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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Tasca Estação

De babar e implorar por mais

Tinha de partilhar isto convosco. Ainda que isso possa provocar que no futuro lá vá e não consiga ter mesa, mas eu tinha mesmo de partilhar isto convosco.

 

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Nas férias conheci um novo restaurate que se tornou para mim numa nova referência. Apresento-vos o restaurante Tasca Estação, na Maia, que tem o menu mais difícil de escolher de sempre, porque nos apetece comer tudo.

 

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Comecei, achava eu, devagar. A primeira vez que lá fui comecei por um pão de alho - que é uma base de pizza enorme, e deliciosa, de alho e queijo - e umas bolinhas de alheira com creme de maçã. Numa outra altura, também já comi com um coulis - de framboesa, creio - e foi igualmente delicioso, mas confesso que prefiro o de maçã. Alheira e maçã é uma combinação perfeita.

 

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Destaco também a entrada de burrata. Divina! Divina! Divina!

 

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Confesso-vos que só as entradas nos alimentam bem, caí na armadilha, na primeira vez mas já não caí na segunda, porque da primeira vez poderia perfeitamente ter comido entradas, sobremesas, et voilá, que o prato principal ficou mais de metade por comer por incapacidades físicas de ingerir mais o que quer que fosse.

 

Um dos meus "pratos" favoritos é o hambúrguer de pulled pork -  de porco desfeito. Em pão brioche com carne suculenta e uns aros de cebola a acompanhar, bem como a bela da batata. Mas também já lá comi pizza e adorei. De todas as vezes reguei os pratos com uma sangria docinha e bem alcoolica que me faz sair de lá a rezar para não me cruzar com nenhuma operação stop em sítios ocultos e sem indicação no waze.

 

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A nível de sobremesas, destaco o cheescake de maracujá que é completamente diferente de todos os cheescake's que já comi e a tarte de chocolate com gelado que não é nada enjoativa - que aqui a Mula é sensível ao excesso de chocolate.

 

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E pronto meus amores, vêm do que vos falo? É tudo ótimo e o melhor, é que no dito encontram ainda pastas, francesinhas, tábuas de enchidos, ... Tudo com um aspecto delicioso!

 

 

 

P.S.: Querido Tasca Estação, informo que se me quiserem oferecer uma refeição grátis - porque já se sabe, quem não chora não mama - a Mula não se faz de rogada e faz o sacríficio de lá voltar as vezes que forem necessárias.

Cenas e situações de mentes gordas...

Num dos últimos dias das minhas férias, fui jantar com umas amigas. Uma refeição completa... Com direito a entradas, prato principal - una pasta bonissima! - e sobremesa - óbvio, né?

 

Tudo certo até aqui!

 

Terminada a bela da refeição, concordamos ir até um barzinho, junto à praia, beber um copo, até para desmoer, porque saímos do restaurante a desabotoar as calças.

 

Entramos no primeiro bar. À pinha! Entramos no segundo bar. Carregadinho de gente! E por fim, até porque à terceira é de vez, encontramos um bar, com pouco aspeto de bar, com uma decoração incrível e lá entramos!

 

Entregam-nos as listas, eu como bêbada que sou, fui logo à parte das bebidas alcoólicas ver o que ali se fazia e eis que alguém da mesa refere:

 

- "Alinham numa tábua de sobremesas?"

 

E foi assim que quase à 1h da manhã, numa espécie de bar em Leça da Palmeira - na realidade é um brunch bar - que comemos uma tábua gigante com panquecas e toppings vários, logo após refeição completa!

 

Mentes gordas realmente não têm descanso!

 

Mas se forem tão doidos e gulosos quanto nós... Deixo-vos a sugestão, até porque quanto a nós... será para repetir!

 

Caqui Brunch Bar

 

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Panquecas fantásticas! Toppings de arregalar os olhos e de querer chorar por não se ter barriga para comer tudo! Atedimento... incrívelmente divertido! 

 

Sem dúvida não poderia ter terminado as férias da melhor maneira!

O dia em que praticamente fui expulsa de um restaurante...

Dizem que o covid afetou muitos sectores... E que um dos sectores mais afetados foi o sector da restauração...

 

... Posto isto fico confusa!

 

Há uns meses fui com duas amigas almoçar ao restaurante Box 208 Italian Food, um restaurante que eu adorava e que tantas vezes recomendei... E a situação foi tão insólita que ainda hoje tenho dificuldades em crer que realmente aconteceu!

 

Marcamos mesa para as 13h, atrasei-me um pouco mas nada de especial e as amigas já lá estavam - alguém tem de ser pontual nesta vida para fazer ver aos outros. Mesmo em plena hora de ponta de almoço, e tendo em conta que era fim-de-semana, o restaurante estava praticamente vazio.

 

Pedimos entradas... Falamos... Afinal de contas era um almoço de amigas, não uma rapidinha de hora de almoço a meio do dia de trabalho.

 

Pedimos os pratos principais... Falamos. Afinal estávamos a viver uma pandemia, e uma delas eu já não via há bastante tempo, estávamos a colocar a conversa em dia.

