada, almoços marcados adiados. Sinto-me desesperada a viver um inferno - que poderia ser pior, bem tenho essa consciência - sem que nada possa fazer.

 

"Temos de ver o lado positivo da coisa, Mula, tu estás bem!"

 

Sim, eu estou bem e tendo em conta que sou asmática a coisa poderá correr muito mal quando chegar a minha vez  - não creio que continue a conseguir escapar por entre as gotas de chuva como até agora, durante muito mais tempo - e o outro lado positivo é que o tabaco acabou, e eu não fumo há quase uma semana, e estou a aguentar-me muito bem, por isso palminhas para mim, que estou a retirar coisas positivas da merda da situação e deste vírus que não nos larga do pé... Ou dos pulmões, neste caso.

 

Mas é incrível isto não é verdade? Tanta proteção nos supermercados, tantos pacotes massajados com álcool antes de serem guardados nos armários, tanto pepino amokinado antes de ser aprovisionado no frigorífico para depois o vírus estar ali, na pessoa que mais amamos, ali no quarto logo ali ao lado sem que nada possamos fazer...

 

E é isto a vida... Não que eu achasse que isto só toca aos outros e bla bla bla, que nunca achei mas... Dava os dois dedos mindinhos do pé para não estar a passar por isto, essencialmente agora que estou ainda mais desprotegida, desempregada... É que... Como sempre vem tudo de enfiada.

 

Tive sorte com o meu teste mas... Dizem que não há duas sem três: Qual será o terceiro azar?

Legado covid-19?

Vamos mudar alguns comportamentos no futuro, sim?

 

"Até um relógio parado está certo duas vezes ao dia!"

 

 

Dizem que devemos retirar pontos positivos até das piores experiências e sou da opinião que efetivamente tudo nos permite ensinamentos e já que teremos que conviver com isto do covid-19 durante mais tempo do que o previsto, é importante retirar-mos alguns pontos positivos do dito. Algumas aprendizagens, que espero, sinceramente que permaneçam mais tempo que a pandemia e que não se esfumem com ela.

 

Quem me conhece sabe que sou uma pessoa social mas não extremamente social. Odeio chegar a uma casa, a uma festa, a um espaço cheio de gente e ter de cumprimentar pessoa por pessoa. Tendo a chegar a um sítio, levantar a mão e dizer "Olá a todos!" et voilà, sintam-se todos cumprimentados, porque uma coisa é ir a casa de uma amiga e cumprimentar a amiga, outra coisa é chegar a casa da amiga, ela ter a casa cheia e eu ter de ir dar 2 - DOIS! - beijos a cada pessoa e tantas vezes a pessoas que nem conhecemos, mas que a boa educação diz que não podemos ignorar. Quando vamos embora, novamente o mesmo processo... É demasiado beijo desperdiçado neste mundo. É demasiada troca de carinho trocado com desconhecidos, neste mundo. Isso não me agrada.

 

Claro que me faz confusão não poder esborrachar tantas pessoas e não puder visitar as pessoas de forma mais livre e circular por este mundo fora de forma livre mas... Se me podem fazer falta alguns beijos e abraços, a verdade é que não me fazem falta todos os beijos e abraços de que fomos privados desde a pandemia e por isso não tenho vergonha em admitir que o distanciamento social me torna mais confortável socialmente. Já não passo por mal-educada, por anti-social, neste momento sou apenas precavida e responsável.

 

Não sei quanto a vocês, mas, e pegando noutro exemplo, eu odiava ir à missa apenas por uma única razão: Por aquela parte em que tinha estranhos a quererem dar-me beijos - tantas vezes babados! - porque alguém um dia disse que era giro na missa porem estranhos a cumprimentarem-se. Desculpem, não concordo! Se eu já não gosto de falar com estranhos, imaginem beijar estranhos. E já nem vamos falar de meter a bota na cruz, na Páscoa! E não é pelo Covid! Já por diversas vezes o beijar da cruz foi desaconselhado e não percebo a necessidade de se continuar a perpetuar este tipo de comportamentos. Por isso sim, gostava que este tipo de questões sociais e religiosas fossem alteradas. É preciso alternativas? Tudo bem! Para a cruz? Que leve cada uma a sua ao peito e que beije cada uma a sua! Para a missa? Acho que os estranhos sobrevivem bem sem os beijos uns dos outros, já que dentro da igreja são todos irmãos mas cá fora estão a meter o pé à frente para o outro tropeçar. Não é este tipo de comportamentos que nos faz ter mais ou menos fé, que nos faz ser melhor ou piores pessoas, mas que nos pode fazer ser mais ou menos saudáveis.

