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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Uma espécie de Review de alguém que não percebe nada disto: Nós

Adorei o anterior filme de Jordan Peele, o Foge e por isso desde o trailer que sabia que tinha de ir ver o Nós. Deixem-me já dizer-vos que é um dos filmes mais inteligentes que vi nos últimos tempos. É brilhante!

 

 

Uma vez mais Peele traz-nos um filme de terror - com um toque de comédia, como o Foge - cujo foco é a identidade e retrata a história de uma mulher que em miúda encontrou uma espécie de sósia numa feira popular que a irá seguir uma boa parte da sua vida para a obrigar a enfrentar grandes demónios. Não querendo esmiuçar muito a história com medo de vos contar demasiado, o filme retrata a coexistência de duas espécies de mundos paralelos, com pessoas tão iguais e tão diferentes. Retrata a existência de um mundo privilegiado e um submundo completamente negligenciado e rapidamente percebemos que estamos diante de uma gigante crítica social.

 

Nós demonstra o poder da organização e da persistência e nunca o lema "juntos somos mais fortes" foi tão retratado num filme, ainda que nesta situação, essa união não seja propriamente desejada. Mas até a dúvida de quem é bom e quem é mau, Peele semeia.

 

Nós, tal como o Foge é um filme que explora as emoções e o desespero humano ao limite, demonstrando o que o ser humano é capaz de fazer numa situação extrema. É um filme intenso, que perturba e nos faz mudar várias vezes de posição na cadeira e é um filme com um volte face gigante que me deixou completamente de queixo caído. Confesso que para mim o final foi totalmente surpreendente apesar de várias dicas serem dadas ao longo do filme, mas para mim só no final é que tudo fez sentido.

 

Alerto que é um filme com cenas bastante violentas e sangrentas, mas é um filme acima de tudo inteligente, que cativa do início ao fim!

 

Quem já viu? Opiniões?

Livro: Quem Nunca Morreu de Amor de Eduardo Sá

Tive quase um ano para ler este livro tão pequeno... Também confesso que não é um livro para ser lido todo de uma vez, é para ir lendo, devagarinho e consoante nos fizer sentido, mas ainda assim foi demasiado tempo. Isto diz muito sobre o que eu achei do livro, digo-vos já.

 

O livro é uma reunião de várias crónicas/diálogos sobre o amor nas suas várias perspetivas. Fala sobre respeito, sobre paixão, sobre o desgaste, sobre o fim do amor. Sobre sacrifícios, sobre escolhas e sobre desejos e vontades.

 

Não é um livro espetacular e mais de metade das crónicas/diálogos são para encher chouriços, enfadonhas, e não acrescentam nada, mas há crónicas muito boas e muitas dessas boas crónicas permite-nos criar reflexões e como eu gosto de dizer: Faz-nos olhar para dentro. Digamos que muitas dessas crónicas nos faz pôr a nossa vida em reflexão e nos faz questionar o que estamos a fazer de bem e de mal e como poderemos fazer diferente, e até chamar-nos a atenção para um amor que nós não desejamos, porque o nosso respeito e dignidade são tantas vezes colocadas em causa em pequenas coisas que quase não notamos mas que nos causam mossa. Com este livro no fundo percebemos que não estamos sozinhos quando achamos que estamos a cismar em algo exageradamente.

 

Há crónicas que realmente me fizeram questionar muito o relacionamento que eu tinha e que colocou por palavras muito do que eu sentia e não sabia que sentia. Por isso é um livro que apesar de tudo deve ser lido com cuidado, porque lido numa altura má - em que nos sentimos mais em baixo - pode ser devastador.

 

Apesar de ter sido um livro que na generalidade me desiludiu confesso que gostei de ler e as crónicas boas, são mesmo muito boas e valem pelo livro todo.

 

E deixo-vos com um exemplo das crónicas que mais gostei.

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Que me dizem?

Alguém já leu?

Uma espécie de Review de alguém que não percebe nada disto: Bohemian Rhapsody

Ja vi este filme há mais de uma semana, mas só agora consegui parar por uns segundos e vir aqui falar-vos sobre esta maravilha de filme.