 

Eis que chegou a hora de nos perguntarem se queríamos sobremesa. Que almoço de amigas gulosas não tem sobremesa? Queríamos pois! E foi aqui que todo um almoço agradável começou a descambar.

 

Perante resposta afirmativa a moça pouco contente com a nossa vontade de satisfazer o pecado da gula, olhou arrogantemente para o relógio e concluiu com um "com certeza!". Deveria de ter sido um alerta de que algo errado não estava certo, mas com a conversa animada, confesso que esta situação nos passou um pouco despercebida. Dois minutos depois regressa à mesa a perguntar se já sabíamos o que queríamos e a verdade é que ainda não nos tínhamos decidido, até porque queríamos partilhar. Pedimos mais uns minutos para decidir. A rapariga revirou os olhos e só aqui percebemos que realmente alguma coisa não estaria certa. Eram 14h30 - mais minuto menos minuto - e decidimos ir à internet perceber a que horas fechava o restaurante, já que a atitude da moça estava bastante estranha e realmente o restaurante já estava vazio - ainda que nunca tivesse estado cheio. Encerrava às 15h. Ok, tudo certo! Trinta minutos seria mais do que suficiente para comermos a sobremesa.

 

Chegam as sobremesas e com elas a conta! Assim, logo, TAU! Dois em um que é para as sobremesas nos saberem que nem ginjas! Como se as gramas a mais na balança fosse o maior dos meus problemas. Sim, o restaurante não é dos mais baratos onde se pode ir comer com amigas, mas a verdade é que realmente valia a pena - valia, leram bem.

 

Pousa as sobremesas na mesa e acrescenta "vou-vos pedir para pagar já porque estamos a fechar, mas podem estar tranquilas e comer com calma, é só para fecharmos a caixa, se não desejarem mais nada". Eu até queria café, mas perante tal atitude nem me atrevi, o que não faltam são sítios agradáveis para tomar café em Matosinhos. Faltavam 30 minutos para encerrarem e queriam que pagássemos já para adiantarem serviço, por mim tudo bem, de imediato pousei o cartão multibanco em cima da mesa para pagar, o mesmo fizeram as duas meninas que estavam comigo. Gostei da parte de que poderíamos comer com calma, e prosseguimos com a nossa vida complicada de nos lambuzarmos em chocolate  e gelado.

 

Cinco minutos depois, volta a moça toda chateada a dizer que já nos tinha dito que teríamos de pagar e que não estávamos a cumprir. Aí meus amores fofinhos da Mula, se até àquele momento eu estava zen, de repente o Buda que estava em mim desapareceu e deu lugar a um qualquer monstrinho tirado de um qualquer filme de terror. A mulher tirou-me do sério. Ainda assim, educadamente disse-lhe que desde que tinha colocado a conta na mesa que nem um minuto depois os cartões ali estavam a aguardar que ela trouxesse o terminal de multibanco e que se ainda não o tinha feito nada tinha a ver com nosso incumprimento. Não sei que olhar lhe deitamos, mas a moça pediu desculpa - não me pareceu sincero, mas deixei passar - e lá procedemos ao pagamento entre uma garfada no gelado crocante e uma dentada no tiramisu. 

 

Feita a sua vontade, virou costas e continuamos a comer tranquilamente, como ela nos chegou a indicar ser possível. A modos que pelos vistos o tranquilo era irónico - entendemos uns minutos mais tarde - e ainda a meio, desligou música e luzes! Basicamente ficamos num ambiente super romântico as três - #sóquenão - e com um senhor que estava numa outra mesa apenas a tomar café.

 

Estivemos a fazer sala? Não! Estávamos a comer, já sabíamos que o restaurante encerrava às 15h e estávamos a fazer os possíveis para cumprir, apesar de não compreendermos como é que um restaurante junto à doca de Matosinhos encerra às 15h num sábado, depois de uma pandemia dura, que trucidou a economia da restauração, dizem!

 

Às 15h10 estávamos a sair do restaurante. Apenas 10 minutos após o seu suposto encerramento. Parece que estivemos lá até à meia noite, eu sei, mas não aconteceu.

 

Eu adorava o restaurante? Adorava! Agora? Enquanto me lembrar disto - ou seja, para todo o sempre - não voltarei lá! Nunca fui tratada assim em tascos, por isso não admito que seja assim tratada em sítios onde quase deixei um rim para almoçar. A verdade é que agora também entendo o motivo de estar vazio quando já lá fui noutra época - antes da pandemia parece uma outra vida - e estava cheio e essencialmente quando já passei pela experiência de sair à noite, depois da hora - e aí sim, bastante depois da hora - por o empregado nos estar sempre a atestar o copo de limoncelo como se fosse a noite ainda uma criança - e no fundo era.

 

Simplesmente pré e pós pandemia parece um restaurante totalmente diferente... E isso deixou-me triste!

 

E assim se perdem 3 clientes...

Málaga #1

...essas férias que já parecem que foram há uma eternidade

Ora bem, onde é que nós íamos?

(Ignorando o facto de se terem passado entretanto 10 dias...)

 

Ah sim, Málaga!