 

Sei que vai da nossa cultura, que somos latinos e tudo mais mas... A nossa bolha é importante e devemos de poder decidir, sem sermos considerados mal-educação, quem perfura ou não a nossa bolha. Por isso sim, espero que isto do covid-19 desapareça rapidamente mas que com ele não se esfume de todo o distanciamento social.

7 meses de pandemia...

... E as pessoas ainda se estão a marimbar para ela. Assim não vamos a lado nenhum... Quer dizer vamos: para o lado do contágio!

 

Ontem fui a uma consulta no hospital. Como já é do conhecimento de todos - achava eu, agora acho que não! - temos de manter distanciamento social. Se a trenga da DGS diz em tom de crítica que nós temos o problema de confraternizar demasiado com a nossa família, eu cá digo que as pessoas adoram confraternizar com estranhos.

 

Não sou hipocondríaca, mas a verdade é que ir a um hospital em altura de pandemia é algo que não me alegra nem me deixa tranquila. Pertenço ao grupo de risco, se apanhar o dito não digo que me quine assim - sou de risco mas sou de gancho - mas a verdade é que tenho tudo para ficar bastante mal e o ideal é evitar essas brincadeiras. Onde é que eu ia? Ah sim, distanciamento social. Passaram-se mais de 7 meses desde o primeiro infetado em Portugal e as pessoas continuam sem saber o que é isso do distanciamento social, e é inevitável que me chateie com pessoas em todo o lado que vá. Ontem não foi exepção.

 

imagem retirada daqui

 

 

Estou sentada nos bancos da parte da sala de espera do hospital porque os corredores estavam simplesmente apinhados de gente. Os bancos da sala de espera têm a indicação de onde nos podemos sentar com um visto ou uma cruz, mediante a situação. Chega uma mulher e senta-se ao meu lado! Assim, cheia de lata, chega e simplesmente senta-se.

 

Mula: Desculpe, não se pode sentar aqui. - Digo educadamente.

Mulher: Não posso porquê? Estou ao lado do meu marido!

Mula: Mas está também ao meu lado e eu não vivo consigo e nem a conheço! Pode ir para outro lugar? - Digo já exaltada.

Mulher: Já lhe disse que estou ao lado do meu marido!

Mula: A senhora não tem olhinhos? - Digo enquanto me levanto para ir para outro lugar - Não sabe ver que aqui tem as indicações onde pode e onde não se pode sentar?  - Digo, inevitavelmente aos berros, o meu lado carneiro levou a melhor...

 

Levantei-me e fui para outro lugar longe da mulher. A mulher não era idosa, e o marido também não pelo que nem deveria de ser permitido acompanhamento, mas à parte de tudo esta gente não tem a mínima noção do perigo e do ridículo. Cinco minutos antes, tinha uma senhora se aproximado de mim para me perguntar onde tirava as senhas e lá andava eu feita tola a fugir da senhora sempre para trás e ela sempre a avançar para mim... 

 

Não posso negar, mais do que o vírus, chateia-me a ignorância! A ignorância e os seguranças que em vez de ficarem só na entrada deveriam de controlar estas pessoínhas nas salas de espera!

Balanço de uma Mula crente...

Ontem disse-vos que era crente... Hoje demonstro-vos como sou inocente.