 

 

Acho que o filme dispensa apresentações, mas ainda assim... Bohemian Rhapsody conta a história de Freddie Mercury, dos Queen, desde a formação da banda, em 1968, até ao Live Aid em 1985.

 

Apesar de gostar dos Queen desde sempre nunca me interessei muito pela história deles e do Freddie Mercury, pelo que não sei se a história é verdadeiramente fiel à biografia oficial ou não, mas posso dizer-vos que é uma história louca, o que torna o drama que foi a história deste grande homem numa história um tanto cómica. Freddie Mercury, foi  um homem que sofreu muito e é o exemplo de que podemos estar muito sós no meio de uma multidão. Confesso que apesar de lhe conhecer alguma excentricidade que desconhecia que ele era assim tão excêntrico como referido no filme.

 

A caracterização do ator está brutal, há mesmo alturas que parece o próprio Freddie Mercury. Os efeitos sonoros são brutais e parece mesmo o próprio a cantar, mas aqui tanto quanto consegui apurar não é o ator que canta propriamente, mas sim a sua voz misturada com a de Marc Matel, conhecido imitador de Freddie Mercury.

 

Fui ver o filme a uma sala Atmos, e o som foi incrível. Recomendo mesmo a verem o filme, essencialmente se forem fãs da música (é possível não ser?), mas mesmo que não sejam o filme vale pela história.

 

E daqui, quem já viu o filme? Quem quer muito ver levante o braço!

Uma espécie de Review de alguém que não percebe nada disto: Halloween

Parece que o Michael Myers está de volta e em vésperas de halloween fui ver o Halloween. Quem desse lado é fã da saga?

 

 

Michael Myers, 40 anos depois de ter atacado Laurie Strode, é transferido para outra prisão e durante a transferência consegue, uma vez mais, escapar. Laurie preparou-se durante toda a sua vida para o encontro, e chegou a hora de ajustar contas com o homem que lhe estragou, irremediavelmente, a vida. Ela não sabe onde ele está, mas sabe que está à procura dela.

 

Achei curioso manterem o estilo de filme, a música, a forma de construção do enredo. Não é um filme inovador, não é um filme terrorífico, mas promete algum suspense, e entretém. A primeira parte do filme achei-a aborrecida, confesso, demasiado longa, demasiado descritiva, e ainda demora até nos colar à cadeira, o verdadeiro suspense só ocorre depois do intervalo, mas depois vai direitinho até ao final do filme. Mas confesso que esperava um filme mais emocionante, com mais terror, com mais movimento.

 

Este filme fez-me lembrar o porquê de eu tanto odiar máscaras, e o carnaval e o halloween. Digam o que disserem, usar máscaras é perigoso, não ver quem está para lá de uma máscara é perigoso. Oh Mula é só um filme! É só um filme mas poderia não ser... 

 

Mas pronto, se procuram entretenimento este filme permite entreter quem gosta de algum terror algum suspense - e tem muitas cenas nojentas digo desde já aos amantes do macabro - mas se querem ficar aterrorizadamente colados à cadeira, acho que este não é o filme.

 

Quem é que já viu ou vai ver?

Uma espécie de Review de alguém que não percebe nada disto: Assim Nasce Uma Estrela

A minha primeira vez com ATMOS... A primeira vez de Bradley Cooper como realizador... A primeira vez de Gaga no cinema. São demasiadas primeiras vezes para um filme só. Que filme! Só me apetece gritar! E logo eu que não costumo ser fã de remakes, mas como não vi o primeiro filme, nem o segundo, nem o terceiro... Este remake para mim sabe a original.

 

Desde que vi o trailer que eu sabia que tinha de ver este filme. Há filmes que nos fazem qualquer clique no interior, e este é um desses filmes.