 

Fui de férias para Málaga. E porquê Málaga? Basicamente porque recebi uma mensagem a dizer que "era giro fazer-mos o Caminito do Rey" e eu sem ter visto muito bem o que era o Caminito do Rey, disse como é meu costume: "Bora!" Depois, claramente, chorei no colo da mãe, no colo das amigas, fiz o testamento e entreguei as palavras-passes das minhas redes sociais a alguém de confiança porque comecei a acreditar que poderia não sair viva desta viagem - o que de certa forma, metaforicamente escrevendo, até não é mentira nenhuma, que eu morri várias vezes ao analisar a qualidade de pessoas que vivam naquela terra, if you know what i mean! - é que para quem não sabe, eu sofro de vertigens e então tenho de vos confessar que o Caminito do Rey foi uma das maiores loucuras que eu já cometi.

 

A verdade é que Málaga nunca tinha despertado muito a minha curiosidade e talvez por ir com tão baixas expectativas me tenha apaixonado tanto pela terra, como pelas pessoas, como pela comida, por tudo, ainda por cima depois das última férias em que quase quinei... Estava mesmo a precisar de umas férias assim!

 

Deixem-me dizer-vos que me apaixonei logo no avião, ainda no Porto, já que partilhei o meu lugar com um moço muito jeitoso simpático que trocou de lugar comigo para eu ir à janela, já que íamos só os dois. Afinal ainda se fazem cavalheiros nesta terra à beira mar plantada. Ainda estive para lhe pedir a mãozinha na descolagem, mas ele pareceu estar a sofrer mais do que eu e também não quis abusar da sorte já que teríamos de estar ali lado a lado durante pelo menos uma hora.

 

Dia 1

A viagem foi bastante rápida e assim que chegamos fomos a pé para o apartamento que alugamos.  Biquínis na mala, almoçamos junto ao mar e zarpamos para a praia.

 

No porto de Málaga, que é uma espécie de galeria comercial ao ar livre, conhecida por Muelle Uno, existem várias opções para almoçar, jantar, lanchar, ou apenas beber uns cocktalis ao por-do-sol, e foi então aqui a nossa primeira refeição:

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Muelle Uno

 

O Muelle Uno tem várias opções de restaurantes, desde fast food a healty food a regular food - tinha que ser tudo em food... - passando por lojas de roupa, perfumarias, gelatarias, tem de tudo um pouco, é um lugar muito agradável para passar uma tarde, quem prefira, a ir dar umas braçadas ao mar.

 

Escolhemos um restaurante com um menu completo de turista a preço aceitável: O Gorki. Entradas - um conjunto de tapas variadas e salada de folhas com queijo chévre, banana e tomate seco envolta em molho balsâmico - prato principal - uns canelonis de espinafres e ricota - e para finalizar o belo do petit gateau. Deixem-me só acrescentar que adorei a cerveja malagueña.

 

 

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Refeição no Gorki

 

 

Refeição concluída... Energia refeita... Praia!

 

Bem vindos à la Malagueta!

 

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A vossa Mula toda animada na Malagueta

 

Claro que uma praia com este nome teria de ter muito picante... E tinha... Ó se tinha! Água quente, areia ainda mais quente - queimei-me tanto nos pés... - vistas de arrepiar - em sentido lato e figurado - e foi incrível fazer praia em Outubro. Deu para repor muito do bronze que já se tinha apagado de Setembro.

 

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Voltava para ali já hoje!

 

Dizia a meteorologia que as temperaturas rondavam os 25ºC mas a verdade é que a sensação térmica era muito diferente, e houveram alturas em que não se aguentava estar espalmada na toalha ao sol, tal que era o calor. Nunca saímos da praia muito cedo... Nunca apanhamos vento, ou chuva, ou frio,... Tudo fantástico... Tirando a areia negra que me estragou um biquini.

 

Depois da praia a rotina normal em período de férias: Banho, e ir para a cidade jantar. Ficamos sempre pelo centro histórico à noite, mas isso serão outros carnavais que já vos mostrarei tudo.

 

Despeço-me apenas com o jantar do primeiro dia para vos aguçar o apetite para logo:

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Restaurante Pepa y Pepe - camarões grelhados com um molhinho que não sei de que era, mas era bom, cebola frita, batatas bravas e uma bela carne cujo animal me escapou mas que era muito boa e tenra (vitela provavelmente).

 

Se há coisa que me atrai na cultura espanhola é a forma como eles encaram as refeições: um momento de lazer e de partilha e por isso foi sempre possível degustar mais porque as refeições eram para duas pessoas e não apenas para mim. Infelizmente quando se faz esta tentativa em Portugal somos encarados pelos empregados como pobres, aqui a partilha é normal e encorajada. Por isso cada refeição foi um deleite de vários sabores e texturas!

 

E pronto não vos maço mais por hoje.

Próximo capítulo falar-vos-ei do Caminito do Rey!

Fiquem desse lado!

A Mula também experimenta coisas e fala sobre isso #25 Rowenta Soft Sensation

Também conhecida por Rowenta - A máquina do demo!

Há anos que me propus a comprar uma depiladora.