 

Em Março quando vim para casa em teletrabalho pensei cá para com os meus botões - e acho até que o disse em voz alta a várias pessoas - "ah e tal isto finais de Abril, inícios de Maio já passou!" Chegamos a Maio e com ele a inevitabilidade da deceção. Depois pensei cá para com os meus botões - e acho que aí já não me arrisquei a dizer em voz alta - "vá, mais um mês... Em julho! Em julho o vírus foi à vidinha dele!" E chegou julho e passou o agosto, e chega setembro. E eu que tinha adiado uma viagem para Janeiro porque "obviamente em Janeiro já nem memória do vírus!" agora percebo que se calhar antes de 2022 não largamos as máscaras das fuças. Os números continuam a aumentar e o inverno está à porta e nem quero imaginar novamente o caos, porque um espirro pode ser covid, porque uma amigdalite pode ser covid, porque uma espinha entalada na garganta que dá tosse pode ser covid. No inverno tudo poderá ser covid e eu não estou preparada psicologicamente para esta montanha russa que novamente se aproxima.

 

Sei que o cansaço é geral... É só mais um desabafo entre mil mas... Estou farta!

 

Mas falemos de coisas animadas...

 

E a Festa do Avante, hein?

 

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Ter gripe em altura de covid-19

 

A altura não é fácil, seja socialmente, seja ao nível da saúde, seja, até ao nível da saúde mental. Os dias não estão nada fáceis. O que era banal tornou-se um horror, um verdadeiro filme de terror e só aguenta quem se adapta. E não temos outro remédio, se não nos adaptarmos...

 

Eis que aconteceu o inevitável e aqui em casa a mãe ficou com gripe. O pânico. Sintomas? Iguais aos do covid-19. Gripe no verão? Quem tem gripe no verão? Só pode ser covid-19... Depois se pensar bem, eu já tive gripe no verão há uns anos, uma das piores que tive até agora, ninguém merece arder em febre com 30ºC lá fora...

 

Mas pronto, primeiro há que manter a calma. Ligar para a saúde 24, aguardar novos passos, ir ao hospital, fazer o teste e ir para casa em isolamento aguardar os resultados. Parece fácil, não é verdade? Ora vejamos então...

 

Primeiro. A saúde 24 continua a funcionar mal. Não enviaram nada para o hospital para onde a encaminharam. Felizmente o hospital atendeu-a na mesma mas ainda assim é inadmissível, ainda por cima numa altura em que a situação já estará supostamente tranquila. Imagino então há uns meses atrás...

 

Segundo. Acho incrível que os médicos assumam logo a partida que é covid-19 e se restrinjam a isso. Não a auscultaram, não lhe viram a garganta, nada de nada, partiram do pressuposto que a minha mãe estava infetada e agiram como tal. Receitaram-lhe apenas algo para a tosse e ben-u-ron no buch, e está a andar... próximo. As pessoas continuam a ter outras doenças, é incrível isso, mas é verdade.

 

Terceiro. Compreendo que a altura é complicada para toda as pessoas mas é necessário gerir expectativas de quem vai ficar fechada num quarto por tempo indeterminado. "Em 48h, talvez menos, tem os resultados" e passaram-se quase 96h, ligamos para vários serviços e ninguém nos sabia dar qualquer informação. Foi preciso continuarmos a ligar, a insistir, quase a implorar para alguém se mexer e finalmente divulgarem os resultados. É mau. É muito mau. Com o que já passou, já tinham criado uma plataforma onde as pessoas pudessem consultar as informações, não?

 

Quarto. O teste, deu finalmente e felizmente, negativo, após o sufoco de andar de máscara em casa a desinfetar tudo o que é áreas a cada novo toque, felizmente acalmou, mas a minha mãe continua doente, mas não a consultaram como deve de ser, pode ser gripe, pode ser outra virose qualquer, mas parece que agora o grave é apenas ter covid-19, tudo o resto não interessa...

 

... Mas continua a interessar, porque saúde é saúde! 

 

E isto vai acontecer mais vezes, porque somos humanos, e os humanos ficam doentes, só que agora já não se quer saber das doenças das pessoas, apenas se contamos para as estatísticas para o panorama nacional ou não!

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.