 

Posso já acabar com todo o suspense e dizer que amei? Sim, digo-vos já que amei, arrepiei-me vezes sem conta e claro... Chorei. Esta poderia ser a minha review, fechava o computador e ia dormir a sesta para me refazer - sim porque este filme descompensou-me  um bocadinho, talvez por estar a viver a situação que estou... - mas este filme merece ser explanado, só um pouquinho, para não lhe tirarmos a essência, porque é um filme que sem dúvida merece ser visto e merece ser reconhecido.

 

 

Assim Nasce Uma Estrela conta a história de Jackson Maine, um famoso cantor e compositor country, que luta contra uma doença degenerativa auditiva, que o poderá deixar surdo, à medida que se afunda no vício do alcool e das drogas. Após um concerto com a sua banda, entra num bar durante um espetáculo transformista e aí conhece Ally, uma jovem empregada de mesa apaixonada por música, com um talento incrível quer para cantar, quer para compor. Desde logo se apaixonam. Jack é intenso, e apaixonado por Ally decide mostrar ao mundo a sua incrível voz, convidando-a para cantar com ele nos seus concertos. À medida que o amor entre eles evolui Jack melhora no que toca ao seu vício e ambos parecem felizes. Mas tudo muda quando Ally conhece Rez, que se tornará seu produtor musical. Rez afasta Ally da música rock/country e transforma-a numa cantora pop com tudo o que isso implica, para desgosto e vergonha de Jack. E é aqui que Jack entra numa espiral cada vez mais perigosa no que toca ao álcool e às drogas que poderá colocar tudo a perder, desde o seu casamento à sua vida. À medida que Ally vai "nascendo" Jack vai "morrendo", como se o mundo da música só pudesse suportar um deles, não os dois.

 

Assim Nasce Uma Estrela é um filme intenso. É um filme que nos prende do início ao fim do filme, essencialmente para pessoas que como eu vivem a música de uma forma intensa e verdadeira. Uma música no dia e na hora certa podem ajudar-me a tomar decisões.

 

Este é um filme que levanta um pouco o véu do que acontece por trás dos palcos, de como as pessoas se anulam em prol das vendas, do sucesso e de como isso nem sempre lhes trás felicidade, pelo menos não a felicidade que procuram. É um filme que fala de como a ambição pode estragar tudo o que traçamos, e de como os nossos atos influenciam demasiado os outros. É um filme que pretende passar uma imagem clara, é um filme que mais que uma história quer retratar emoções, sentimentos, vivências.

 

Sou fã do Bradley Cooper já há muito tempo e sabia que não me ia desiludir, mas confesso que fiquei bastante surpreendida com a Lady Gaga. O filme não desilude nem um pouco e a química entre os dois atores é... fantástica! A imagem é linda, a história é apaixonante e as músicas? As músicas são incríveis e o Mr. Cooper canta muito bem, aqui confesso que fiquei surpreendida!

 

Sabem que mais? Vejam-no... É incrível!

Uma espécie de Review de alguém que não percebe nada disto: Um Pequeno Favor

Já tinha saudades de ir ver um bom filme ao cinema. Não um filme ao cinema, mas um bom filme ao cinema. Fui ver o Um pequeno favor, com a Blake Lively e Anna Kendrick.

 

 

Tenho de ter cuidado para não vos elevar demasiadas as expectativas, porque já sabemos que o que um adora o outro não tem de adorar mas... Foi dos melhores filmes que vi nos últimos tempos. Imaginem um thriller cómico e inteligente, com uma boa dose de nervos e risadas. Pronto, é o Um Pequeno Favor.

 

Stephanie e Emily conhecem-se devido aos filhos que são amigos e querem brincar juntos. E é assim que a enigmática Emily se torna na melhor - e única! - amiga da inocente e mãe a tempo inteiro, Stephanie. Na perspetiva de Stephanie, Emily tem tudo: Um marido incrível, um bom emprego  e uma casa de sonho e por isso Emily torna-se numa devota amiga, porque é também uma forma de ter um pouco desse sucesso e fama para si. Um dia, Emily pede a Stephanie um pequeno favor: pede-lhe que vá à escola buscar o seu filho e que tome conta dele durante umas horas, no entanto desaparece totalmente. Apesar do marido desvalorizar o seu desaparecimento, já que é habitual, decidem chamar a polícia e uns dias mais tarde Emily é encontrada morta. Com Emily fora de jogo, Stephanie começa aos poucos a ficar com tudo o que era da amiga, mas entretanto o jogo começa a inverter-se. O que será que aconteceu com a Emily?