 

Após anos a fazer depilação a cera, decidi fazer definitiva - por estar farta de sofrer - e até resultou bastante bem durante algum tempo. Entretanto, como não fiz as sessões de manutenção os pelos voltaram - olá pelos, queridos, seus filhos da *$#*! - e como tal tive de me arranjar. Já sem coragem para regressar à cera, comecei a fazer depilação com a gilete e eles que até eram muito fininhos - legado deixado pelo laser - começaram a engrossar novamente com a gilete. Eis que tive a brilhante ideia num dia de sol, de bastante calor, e só provavelmente por isso - uma pessoa com o calor não pensa, e tem as ideias mais brilhantes! - decidi comprar a depiladora que há tanto tempo queria comprar - não sou nada fã de gilete, confesso.

 

Comprei esta menina, que promete uma depilação sem dor:

 

 

Eu sei... Eu sei... Formaram-me para ser uma menina inteligente, a vida até me deu os pontapés no cu suficientes para eu não ser inocente, mas que vos posso dizer? Já disse que as ideias mais brilhantes surgem com o calor... E estava realmente um dia muito quente quando a comprei.

 

Que vos dizer sobre esta máquina do demo?

 

Ela arranca os pelos! Definitivamente arranca... E arranca pelos mesmo muito curtinhos. Nem sempre à primeira passagem, ou à segunda... Ou à terceira, mas arranca! A bicha é danada, vê um pelo e fica ali a marrar até o arrancar. Agora, se me perguntam se tem um método todo xpto e patenteado que permite uma depilação indolor? Não! Não! Não! Não tem! Dói! Dói muito! Posso até dizer-vos que faz o que eu achava que era impossível, e partes de mim - não interessa quais, tá? - já ficaram atracadas na máquina demoníaca. Assou-me as axilas na primeira utilização, que estive quase uma semana de braços a arejar e a botar creminho calmante e deixou-me a pele bem sensível ao toque. Só o barulho deste pequeno diabo mete respeito. E se acham que eu sou piegas... O moço quis experimentar e berrou! Bem, se calhar não foi o melhor exemplo já que os homens nisto são piores que as mulheres.

 

A máquina vem com vários acessórios, alguns até que eu ainda não percebi muito bem para o que servem, mas posso já destacar que gostei muito da lixa esfoliante. Fiquei com os meus pés mesmo muito suaves apesar de parecer que não lixa nada, por ser tão suave e pouco abrasiva. Tem também uma capinha para peles mais sensíveis mas não aconselho muito, a não ser na zona da virilha, porque a máquina fica com mais dificuldades em agarrar os pelos e acaba por moer mais. Gosto muito do facto de ter luz, permite realmente ver bem o pelo para não os deixarmos esquecidos. O que eu acho é que é pouco eficiente o que faz com que demoremos imenso tempo e prolonguemos o sofrimento.

 

Não posso dizer que não cumpre, em certa medida, o prometido, que é depilar, que cumpre, mas gastei o dobro ou o triplo do que desejaria para ter uma máquina supostamente indolor. Se era para doer como as outras poderia ter comprado uma mais baratita.

 

Posto isto, porque não fui feita para sofrer... Lá me resignei e decidi voltar a fazer a depilação definitiva, e lá vai a máquina do demo ser encostada por muitos e longos anos... Assim espero!

 

E vocês? Usam depiladora? Haverá alguma dica pra Mula que me tenha escapado para tornar isto menos horrível?

Verniz Gel Inocos - Unhas perfeitas, tal como a Mula adora!

A Mula sempre adorou ter as unhas arranjadas, desde muito novinha, e até já passou pelo pesadelo de ter um emprego - trabalho, na realidade! - onde era proibido ter as unhas pintadas. Foram tempos difíceis digo-vos desde já, muito difíceis.

 

Contra tudo o que se fala por aí, faço unhas de gel há mais de 2 anos. E olhem que quando tive de tirar o gel para ser operada as minhas unhas estavam impecáveis (arranhadas claro, de terem sido lixadas para retirar o verniz, mas estavam fortes como antes de fazer gel). O meu record foram 2 meses sem manutenção!  Sim, leram bem, 2 meses... Ainda que normalmente vá à manicura a cada 3/4 semanas. Vocês sabem... Vocês que já foram bombardeados com fotos das minhas unhas no Instagram sabem que vou à manicura a cada 3/4 semanas! [Um dia destes faço-vos um pedido público de desculpas por tal bombardeamento]

 

Por tudo isto, quando a Presença de Luxo contactou a Mula para vos falar sobre a marca Inocos, a Mula acedeu logo: O verniz gel Inocos é só a marca que a Mula usa há mais de um ano e que gosta e recomenda! Por isso é com todo o prazer que vos apresento, e recomendo, a marca.

 

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Verniz Gel Inocos

 

 

A Presença de Luxo é uma loja online que nasceu em 2011 com o objetivo de marcar a diferença no mercado da beleza e da cosmética. Mas desengane-se quem pensar que o público alvo são os profissionais de cabeleireiros, estética e beleza, porque hoje em dia, este tipo de produtos tem cada vez mais destaque entre clientes particulares.

 

A Inocos para além de cores lindas é uma marca divertida, com nomes de vernizes muito engraçados. Por exemplo o meu é o Maria Trapezista.

 

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Os belíssimos cascos da Mula já com uma semana e meia de crescimento de unha.

 

E olhem que quase troquei a Maria Trapezista pelo Maria Broa e a verdade é que se os nomes são engraçados, as cores são muito bonitas. Pobre é da minha manicura que depois fica a olhar para mim enquanto não me decido. Verdade seja dita que sou uma cliente fácil, sou fácil de agradar.

 

 

Ao falar com amigas, vejo que apesar das minhas unhas reais não valerem nada, que sou uma abençoada no que toda a unhas de gel. Como vos disse há pouco, consigo esticar a manicura ao expoente da loucura sem ter descolamentos ou unhas partidas. No entanto, pelo que vejo muita gente não pode dizer o mesmo e por isso deixem-me dizer-vos que quando as nossas unhas não colaboram, os primers têm um papel importante na duração da nossa manicura e por isso sugiro o Super Primer da Inocos que é um primer 3 em 1:  Para além de fortalecer as unhas, devido às vitaminas E e B5, ainda tem efeito cola e por isso é perfeito para quem tem unhas frágeis, com uma manicura difícil de manter e com descolamentos habituais.

 

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Verniz Gel Inocos

 

As nossas unhas podem ser as unhas mais fortes do mundo, mas as unhas são como os cabelos, se os produtos não forem bons, está o caldo entornado. E vocês sabem como também sou neurótica com os cabelos, no fundo, por tudo o que é constituído por queratina.

 

E por aí, já conheciam esta marca? Quem aqui faz unhas de gel que levante o dedo ó faxabor!

In Gold Hotel & Spa em Águeda

O Hotel & Spa que deveria de ter o Spa entre aspas

A Mula foi de fim de semana para relaxar, que lá no trabalho aquilo tem estado caótico. Então a Mula e o Moço escolheram um sítio que fosse pertinho mas que desse na mesma para passear - se o tempo assim o tivesse permitido! - e que desse também para relaxar. Assim, e aproveitando uma promoção da Via Verde lá fomos para o In Gold Hotel & Spa, em Águeda.

 

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O In Gold Hotel & Spa fica bem próximo do centro da cidade de Águeda, que nesta altura está lindíssima com toda a decoração de Natal - já é linda durante o ano, mas nesta altura tem um encanto mais especial.

 

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O Hotel é muito porreiro, é acolhedor, limpo, organizado e com funcionários muito simpáticos e prestáveis, no entanto o Spa... O Spa na realidade não é Spa e foi uma autêntica desilusão. Em primeiro lugar o suposto Spa do Hotel é fora do Hotel. É um edifício à parte sem qualquer ligação coberta, o que no inverno - como foi o caso! - é horrível, até porque estava a chover... Ou seja, quer para irmos para o edifício, chamemos-lhe da piscina, quer para voltarmos - todos molhados - apanhamos chuva - e gripe, no fundo... e gripe, que isto de vir todos molhados de uma piscina quente e apanhar com chuva não é agradável e o corpo não gosta. 

 

Mas adiante...

 

Ia eu toda lampeira de livro na mão, a acreditar que ia passar algumas horas na espreguiçadeira a ler um pouco, até porque o edifício da piscina era no alto e parecia ter vistas - e tinha! - e foi quando levei com a primeira desilusão. Tem apenas 3 espreguiçadeiras - e zero estavam livres - e nem um local para pendurar toalhas. Lá voltou a Mula aos cacifos para pousar o livro e usufruir apenas da piscina. 'Bora lá, que a Mula também gosta de nadar.

 

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Imagem retirada daqui

 

As vistas da piscina são agradáveis e desafogadas e tem bastante luz natural o que me agradou bastante. A água é aquecida e tem dois jatos para relaxamento. Ponto número dois negativo: Para ligarmos os jatos de água temos de sair da piscina, porque os botões junto aos jatos não funcionam. Por sorte tivemos um menino que se divertia a carregar nos botões e mal aquilo parava ele carregava, se não, teríamos de nadar até à extremidade onde estão as escadas, sair da piscina e carregar nos botões. Não nos faz sentido e é a primeira vez que vimos tal.

 

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imagem retirada daqui

 

O Spa é tudo isto que vêm na foto. É constituído por uma piscina, e duas mini cabines de sauna e banho turco em que cabem duas pessoas em cada uma delas. E ali estão as 3 espreguiçadeiras que vos falei. O espaço tinha também uns chuveiros junto à piscina - normalmente antes de entrarmos temos de passar pelos chuveiros... - mas não funcionavam.  Lamento mas na ótica da Mula isto não é um Spa... Já passei por alguns hotéis com Spa com valores semelhantes e nada a ver com isto.

 

Mas vamos aos quartos.

 

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O quarto da vossa Mula.

 

 

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As vistas do quarto.

 

 

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E a vossa Mula toda entusiasmada antes de saber que não ia ler junto à piscina.

 

 

Felizmente o Hotel era bom. O quarto não sendo enorme, tinha boa área, minimalista, senti a falta de uns tapetes ou de alcatifa, achei o quarto um pouco impessoal e frio, mas o colchão era muito confortável e as almofadas também que é o que é verdadeiramente importante.