 

É um filme em que nada é o que parece. É um filme emocionante, cativante e provocador, cheio de reviravoltas. As personagens são bem caricatas, diferentes, muito cómicas. É um filme que demonstra como há pessoas que conseguem manipular outras de modo assustador e é um filme com uma dimensão complexa pois as próprias personagens são complexas e é fácil criar juízos de valor. É um filme que nos faz pensar sobre isso. Quando vemos a Stephanie a apoderar-se do que era da Emily é inevitável o pensamento de que é ela a má da fita, só porque deseja ter mais, e na realidade não é porque temos ambição, e desejamos algo que temos de ser maus por isso, e o filme mostra isso muito bem. O filme mostra também como relações demasiado intensas podem ser devastadoras. Como pode levar a que as pessoas se destruam e autodestruam.

 

E... mais não posso dizer, caso contrário corro o risco de ser spoiler.

 

Mas posso dizer-vos mais uma coisa: Vejam!

 

Livro: O Hipnotista de Lars Kepler

A Mula comprou o Stalker do Lars Kepler sem saber que O Hipnostista deveria de ser lido antes e a querida Ana Gomes do blog A Minha Vida e Eu ofereceu à Mula O Hipnotista. Muito obrigada Ana! Foi um grande gesto e o livro é fantástico! Muito obrigada por me teres proporcionado este fantástico momento de leitura.

 

 

 

O Hipnotista é o primeiro livro da saga do comissário da polícia Joona Linna e  tudo começa quando uma família é brutalmente assassinada. Muitos acreditam que esta tragédia se deve a um ajuste de contas devido às dívidas de jogo contraídas pelo chefe de família, mas Joona Linna defende que é muito mais que isso e que é necessário proteger a filha mais velha, que sobreviveu ao massacre por estar longe, e Josef Elk, o irmão mais novo que sobreviveu e está em coma. Para conseguirem perceber o que aconteceu, chamam Erik Maria Bark que é o mais famoso hipnotista da Suécia e é quando percebem que nada tem que ver com um ajuste de contas e que o culpado está mesmo à frente dos seus olhos. Assim Erik Maria Bark tenta ajudar o comissário Joona Linna enquanto a sua própria família entra em colapso e o seu filho Benjamim desaparece. Em contra relógio para salvar a sua família Erik percorre, através da sua memória, o seu passado para tentar encontrar culpados pelo desaparecimento do seu filho. Será que as duas histórias estão relacionadas? Será que vão conseguir salvar Benjamim? E a irmão de Josef Elk, será que sobreviverá?

 

Adorei este livro. Só mais recentemente é que percebi que adoro thrillers policiais e a verdade é que é atualmente o meu estilo literário favorito.

 

Este livro é denso, é complexo, é mórbido e é incrível. O que eu adorei neste livro é que quando achamos que estamos perto de conhecer a história e as razões, logo descobrimos que só estamos a cair numa armadilha. Kepler consegue-nos mostrar tudo e ocultar tudo ao mesmo tempo. É impossível não sentir a dor dos personagens que são retratados, é fácil sentir empatia por quase todos eles - com uma ou outra exceção.

 

Neste livro percebemos como as nossas ações têm tantas vezes influência na vida dos outros sem que por vezes tenhamos consciência e foi este desmontar da vida de Erik para tentar encontrar a peça que faltava no puzzle que eu adorei.

 

Confesso que gostaria de ter conhecido mais e melhor alguns personagens. Alguns personagens secundários pareceram-me tão incríveis que poderiam ter um livro dedicado e isso frustrou-me um pouco, porque são levantadas algumas pontas dos véus mas depois não lhes é dado seguimento.

 

Gostei muito. Se são fãs de policiais não ser irão arrepender de ler este livro que prende desde a primeira página até à última.