 

Fizemos duas refeições lá no hotel - jantar e pequeno-almoço - e a comida é boa mas uma vez mais o hotel demonstra falta de organização. Enviaram-nos a ementa por email aquando da reserva, e depois na hora os pratos nada tinham que ver com o que apresentado na ementa enviada. Questionamos o motivo, disseram-nos que não sabiam mas que trabalhavam com pratos do dia e que todos os dias eram diferentes. Tudo bem. A ementa não era muito atrativa - tinha apenas um prato de peixe, outro de carne e um vegetariano - mas acho que fizemos uma boa escolha e a comida era saborosa.

 

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Recebemos o couvert com azeitonas com um molho muito saboroso com azeite, limão e ervas. como entrada comemos creme de cenoura e como prato principal optamos os dois pelo Salmão com grelos e batatas parisienses. Estava bom. Sobremesa: só tinham à escolha entre gelado ou fruta. Achei a ementa mesmo muito pobrezinha. Estamos a falar de um restaurante de um hotel de 4*... Mas a verdade é que os valores do restaurante também são muito mais acessíveis que o normal. Enquanto, por exemplo, no Pena Park Hotel - também de 4* - uma refeição para 2 pessoas rondam os 70€, aqui no In Gold Hotel & Spa fica por metade do preço, isto também é importante salientar no entanto, são comparações que não é possível ficar indiferente e tendo já aqui outras experiências como base, a realidade ficou um pouco aquém das nossas expectativas.

 

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O pequeno-almoço apesar de estar longe de ser o mais variado que já encontrei, tinha uma seleção agradável. Os sumos, como habitual não eram naturais, os bolos não eram caseiros mas as compotas eram boas e os ovos mexidos também muito saborosos lembrando os que faço de manhã. Tinha umas três qualidades de pão - que eu tivesse visto - e vários pastéis em miniatura. O que adorei na política do hotel - porque o que é bom também tem de ser ressalvado - é que ao fim de semana dispõe de pequeno almoço tardio e em vez de terminar como é habitual às 10h, aos fins de semana o pequeno almoço termina às 11h.

 

Outra grande vantagem do hotel é ter estacionamento coberto incluído, até porque não há estacionamento à porta ou próximo e tem entrada direta para o hotel.

 

Se a vossa ideia é uma noite de passagem, apenas para dormir, a Mula recomenda: é um hotel confortável com pessoal muito simpático e refeições acolhedoras. No entanto, se a vossa preferência recai sobre o descansar, o relaxar e aproveitar o Spa, então esta não é a escolha mais acertada.

 

Mas digam de vossa justiça, já conheciam?

A minha primeira vez com gongos e taças tibetanas...

... Ou com meditação guiada no geral!

Pode parecer que não, já que a Mula é doida da cabeça, mas... continuamos a falar de saúde mental através de terapias alternativas. Curiosos?

 

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Imagem retirada daqui

 

 

A Mula não é boa da cabeça, isso já todos vocês sabem. O que talvez não saibam é que se relaciona com pessoas piores que ela. E foi assim sem perceber muito bem como, que a Mula foi arrastada para uma sessão de meditação com taças e gongos tibetanos a um sábado à noite.

 

O que é isso? Não sei, que eu também não vi, mas olhem que senti... Ó se senti, e só vos tenho a dizer bem. Mas adiante.

 

Duas malucas foram assim meditar para cascos de rolha com coisas que vêm de tão longe, e tenho-vos a dizer que quase foram ouvir uma palestra do Reino de Deus... É que para a Mula Rua, Travessa, Parque é tudo a mesma coisa e fomos parar ao fim do mundo errado. Mas lá demos com aquilo. Chegamos atrasadas, é facto, mas em nossa defesa não fomos as últimas e isso, por si só já me alivia os ombros - convém, já que para relaxar também é preciso relaxar o corpo, nomeadamente os ombros.

 

A verdade é que estou nesta onda da meditação. Já o faço em Pilates - em certa medida - mas não é suficiente. Mais do que estar na onde é mesmo o precisar, tanto que estou a equacionar treinar-me para o conseguir fazer em casa no silêncio do lar - se os gatos permitirem, pois claro, já que somos meros servos da classe felina - e treinar a mente para me auto-acalmar, para relaxar, para ver se não fervilho tanto no dia-a-dia. Isto não está fácil minha gente, não anda mesmo nada fácil. Se eu fosse a pipoca dos blogs, já estava frita, mas daquelas más, que têm o milho na mesma inteiro no interior, sabem? É isso, enfim, não ando na minha melhor fase, e tenho estado interessada em meditação e até já fiz um workshop de mindfullness e tenho lido sobre isso e estado em alerta sobre o tema. Mal também não faz, não é verdade?

 

Assim, e apesar de achar estranho à partida, fui a um concerto meditativo com taças e gongos tibetanos. Não deixa de ser estranho estar numa sala de um edifício que não conhecemos, às nove da noite, com pessoas que não conhecemos, e deitarmo-nos num espaço que não conhecemos com umas mantas e almofadas que não fazemos ideia onde andaram mas... a experiência é brutal. Os sons, as vibrações, tudo tem um efeito incrível no corpo, na mente... Primeiro estranha-se, depois entranha-se.

 

Relaxa, efetivamente aquilo relaxa.

 

Pena que alguém lá no grupo tenha relaxado de mais e aproveitado para tirar um cochilo e tenha roncado como se não dormisse há meses... E aí entornou-se o caldo na Mula, que não há ansiedade que resista ao ressonar de alguém. Acho que nunca vos disse, mas sou altamente sensível a sons, para o bem e para o mal, e se os gongos tibetanos causaram um bem estar único, que nunca imaginei, o ressonar de alguém conseguiu estragar toda a tranquilidade atingida. Apesar desta parte não ter corrido tão bem, tenciono repetir a experiência e recomendo mesmo a experimentarem. Se têm dúvidas... pela personagem que adormeceu podem ter a garantia de que realmente saem da sessão relaxados.

 

Para quem não sabe - eu também desconhecia - as taças tibetanas têm diferentes tamanhos que emitem diferentes vibrações e sons - notas - que tocando determinadas melodias, podem trabalhar diferentes problemas e questões. Na nossa sessão foram trabalhados os medos e a ansiedade e posso dizer que é algo realmente incrível. As taças são usadas à séculos com fins curativos, já que os sons purificam o ambiente despertando o poder curativo do corpo através da terapia do som.

 

De acordo com o que pude investigar a terapia do som tem uma série de benefícios, entre eles: Permitir um estado de relaxamento mais profundo o que potencia um maior domínio sobre os problemas e preocupações pessoais; potenciar o desbloqueio energético devolvendo ao corpo e à mente uma sensação imediata de bem-estar e tranquilidade, o que permite a longo prazo melhorar a estabilidade mental, a concentração e a capacidade de ação e de reagir perante um determinado problema; e como potencia o bem-estar, aumenta a autoconfiança e reduz a ansiedade do dia-a-dia.

 

Como vêm benefícios não faltam e a Mula sobreviveu, por isso mal também não faz.

 

Alguém já experimentou? Alguém que queira partilhar a sua experiência? E meditação no geral?

Barras de Access com Twist

Que é o mesmo que dizer: Com uma massagem incrível

A Mula voltou a ser convidada para uma sessão de barras de access, desta vez com uma massagem bio energética no final.

 

Já vos falei das barras de access aqui, mas para os mais preguiçosos a Mula resume.

 

As barras de access é uma técnica terapêutica energética que através da estimulação de determinados pontos no crânio, liberta energia de forma a potenciar desbloqueios emocionais, pensamentos, limitações psicológicas, entre outros. Quanto à massagem bio energética, é uma massagem que trabalha o corpo todo - quando permitido, e já vos explico porquê - através de manobras de relaxamento muscular e a mente e alma, através da aromaterapia com o objetivo de aumentar a energia vital do corpo e da mente.

 

As barras de access e massagem bio energética no final permitem o verdadeiro equilíbrio entre o corpo e a mente, já que as primeiras podem ser bastante desgastantes para a alma, a segunda permite repor a tranquilidade.

 

(imagem retirada daqui)

 

Desta vez a Mula fez esta terapia conjunta na Hebe Clínica, em Vila Nova de Gaia, com a Sara e com a Susana que são extremamente simpáticas e atenciosas - nem poderia ser de outra maneira tendo em conta o objetivo, porque também é preciso confiar para nos deixarmos levar. Para além das meninas serem espetaculares, o espaço é muito mimoso, e até a maca é aquecida! Uma chiqueza! A Mula habituar-se-ia a fazer desta a sua vida, confesso. A Mula nasceu pobre mas com gostos de rica o que fazer?

 

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Ó! Ólhem pra Mula ali toda pimpona com um robe quentinho, quentinho, quentinho!

 

A Sara eu já conhecia, até porque já foi com ela que fiz a anterior sessão, a Susana conheci durante a sessão e é muito atenciosa e preocupada. Perguntou-me se havia alguma parte do corpo em que não me deveria de tocar, se tinha algum tipo de problema específico e qual o meu maior sentimento dos últimos dias, para poder adaptar o aroma, na parte da aromaterapia. Tudo é pensado ao pormenor.

 

Lembram-se quando eu disse na anterior publicação das barras de access, que a terapia apesar de se focar só na cabeça parecia uma full body massage? Agora imaginem realmente uma full body massage no final! É simplesmente incrível! As barras preparam o corpo para um estado de relaxamento tal, que a massagem flui de uma forma incrível. É realmente um complemento brilhante. Trabalhar corpo e mente de uma vez só.

 

Quanto às barras de access, a Sara foi muito sincera, estou um caco, a vários níveis. Ela que me conhece, diz que me desconheceu totalmente quando me fez as barras. Que estou com problemas a vários níveis e que piorou significativamente desde a primeira sessão. E perguntou-me algo que confesso, que me marcou bastante: Onde está a minha alegria? Fiquei um pouco chocada com a pergunta, confesso, mas olhando bem para mim para os meus últimos meses, a verdade é que tenho andado muito mais rabugenta que o normal, mais stressada, mais apática. Não é realmente positivo. Marquei já uma segunda sessão. Sexta-feira a Sara que me aguarde! Obviamente preciso de ajuda, acho que quando andava mais chorona, mais deprimida, que não reprimia tanto, tudo o que sinto cá dentro e isso claramente não está a resultar. 