 

E agora, siga para o Stalker que também já está a mexer comigo!

 

Quem é que já leu este livro? O que acharam?

Livro Secreto II #15 O Vendedor de Passados de José Eduardo Agualusa

Durante todo o tempo que vi este livro a circular no grupo, li mal o título. Mesmo quando chegou às minhas mãos chegou com o título errado, e só quando pesquisei a capa do livro para colocar no blog é que vi que o livro se chamava Vendedor de Passados e não Vendedor de Pássaros - que modéstia à parte, também me parece um bom título. Mas adiante, a verdade é que este é o 15º livro que por aqui passa e seria mais um que eu nunca teria lido se não estivesse no grupo.

 

 

 

O Vendedor de Passados conta a história de como um homem negro albino, de nome Félix Ventura, cria novos passados a quem o procura, até que um misterioso homem lhe pede para criar toda uma nova identidade e aí tudo muda. Toda a história é contada por Eulálio, uma osga que vive com Félix e que assiste a tudo sem influenciar nada.

 

Este é um livro... Estranho. Não sei se gostei, não sei se desgostei. Ora deixem-me tentar explicar-vos. Não gostei da história, mas gostei de como a mesma foi contada, gostei da forma como José Eduardo Agualusa escreve. No entanto, não deixa de ser uma história confusa, nunca se percebe muito bem o que é real, o que é fictício, quem diz a verdade quem não diz e o final é apenas ameno nunca existindo um clássico clímax que a malta tanto adora nos livros.

 

Mas é um livro que vale mais do que a história em si, é um livro com ensinamentos, com reflexões acerca da vida, acerca dos costumes, e isso confesso agradou-me.

 

Gostei também do facto de Agualusa nos demonstrar da facilidade com que uma mentira se pode tornar numa verdade, bastando para isso que se acredite de tal maneira nessa mentira. 

 

Não acho, de todo, que seja um livro incrível ou inesquecível mas foi um bom momento de lazer, mas sinceramente, para  mim foi apenas isso.

 

Quem é que daqui já leu?

A Mula também experimenta coisas e fala sobre isso #19 Champô Concentrado da Yves Rocher

A Mula é maníaca pelos seus, outrora longos, cabelos. Vocês sabem e a Yves Rocher também sabe. Vocês sabem também que a Mula gosta de cuidar dos seus cabelos até quando vai ao ginásio, e se não sabiam ficam a saber, porque mesmo quando vou ao ginásio vou apetrechada de amaciadores e de máscaras de cabelo, já que acho que o exercício por culpa do suor, estraga o cabelo - ou então é só mania minha, não sei. Por isso mesmo, a Yves Rocher juntou o útil ao agradável e possibilitou à Mula experimentar o novo champô concentrado, numa embalagem super prática e pequena, perfeita para levar para o ginásio. A Yves Rocher não me pediu rigorosamente nada - é o que mais me agrada na marca! - mas a Mula fala porque gosta e vocês sabem que se eu experimento um produto e gosto, eu partilho convosco.

 

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Este champô concentrado é da gama I Love My Planet. O ano passado já tinha tido a oportunidade de experimentar o gel de banho concentrado da mesma gama, cujos cheirinhos eram simplesmente deliciosos.

 

Antes de mais dizer-vos que este produto chegou na hora certa: quando eu estava de férias, e o facto de ser uma embalagem tão pequenina fez com que a trouxesse comigo e a começasse de imediato a experimentar.

 

Vocês sabem que eu sou muito seleta no que toca aos meus champôs: Não uso, regularmente, produtos de supermercado, uso normalmente de grandes marcas mas importa referir que não quero, de forma alguma fazer comparação deste champô com os meus da L'Oreal ou da Tigi. Seria já à partida uma comparação injusta, já que estaríamos a comparar um champô de 3,95€ com um que custa cerca de 20€. Daí referir que o uso maioritariamente quando vou ao ginásio porque é no ginásio que eu uso produtos de supermercado, já que tantas vezes acabam vertidos no saco - também vos acontece? - e também porque são embalagens grandes e nada práticas. Por isso a minha opinião terá por base champôs de utilização regular ao alcance de todas as carteiras.