 

Mas se foi estranho ver alguém que eu conheço, mas com quem não me relaciono diariamente, falar tantas coisas certas sobre mim apenas com base no meu campo energético, confesso-vos que foi ainda mais assustador ver alguém que nunca me tinha visto na vida, dizer coisas tão acertadas da forma como eu me sinto, da forma como eu estou, e dizer tanto acertado sobre mim, sobre a minha vida, com base apenas numa massagem! Pelos vistos toda a minha ansiedade e problemas se depositam na coluna e pernas e é aí que tenho de investir mais para as trabalhar. Aconselhou-me a fazer mais coisas de que gosto, de que me estou a perder, que preciso de me encontrar e que para isso preciso de fazer o que gosto e voltar a encontrar a minha alegria, a minha paz.

 

Com os óleos no cabelo saí de lá toda descabelada, toda despenteada, mas posso assegurar-vos que no fundo era apenas o reflexo da minha alma.

 

Se é verdade que este tipo de tratamento põe demasiado a minha vida em perspectiva o que me pode deixar um tanto angustiada, a verdade é que saio dele tão, mas tão relaxada e cheia de força, como se tudo se pudesse desmoronar naquele momento que eu me sentiria com forças para aguentar qualquer coisa. Até posso levar com um calhau na testa e estatelar-me no chão. Mas saí com a certeza de que sou forte e que consigo aguentar seja o que for, como de resto sempre aguentei... No fundo.

 

P.S.: Tenho só uma pequena ressalva a fazer... Um pequeno desagrado diria. Gentes fofinhas da Mula, quando quiserem oferecer estas coisas que a Mula adora, avisem-me quando tiver que me despir para eu puder ter a depilação em dia. Grata.

 

P.S.2.: Isto deveria de ser patrocinado pelo estado, feito em parceria com o SNS, obrigatório, portanto, a toda a população. Isto tem tudo a ver com saúde mental - ou falta dela, no caso da vossa Mula.

 

P.S.3.: Se tudo isto não for suficiente para vos convencer a conhecer este tratamento na Hebe Clínica, aceno-vos com comida: Elas têm chá e bolachinhas! Acredito que assim já não preciso de vos dizer mais nada, certo?

 

Todos nós devíamos lutar por uma melhor saúde mental, por uma melhor visão de nós próprios, por uma maior tranquilidade. Essencialmente por uma vida mais feliz. Nada disto faz milagres...  Mas ajuda!

O Porto dos Gatos # o melhor dos dois mundos

Dos gatos e dos brownies, claro!

A Mula estava doente, e para arrancar a Mula de casa o moço fez uma surpresa à Mula, e foi assim que a Mula foi ao...

 

... O Porto dos Gatos, no Porto que é o único Cat Café - que a Mula saiba, pelo menos - no Porto. 

 

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O Porto dos Gatos é café e restaurante, pet friendly, e tem para mim um dos dos melhores brownies que já comi. A escolha de bolos é variada, mas se tem brownies a Mula escolhe brownies, e o moço também. Para ele um brownie extra chocolate - que estranhamente não era enjoativo! - e para mim brownie de frutos vermelhos. Tem muitas outras escolhas, seja para lanche ou para almoço, e como não poderia deixar de ser, é um espaço vegan, ou seja, todos os ingredientes são de origem vegetal. Bebemos um chá preto com especiarias que nos soube muito bem, mas têm à escolha sumos variados e vinhos.

 

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O espaço é muito amoroso como podem ver na foto em baixo, e contrariamente ao que acontecia no Aqui Há Gato em Lisboa - que já fechou, infelizmente - não tem custo de entrada para se conviver com os felinos. É de entrada livre desde que se respeite as regras, que estão afixadas, nomeadamente a de respeitar os piolhos, quando estes não quiserem mimos. Acho que quem tem gatos sabe, nem sempre estão recetivos a grandes mimalhices.

 

(Foto retirada daqui)

 

(Foto retirada daqui)

 

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Tal como acontecia no Aqui há Gato - que a Mula teve o prazer de conhecer no lançamento do livro Histórias com Gato Dentro do Clube de Gatos do Sapo - os gatinhos d'O Porto dos Gatos estão num espaço à parte do café, numa espécie de sala de leitura, e todos estão para adoção. Por isso passem por lá, caso queiram e tenham a possibilidade de dar um novo lar a um gatinho, adotem, caso contrário, ao consumirem estão a ajudar os felinos. E que vontade a Mula teve de trazer este pretinho e branco! Tanto quanto percebi podemos conviver com os gatos enquanto comemos na parte da explanada, espaço ao qual os gatinhos têm também acesso, mas como não estava convidativo a sair, nem nós nem os gatos escolhemos este lugar, mas no verão parece ser um espaço muito agradável.

 

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Como é um espaço pet friendly, não se surpreendam se tiverem companhia ao lanche, porque neste CatCafé do Porto, os cães também são bem-vindos e é isso que torna este café tão especial.

 

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Já conheciam?

Toca a ajudar para que este espaço fantástico não tenha o mesmo desfecho do de Lisboa!

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos. Mais do que um blog, são pedaços de uma vida.