 

Numa altura em que as preocupações ambientais estão no seu auge, este champô faz todo o sentido.

 

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Custa apenas 3,95€, garante a Yves Rocher que dá para 30 lavagens porque apesar de ter uma embalagem de tamanho reduzido, com menos plástico, dá para a mesma utilização que um champô de 300ml. Tem um doseador perfeito e um só pump é suficiente para lavar o cabelo e ainda é um doseador anti pingos, por isso, adeus champô vertido no saco do ginásio. Poupança a triplicar Como podem ver pela imagem é um champô sem silicone, sem parabenos nem corantes e faz bastante espuma.

 

O champô lava muito bem, e lembra-me os champôs purificadores: ou seja o cabelo fica impecavelmente limpo mas fica um pouco seco. Por isso para mim ao usar este champô implica sempre a utilização de um amaciador - ainda que para mim seja sempre indispensável o uso de condicionador - para amaciar o cabelo. Como o cabelo fica bem limpo, aguento facilmente dois dias sem lavar - o que não acontece com todos os champôs - o que é poupança a dobrar.

 

Confesso que só houve uma coisa que me desiludiu neste champô: É o cheiro. Habituada pelos géis de banho concentrados a terem perfumes incríveis, achei que este champô também os teria, mas não é o caso, cheira só a champô sem qualquer toque perfumado.

 

A Mula recomenda este champô porque para além de ser um produto de qualidade ainda é um produto prático.

 

Também gostavam de experimentar? Passem no Instagram da Mula para verem como podem ganhar um champô concentrado e um lápis preto de olhos.

Uma espécie de Review de alguém que não percebe nada disto: Ocean's 8

O que eu esperei por este filme! Deveria de ser proibido revelarem os trailers tanto tempo antes, que a malta fica na expectativa, fica ansiosa e o tempo não passa. Já o vi há bastante tempo, aliás, dois dias após ter estreado lá estava eu a entrar para a sala do Ocean's 8, mas só agora é que tive tempo para vos falar sobre isso.

 

 

 

A história não é nova: um grupo de mafiosas, lideradas pela paciente Debbie Ocean, engendram o plano perfeito para assaltarem a Met Gala anual, para roubarem um colar de diamantes avaliado em 150 milhões de dólares da Cartier. Assim, com tudo planeado, criam as condições ideais tendo em conta tudo o que pode correr mal, para que o plano seja um sucesso. Será que vão conseguir?

 

Não há muito mais que possa explicar sobre o filme sem revelar o pano, sem ser spoiler, mas posso dizer-vos que é um filme muito divertido.

 

Antes de mais dá para perceber que a prisão permite às pessoas terem demasiado tempo para engendrarem planos para quando saírem isso é ponto assente e ainda que não seja novidade achei curioso o facto do filme focar essa questão. Segundo, gostei que demonstrassem que não há sistemas 100% seguros, tudo é falível e violável, só é necessário grandes planos e malta inteligente.

 

Não vi nenhum dos outros Ocean's Eleven por isso não tenho qualquer tipo de comparação, mas gostei do facto de ser um filme de mafiosas só com mulheres - não o filme em si, mas o grupo - e o facto dessas mulheres serem todas tão diferentes.

 

O que eu achei mais engraçado neste filme é que a gaja burra, não é tão burra assim e revela-se no final e o gajo que se julgava chico-esperto foi tramado num piscar de olhos.

 

O filme tem bastante movimento, flui sem grandes percalços, o que me agradou, pois não é o típico filme que tenta mostrar que tudo vai correr mal para o final ser totalmente o oposto. Não. O filme mostrar desde o início que tudo vai correr bem faltando só perceber como é que vai acontecer.

 

Gostei, divertiu-me imenso apesar de achar que não é memorável. Gostava que tivesse tido mais peripécias, talvez que fosse um filme mais cómico, mas na generalidade gostei bastante do filme.

 

Vocês já viram? Que acharam?

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.